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Postado em 22 de Março às 14h57

MENSAGEIRO SEGURO 1096

Institucional (135)
Certa Corretora de Seguros e Certificação Digital - Chapecó/SC Mensageiro Seguro Número 1.096 – Ano XIV – 19/03/2021 Publicação Semanal da Certa Administradora e Corretora de Seguros Ltda....

Mensageiro Seguro
Número 1.096 – Ano XIV – 19/03/2021
Publicação Semanal da Certa Administradora e Corretora de Seguros Ltda. Edição: Samara Braghini

Leia nesta edição do Mensageiro Seguro

1. Aposte na retomada: um 2021 de transformação para pequenas e médias empresas
2. Dia do consumidor: uma data de reflexão para todos
3. Produtor está com dificuldade para obter indenização da praga cigarrinha
4. Susep divulga síntese com dados do setor em janeiro
5. Saúde: Controle a ansiedade
6. Orientação segura: 2021: o home office veio para ficar?
7. Ação Positiva

1. Aposte na retomada: um 2021 de transformação para pequenas e médias empresas

Na pandemia, tudo mudou. Muitas expectativas, tendências e padrões de comportamento foram por água abaixo e o mundo que conhecíamos virou do avesso.
Enquanto boa parte das grandes companhias conseguiam utilizar recursos para abrir novos canais de vendas, investir em infraestrutura e produtos que atendessem à demanda de uma população trancada em casa, as micro, pequenas e médias patinaram ao perder receita e precisaram de muita resiliência e criatividade para se manterem no mercado.
Só em 2020, mais de dois milhões de empresas foram abertas, segundo a Serasa Experian. Se foram criadas por oportunidade ou por necessidade, neste momento, não importa: é preciso continuar se reinventando, investindo em negociações via internet e, principalmente, atuando de forma precisa para conquistar novos clientes, negociar com segurança e evitar a inadimplência. Há também a necessidade de investimento em saúde e segurança, uma vez que atuar de acordo com as regras sanitárias vigentes é uma condição para a continuidade dos negócios.
Em momentos de incertezas como esse, é fundamental também estancar todo e qualquer vazamento de recursos. Rever fornecedores, prazos e juros de dívidas, reduzir o estoque e repensar o modelo de vendas são algumas maneiras. Lembre-se que uma negociação mal feita traz consigo uma maior probabilidade de inadimplência ou fraude e ainda pode fazer com que se percam ótimas oportunidades. É extremamente importante que o empresário entenda que a prospecção, a negociação, o monitoramento e a cobrança estão intimamente ligados e o desequilíbrio de uma etapa afeta as demais.
Além de se pensar na economia de recursos, é fundamental também criar uma boa estratégia para aumentar a receita. Existe uma oportunidade muito relevante que pode ser explorada especialmente pelas PMEs: as datas comemorativas e períodos sazonais, como dia das mães, namorados, férias escolares, dia dos pais, das crianças, black friday, natal, ano novo, férias de verão e por aí vai. Essas datas devem ser aproveitadas com muitas promoções, comunicações específicas, decorações em lojas físicas, pacotes especiais, combos etc.
Por fim, vale ressaltar que quem precisa se reerguer deve começar já a reestruturar a empresa, desenvolvendo um planejamento financeiro realista, renovando o plano de negócios e buscando negociações mais precisas. É importante ainda o apoio aos pequenos e médios empreendedores em fases tão importantes à saúde financeira do empreendimento, como monitoramento do próprio CNPJ e da carteira de clientes e fornecedores, cobrança de inadimplentes e, se for o caso, renegociação de dívidas. Por fim, cabe às empresas e sociedade participar ativamente da recuperação das PMEs, dando suporte ou consumindo do pequeno sempre que possível, para manter uma economia próspera e saudável para todos. Aposte na retomada e vá em frente. Vamos fazer um 2021 de transformação e sucesso!
Por Cleber Genero, vice-presidente de Pequenas e Médias Empresas e Identidade Digital da Serasa Experian


2. Dia do consumidor: uma data de reflexão para todos

Desde 2015, a Confederação Nacional das Seguradoras – CNseg promove o “Colóquio de Proteção do Consumidor de Seguros”, realizado em todas as regiões do País. Oito edições do evento já foram promovidas, reunindo representantes de seguradoras e dos Procons de diversos estados, com o objetivo de discutir problemas e soluções para as queixas mais frequentes dos consumidores referentes ao setor segurador nacional.
As questões mais críticas apontadas nos colóquios são posteriormente tratadas nas Comissões Técnicas da CNseg, compostas por representantes de diversas áreas de seguradoras, a fim de gerar entregas efetivas para harmonizar a relação entre consumidor e empresa.
O empoderamento do consumidor é uma prioridade no campo institucional. Assume ares ainda mais estratégicos em um quadro de enormes dificuldades. A educação securitária promovida pela Confederação Nacional das Seguradoras – por meio de seu Programa de Educação em Seguros – e o diálogo transparente com os órgãos de defesa do consumidor contribuem para disseminar a cultura do seguro. Ao mesmo tempo, delimitam os direitos e deveres das partes que participam de um modelo de negócio regido pelo mutualismo.
O conceito do mutualismo é basilar e caro para o setor segurador e significa que seus produtos cobrem o que foi acordado contratualmente. Toda vez que o interesse individual se sobrepõe ao coletivo, como ocorre em ações que pleiteiam riscos não contratados, acarreta aos participantes – consumidores e seguradoras – o ônus de suportarem os prejuízos.
O setor segurador nacional está de portas abertas para incorporar novos consumidores e reduzir vulnerabilidades e enfrentar os riscos, que nos desafiam com uma frequência acima do imaginado nos últimos tempos, comprometendo, às vezes, patrimônios, bem-estar e qualidade de vida tão arduamente conquistados.
Estar entre as escolhas do consumidor é motivo de enorme honra e responsabilidade, sobretudo em um ano de pandemia e seus danos prolongados, mas não nos deixa na zona de conforto. O Dia do Consumidor é, sem dúvida, um importante incentivo à realização de um balanço do relacionamento entre empresa e cliente. Relação que pode ser sempre aprimorada, em benefício de todos na construção de uma sociedade livre, justa e também mais solidária.
*Solange Beatriz Palheiro Mendes é Diretora-Executiva da Confederação Nacional das Seguradoras – CNseg

3. Produtor está com dificuldade para obter indenização da praga cigarrinha

A praga da cigarrinha já provocou a perda de 50% das lavouras de milho das regiões mais produtivas de Santa Catarina, mas os produtores estão tendo dificuldade em acionar as coberturas securitárias para indenização dos prejuízos. Os Bancos financiadores não estão liberando nem o PROAGRO nem o seguro agrícola sob a alegação de que essa praga tem controle e, portanto, poderia ser combatida.
O vice-presidente da Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Santa Catarina (FAESC) Enori Barbieri entende que os agentes financeiros estão equivocados quando negam a indenização aos produtores afetados pela praga. Lembra que a cigarrinha é uma praga de difícil controle e que os produtores fizeram tratamento de sementes e usaram inseticidas, portanto, adotaram as medidas preventivas e devem ser indenizados. O dirigente recomenda que quem teve a concessão negada entre com recurso para não perder o prazo.
A FAESC pedirá à Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) que interceda junto ao Ministério da Agricultura para a concessão das indenizações aos produtores rurais que contrataram o PROAGRO ou o seguro agrícola. O presidente da FAESC José Zeferino Pedrozo, que também é vice-presidente de finanças da CNA, levará o assunto à próxima reunião da Confederação.
O PROAGRO (Programa de Garantia da Atividade Agropecuária) foi criado pelo governo federal para garantir o pagamento de financiamentos de custeio agrícola quando a lavoura amparada tiver sua receita reduzida por causa de eventos climáticos ou pragas e doenças sem controle.
As lavouras de milho no Sul do país foram amplamente castigadas pela seca e pela praga da cigarrinha. Em território catarinense, a incidência da cigarrinha-do-milho, inseto-vetor de doenças provocadas por vírus e bactérias, tem ocorrido de forma generalizada em todas as regiões e com danos econômicos variáveis na safra 2020/2021. As macrorregiões mais afetadas são o meio-oeste, oeste, extremo-oeste, planalto norte e planalto serrano. Produtores relatam perdas de até 70% das lavouras, especialmente nos cultivos precoce e superprecoce, variedades mais sensíveis à praga.
A cigarrinha se alimenta e se reproduz apenas no milho e, por isso, a manutenção de plantas é favorável para sua multiplicação. Também não há controle químico 100% eficaz para a praga. Ao contaminarem a planta, as cigarrinhas prejudicam o seu desenvolvimento, acarretando em má formação, menos espigas e, consequentemente, queda de produtividade.
A cigarrinha impactará na produtividade do milho no Estado neste ano. A estimativa da FAESC é que a safra 2020/21 deve chegar, no máximo, a 1,5 milhão de toneladas – 1,2 milhão a menos que o previsto. São 300 mil hectares de área cultivada para milho comercial e 200 mil para silagem. “O produtor que plantou para colher 250 sacas por hectare, colherá entre 50 e 60”, projeta Barbieri.
Para abastecer o mercado interno, Santa Catarina terá que importar cerca de cinco milhões de toneladas de milho no ano, o que também impactará nos custos de produção das agroindústrias.
Fonte: MB Comunicação

4. Susep divulga síntese com dados do setor em janeiro

A Superintendência de Seguros Privados (Susep) divulgou nesta semana a Síntese Mensal dos principais dados relativos ao desempenho do setor de seguros até janeiro de 2021. As informações foram obtidas a partir dos dados encaminhados pelas companhias.
O documento é atualizado de acordo com o envio pelas empresas, podendo haver ajustes em função de recargas do Formulário de Informações Periódicas (FIP). Na edição de janeiro de 2021, os principais destaques foram:
1) O setor supervisionado abriu o ano de 2021 com crescimento em relação ao mesmo período de 2020. O volume de receitas em janeiro apresentou alta de 3,0% em relação a janeiro de 2020.
2) Os seguros de danos apresentaram crescimento de 9,4%, correspondendo a R$ 600 milhões, em janeiro de 2021 em comparação com o mesmo mês de 2020. Desconsiderando-se o segmento auto, um dos poucos a apresentar queda, os demais ramos de seguros de danos apresentaram crescimento de 21,9% em relação a janeiro de 2020, o que representa um aumento real de 16,3%, considerando-se o IPCA do período.
3) O seguro de vida segue como destaque dentre os seguros de pessoas, com crescimento de 9,2% em relação a janeiro de 2020, um crescimento real de 4,4%, considerando-se o IPCA do período. O seguro prestamista também se destacou, com alta de 7,8% em relação a janeiro de 2020, um aumento real de 3,1%.
4) As contribuições do VGBL atingiram o patamar de R$ 10,89 bilhões em janeiro de 2021, o que representa uma alta de 1,6% em relação a janeiro de 2020. O PGBL, por sua vez apresentou queda de 14,1% nas contribuições na mesma comparação.
5) Os seguros Rural e Riscos Nomeados e Operacionais, com participação de mercado superior a 6%, foram protagonistas para o desempenho do seguro de danos, com crescimento de, respectivamente, 22,5% e 48,7%, na comparação com janeiro de 2020. Fonte: Segs

5. Saúde: Controle a ansiedade

A ansiedade é um estado caracterizado por medo, apreensão, mal-estar, desconforto, insegurança, estranheza do ambiente ou de si mesmo e, muito frequentemente, pela sensação de que algo desagradável está para acontecer. Sentimentos estes muito comuns em tempos de pandemia.
Além de medicamentos convencionais, existem algumas alternativas naturais que podem nos ajudar a controlar a ansiedade. A forma mais comum de tratar a ansiedade é a prática de exercícios físicos. Praticar exercícios físicos ajuda a lidar com estados de ansiedade porque eleva a produção de serotonina, substância que aumenta a sensação de prazer.
Caminhar três vezes por semana, por pelo menos meia hora, já ajuda a lidar com a ansiedade. Além de ser um exercício para o corpo, a caminhada também pode ser um momento para trabalhar a mente, sob meditação ativa. Quando você anda, pensa. A caminhada de meia hora é um movimento repetitivo e você acaba pensando nos pontos geradores de ansiedade que precisa trabalhar.
Em situações de ansiedade que se estendem por longos períodos como enfrentamos desde março de 2020, recomenda-se evitar os pensamentos negativos ou catastróficos. Deve-se tentar dimensionar a gravidade da situação, questionando a si mesmo se existe uma forma alternativa de análise, se estamos superestimando o grau de responsabilidade que temos nos fatos. Avaliada a situação, devemos substituir os pensamentos sobre o evento temido, principalmente, os negativos por outros pensamentos. Isto não é fácil de ser feito, mas é possível e trata-se de um aspecto importante, pois os pensamentos e as falas negativas agravam a situação, intensificando as respostas autonômicas, como o mal-estar e o descontrole respiratório. Fonte: Minha Vida.com

6. Orientação segura: 2021: o home office veio pra ficar?

Depois da imposição do home office em meio à pandemia da COVID-19, muitas empresas estão adaptando seu dia a dia para manter os colaboradores em casa. As inúmeras vantagens desse modelo de trabalho, como eliminação do tempo de deslocamento, distrações no escritório e praticamente 100% dos colaboradores com internet de qualidade em casa, mostram que a nova realidade veio para ficar.
Mas, como manter o networking com o home office? Segundo o consultor de carreira e negócios da ESIC Internacional, Alexandre Weiler, o relacionamento interpessoal está diretamente ligado ao sucesso profissional. “Empresas são feitas de pessoas, sejam elas colegas de trabalho, possíveis clientes ou parceiros. Manter um bom relacionamento assegura um dia a dia mais produtivo, além de gerar confiança e fidelidade com clientes”, lembra Weiler.
O consultor acredita que mesmo no meio digital dá para manter o networking em dia. “Hoje dispomos de muitas ferramentas online para fazer reuniões, debater assuntos ou pulverizar ideias e serviços das empresas. É preciso ficar atento às novas tecnologias para estar inserido e oferecer sempre ferramentas eficazes para essas relações”, explica.
Hoje, os profissionais podem se relacionar nas mídias sociais, como o LinkedIn por exemplo. A ferramenta permite que o profissional mostre o seu trabalho, se relacione com empresas e feche parcerias e possíveis clientes”, lembra. Recentemente, uma nova rede social foi inaugurada, o Club House, que já conta com milhões de usuários no mundo. A ideia básica da plataforma é que as pessoas conversem e se conectem por áudio: quem participa, pode encontrar chats com palestras, músicas, papos sobre diferentes assuntos.
“É importante estar atento às novidades, estar presente em redes sociais, eventos online e tudo que possibilite que conheça pessoas e faça novas conexões”, alerta Weiler. “E as empresas precisam estar atentas também para essa nova realidade, os espaços físicos continuarão existindo, mas é preciso encontrar soluções eficazes para que sua empresa tenha uma forte presença online”.
"Personal branding, reputação e marca pessoal serão cada vez mais importantes; Portanto, escolher bem onde e como sua marca estará visível será tão importante como quando e quanto tempo deverá estar. Aderência com as demandas do mercado e o tempo de foco ganham cada vez mais relevância”, finaliza. Fonte: Segs

7. Ação Positiva

"Quem teme perguntar, se envergonha de aprender." Joseph Staker

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