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Postado em 09 de Abril às 10h44

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Institucional (44)
Certa Corretora de Seguros e Certificação Digital - Chapecó/SC UFSC emite primeiros diplomas digitais assinados com certificado ICP-Brasil A Universidade Federal de Santa Catarina – UFSC emitiu no dia 15 de março, os...

UFSC emite primeiros diplomas digitais assinados
com certificado ICP-Brasil


A Universidade Federal de Santa Catarina – UFSC emitiu no dia 15 de março, os primeiros diplomas digitais conforme estabelecido pela Portaria nº 554 do Ministério da Educação. A validade jurídica e a segurança dos novos diplomas digitais são garantidas pela assinatura do documento por parte da Instituição de Ensino Superior – IES com certificado digital e o uso do carimbo do tempo, ambos no padrão da Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira – ICP-Brasil.
Os diplomas digitais assinados com certificado ICP-Brasil têm a mesma validade que os documentos em papel, além disso, o carimbo do tempo atesta a data e a hora exatas em que um documento foi criado ou recebeu a assinatura digital. Os diplomas são assinados com certificados ICP-Brasil, tipo A3 ou superior, pelos signatários, como realizado atualmente, e pela Instituição de Ensino Superior, sendo dispensada a assinatura digital do diplomado.
A adesão ao diploma digital garante economia, segurança e celeridade, pois reduz custos com impressões, contribui no combate à falsificação de documentos, ao mesmo tempo que agiliza a entrega dos diplomas aos formandos, conforme explica o diretor-presidente do Instituto Nacional de Tecnologia da Informação – ITI, Marcelo Buz, “os documentos assinados com certificado ICP-Brasil têm plena validade jurídica, garantia de autenticidade e rastreabilidade, atributos que garantem a total segurança aos documentos digitais. A adesão ao diploma digital é um importante passo para modernização da educação no país”.
O reitor da UFSC, Ubaldo Cesar Balthazar, destacou a importância da adesão ao documento digital. “Finalmente temos o diploma digital, é simbólico sermos a primeira Universidade a aderir ao novo sistema. Já estava passando da hora de aproveitarmos a tecnologia disponível para acabar com a burocracia não só nas Universidades, mas também na administração pública e na sociedade”. Fonte: ICP-Brasil

Encerrando ciclos

É preciso reconhecer quando uma etapa chega ao final. Se insistirmos em permanecer nela mais do que o tempo necessário, perdemos a alegria e o sentido das outras a serem vividas. Deixe no passado os momentos da vida que já se acabaram.
Você pode passar muito tempo se perguntando por que aconteceu. Pode dizer que não dará mais um passo enquanto não entender as razões. Mas tal atitude será um desgaste para todos ao seu redor: todos estarão encerrando capítulos, virando a folha, seguindo adiante, e sofrerão ao ver que você está parado.
Ninguém pode estar ao mesmo tempo no presente e no passado, nem mesmo quando tentamos entender as coisas que acontecem. O que passou não voltará: não podemos ser eternamente meninos, adolescentes tardios, filhos que se sentem culpados ou rancorosos com os pais, amantes que revivem noite e dia uma ligação com quem já foi embora e não tem a menor intenção de voltar.
As coisas passam, e o melhor que fazemos é deixar que elas realmente possam ir. Por isso é importante (por mais doloroso que seja!) destruir recordações, mudar de casa, vender ou doar coisas. Tudo neste mundo visível é uma manifestação do mundo invisível, do que está acontecendo em nosso coração - e o desfazer-se de certas lembranças significa também abrir espaço para que outras tomem o seu lugar.
Ninguém está jogando nesta vida com cartas marcadas, portanto às vezes ganhamos, e às vezes perdemos. Não espere que devolvam algo, não espere que reconheçam seu esforço, que descubram seu gênio, que entendam seu amor. Pare de ligar sua televisão emocional e assistir sempre ao mesmo programa: isso o estará apenas envenenando, e nada mais.
Não há nada mais perigoso que rompimentos que não são aceitos, promessas de emprego que não têm data marcada para começar, decisões que sempre são adiadas em nome do “momento ideal”. Antes de começar um capítulo novo, é preciso terminar o antigo.
Lembre-se de que houve uma época em que podia viver sem aquilo, sem aquela pessoa - nada é insubstituível, um hábito não é uma necessidade. Pode parecer óbvio, mas é muito importante encerrar ciclos. Não por causa do orgulho, por incapacidade, ou por soberba, mas porque simplesmente aquilo já não se encaixa mais na sua vida. Feche a porta, mude o disco, limpe a casa, sacuda a poeira. Deixe de ser quem era, e transforme-se em quem é.
Gloria Hurtado - psicóloga e escritora


Baixo investimento e falta de regulação geram
maioria de ações judiciais na Saúde


O número de processos judiciais relacionados à saúde pública e privada no Brasil, em primeira instância, cresceu de 41,4 mil para 95,7 mil anuais, um aumento de 130%, segundo pesquisa divulgada pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ). Entre 2008 e 2017, em segunda instância, a diferença é ainda maior em proporção, pulando de 2,9 mil para 40,6 mil processos por ano.
Para o presidente da Sociedade Brasileira de Direito Médico e Bioética (ANADEM), Raul Canal, uma das razões para este cenário é o baixo investimento, além da má distribuição, que ocorre no Sistema Único de Saúde (SUS). “Reflete em dois fenômenos: na saúde pública, há pouco investimento e investimentos mal direcionados e geridos, o que afeta diretamente o cidadão. No âmbito da saúde suplementar, o grande problema é a regulação, a qual as agências regularizadoras no Brasil têm deixado de atuar de forma eficaz”, completou.
Ainda de acordo com Canal, a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) tem dificuldades de atuar como órgão regulamentador e fiscalizador. “Os sinais da ineficácia da agência aparecem na quantidade de processos contra planos de saúde. As empresas e os consumidores não se entendem”. O levantamento aponta que 82% dos processos em São Paulo, local de maior ocorrência no país, são oriundos deste conflito. Fonte: Segs

Corretor de Seguros tem papel fundamental na hora do sinistro

São muitos os momentos importantes no relacionamento entre corretor de seguros e segurado. Um, entretanto, é considerado fundamental por diversos especialistas do setor: o sinistro.
“Diferente de outros canais de distribuição, nessa hora o corretor mostra a sua importância na hora da regulação do sinistro. A hora do sinistro é quando o serviço é entregue”, opina o presidente do Sincor-SE, Erico Melo.
O advogado, corretor de seguros e vice-presidente da Fenacor, Dorival Alves de Sousa, acredita que, apesar de o corretor ser importante na fase da contratação de uma apólice, já que ele é o profissional que vai orientar o cliente sobre o melhor custo-benefício, o trabalho dele não termina aí. “Ele precisa estar pronto para atender qualquer reclamação ou demanda do segurado. Ele é o profissional que conhece o produto e deve orientar o cliente, acompanhá-lo e ajudá-lo em momentos difíceis, como em caso de um sinistro”, afirma o dirigente.
Para Erico Melo, nessas horas, é primordial um atendimento célere com informações claras e diretas. “Quanto mais próxima a relação com o cliente, mais ele conseguirá ajudar na hora do sinistro”, analisa o presidente do Sincor-SE. Dorival ressalta que um bom atendimento envolve a confiança e a fidelização do cliente. “Prestando assistência e orientação na ocasião de um sinistro”, conclui. Fonte: Segs

Saiba o papel de cada indivíduo para um trânsito mais seguro

Respeito, educação e empatia podem reduzir número de acidentes e de vítimas.
O trânsito é um espaço democrático, compartilhado entre pedestres, ciclistas, passageiros e condutores. Para um país do tamanho – e dos números - do Brasil, o desafio de organizá-lo pode ser ainda maior. São 54,7 milhões de carros, 22,3 milhões de motocicletas, 2,7 milhões de caminhões, 627 mil ônibus e 70 milhões de bicicletas, além dos mais de 208 milhões de habitantes.
Levantamento do Ministério da Saúde aponta que foram registradas 37.345 mortes no trânsito em 2016 (último ano com dados disponibilizados no Sistema de Informações sobre Mortalidade do Ministério da Saúde). O número é 14,8% menor do que o registrado em 2014, quando ocorreram 43.870 óbitos nas ruas e estradas brasileiras. Entretanto, ainda estamos longe da meta do país que, seguindo orientações da ONU em 2011, se comprometeu a reduzir em 50% do número de mortes no trânsito em dez anos. Isso significa não ultrapassar 19 mil vítimas fatais por ano até 2020.
A chefe de divisão da Escola Pública de Trânsito do Detran do Paraná, Noedy Bertazzi, destaca que a educação é a mola propulsora para promover a mudança cultural e comportamental no trânsito, “Educação, humanização no trânsito e o respeito às leis são fundamentais para garantir segurança no exercício pleno do direito de ir e vir. Cidadania ativa é aquela que exige a participação efetiva de todos em favor do bem comum. As ruas e rodovias são espaços públicos, democráticos e compartilhados, por isso é tão necessário ampliarmos a forma de ver as cidades, estabelecermos um novo olhar, a fim de transformarmos esses espaços em locais com mais qualidade de vida para as pessoas”.
Segundo relatório da Organização Mundial da Saúde (OMS), divulgado no ano passado, as dez nações que mais matam no trânsito são África do Sul, Brasil, China, Egito, Estados Unidos, Índia, Indonésia, Irã, México e Rússia. O Brasil ocupa a triste quinta colocação nesse ranking. Juntos, esses países representam 62% das 1,2 milhão de mortes no trânsito no planeta.
Confira algumas dicas e regras de comportamento para que cada um dos atores do trânsito contribua para ruas mais humanas e mais seguras.
Pedestres - ficar atento ao trânsito e a sinalização; olhar para os dois lados mesmo em vias de sentido único; sempre atravessar na faixa de segurança; atravessar sempre em linha reta; utilizar passarelas e passagens subterrâneas, quando houver; procurar caminhar distante do meio-fio; ficar atento nos cruzamentos e locais com entrada e saída de veículos; atravessar as ruas de mãos dadas com as crianças; não caminhar usando o celular; a atenção deve estar sempre no trânsito.
Ciclistas - usar equipamentos de segurança; preferir ciclovias e ciclofaixas; andar próximo ao meio-fio do lado direito e no mesmo sentido dos veículos quando não existir outra opção; ficar atento às conversões e ao tráfego de veículos e pedestres; sinalizar sempre a intenção de uma manobra; nunca pedalar em calçadas; elas são exclusivas para pedestres.
Motociclistas - manter a manutenção da motocicleta em dia; conferir periodicamente a validade do capacete; usar roupas que chamem atenção; manter distância de segurança dos demais veículos.
Passageiros - evitar atravessar a rua por trás do veículo que está parado; não jogar lixo pela janela; sempre usar cinto de segurança, no caso dos carros, e capacete, no caso das motociclistas; desembarcar sempre pela calçada.
Motoristas - ser prudente e exercer a direção defensiva; não usar o celular enquanto dirige; respeitar a sinalização; não parar em fila dupla nem sobre a faixa de pedestres; manutenção do veículo em dia; usar a seta e respeitar as vagas preferenciais. Fonte: Segs


Saúde
Cuidados com a saúde dos idosos

Os idosos são os que mais sofrem com as mudanças de temperaturas, necessitam de cuidados específicos, pois podem sofrer com desidratação e insolação, por exemplo.
Segundo Rafael Ayvazian, médico de família da Central Nacional Unimed, a alimentação merece atenção, dando preferência para alimentos frescos, como frutas, verduras e legumes. Pequenas porções consumidas de maneira regular podem ajudar no bem-estar e garantir hidratação e aporte calórico adequados. “É preferível que sejam feitas várias refeições em pequenas porções, ao invés de grandes refeições, com alimentos muito gordurosos e refinados. O organismo vai digerir melhor e manter o corpo abastecido com os nutrientes necessários para se manter saudável”, enfatiza o especialista. “O mais importante é conseguir manter os bons hábitos, respeitando os próprios limites e, acima de tudo, consultando um médico caso em caso de mal-estar”, finaliza Ayvazian. Fonte: Segs

Orientação segura
O melhor milho do mundo

Um fazendeiro ganhava todos os prémios dos concursos de milhos. Joaquim, jornalista entrevistou-o e descobriu que ele compartilhava as suas sementes de milho com os vizinhos. Curioso perguntou: - Como compartilha as suas melhores sementes de milho com seus vizinhos se está a competir com eles?
- Por que? Não sabes ? O vento apanha pólen do milho maduro e o leva através do vento de campo para campo. Se meu vizinhos cultivam milho inferior, a polinização degradará continuamente a qualidade de meu milho. Para continuar a cultivar milho bom tenho que ajudar meu vizinhos a cultivarem milho bom. Autor desconhecido

Ação Positiva
"As únicas pessoas que realmente mudaram a história foram os que mudaram o pensamento dos homens a respeito de si mesmos." Malcom X

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