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Postado em 23 de Agosto às 09h53

Mensageiro Seguro 954

Institucional (20)
O quanto as escolhas afetam nossas vidas?
 
                Na vida a gente não consegue fugir das escolhas. Se eu lhe dissesse: “Fulano, escolha”. E, você me respondesse: “Eu, não quero escolher”. Assim mesmo você teria feito uma escolha, não é verdade? Não se pode fugir das nossas escolhas!
                O próximo passo importante que devemos dar é entender o que motiva as nossas escolhas. Cheguei a duas vertentes básicas: escolhemos ou por medo ou por amor. Amor aqui entendido como fé, como acreditar.
 
                Precisamos compreender que cada vez que fazemos uma escolha é como se plantássemos uma semente, metaforicamente falando. Em condições adequadas, cada semente germinará e nos dará uma colheita. Assim, se planto abacaxi não poderei colher abacate... Se escolho o medo ao invés do amor logo minha colheita será de medo. Em outras palavras, causa e consequência. Ao não podermos fugir de nossas escolhas não podemos fugir de nossas responsabilidades por elas.
 
                Quero agregar a esta reflexão. Imagine um lago redondo no meio do qual jogamos uma pedra. Ao cair, o que a pedra forma? Um ou vários círculos concêntricos que se espalham ao longo do lago. Crio esta imagem, para dizer que o ato da escolha não se encerra na ação de escolher. Ele reverbera por toda nossa vida além de onde nossos olhos e imaginação podem enxergar. Um exemplo: ao escolher fumar, estou também escolhendo minha morte... ou a causa dela.
 
                Mais um exemplo. Vamos supor que, em meu trabalho, eu tenha um chefe autocrático que me chama a atenção aos gritos na frente de meus colegas. Eu não gosto disso. A partir desse fato tenho a possibilidade da escolha. Ou me calo por medo, ou resolvo mudar este comportamento que não me agrada.        Vamos dizer que eu me cale por medo de perder o emprego.
 
                Esta escolha terá várias (colheitas) consequências intra e interpessoais...        Inicialmente, aquilo que não falo por medo, sou obrigado a engolir. Fisicamente, sento azia, depois gastrite, úlcera e assim por diante. Mentalmente torno-me não produtivo.
 
Emocionalmente, posso chegara ao estresse. Espiritualmente, frustro a possibilidade de exercer meu papel profissional na íntegra. No ambiente de trabalho, perpetuo o que ocorre sem a possibilidade de contribuir para uma mudança.
 
                Vamos imaginar agora que eu escolha por amor/fé. Nada me garante que eu não seja mandado embora. No entanto, se eu quiser mudar uma situação preciso sempre correr riscos e ter fé, acreditando que conseguirei.
 
                A alternativa então é chamar este chefe para uma conversa e expressar-lhe que cada vez que faz isto comigo, ele mexe com minha autoestima, diminuindo-a bem como minha autoridade perante os colegas. Posso pedir-lhe para que imagine se fosse ao contrario e ele estivesse em meu lugar. Posso ainda dizer-lhe, que como chefe, tem o direito de chamar-me a atenção, porém, que o faça de outra forma.
 
                Há mais uma reflexão adicional que quero compartilhar com você. Creio firmemente que nossa vida nada mais é que uma grande escola para nos ensinar a lidar com nossos medos. Imagine uma faculdade. No primeiro ano, medos simples, no segundo medos sutis, no terceiro medos complexos e assim por diante. Cada vez que passamos de ano nos credenciamos a lidar com desafios diferentes. Quanto mais cedo aprendemos a não fugir, acolher e conversar com nosso medos enfrentando-os, mais cedo nos capacitamos a viver plenamente todos os nossos papéis sociais. Somos seres destinados a vivê-los plenamente dando sentido à nossa existência e, muitas vezes, à existência de outros seres humanos. Pronto para escolher? Por Ricardo Farah, coach
 
Seguro da seleção brasileira soma US$ 1,46 bilhão
 
A seleção brasileira tem o terceiro seguro mais caro entre os times que disputam a Copa do Mundo na Rússia. Somado, os seguros dos jogadores brasileiros atinge o montante de US$ 1,46 bilhão, de acordo com pesquisa da Lloyds.
O time brasileiro fica atrás apenas do da França, que soma US$ 1,9 bilhão em seguro, e Inglaterra, com US$ 1,55 bilhão.
O levantamento também aponta que os atacantes são os jogadores mais valiosos, com uma média de US$ 27 milhões em seguros. Já os meio-campistas contam com a maior porcentagem do valor segurado, com 38%. Os jogadores entre 18 e 24 anos tem a maior média de valor segurado, de aproximadamente US$ 28 milhões. Fonte: Sincor - SP
 
OCB se manifesta sobre atuação no mercado de seguros
 
A Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB) divulgou nota posicionando-se sobre o suposto envolvimento de cooperativas em operações ilegais de seguros de veículos. A nota deixa claro que as sociedades cooperativas, atualmente, só podem operar com seguros de saúde, agrícola ou acidentes de trabalho.
 
Segundo a OCB, qualquer outra atuação fora dessas três áreas, e que utilize indevidamente a forma ou o nome ‘cooperativa’, não tem o respaldo da entidade, muito menos autorização legal para funcionar como uma sociedade nos moldes cooperativistas.
 
A íntegra da nota: A Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), representante do setor cooperativista no país, não compactua com este caso específico citado na operação da Polícia Federal. De acordo com a legislação atual (Decreto-Lei 73/1966), as sociedades cooperativas estão restritas apenas a operar com seguros de saúde, agrícola e acidente de trabalho. Qualquer outra atuação que não nesses setores, e que utilize indevidamente a forma ou o nome “cooperativa”, não tem o respaldo da OCB e nem autorização para funcionar como uma sociedade cooperativa.
 
A OCB acompanha as discussões, incluindo o monitoramento do Projeto de Lei (PL) nº 3139/2015, que traz a possibilidade de ampliar a oferta de seguros por cooperativas e, também, associações. O parecer em questão foi apresentado em março, na Câmara dos Deputados, e cabe ainda debate e votação. A atuação das cooperativas no mercado de seguros é uma realidade em quase 80 países e beneficia cerca de 915* milhões de pessoas (físicas e jurídicas).
 
No Brasil, a Lei Geral das Cooperativas (5.764/1971) incentiva o cooperativismo a atuar em qualquer setor e atividade. O modelo cooperativo é baseado no auxílio mútuo, o cooperado divide os bônus e ônus da operação e não é um consumidor. Possui dupla condição: usuário e dono da cooperativa. Ressaltamos que a OCB tem o papel de reforçar os valores desse modelo de negócio, zelando pela transparência, desenvolvimento local e participação democrática. Fonte: OCB
 
Frases comuns que não devem ser usado em e-mails para segurados
 
Em um estudo publicado no Journal Of Personality And Social Psychologyl, em 78% das vezes, as pessoas que escrevem emails achavam que os leitores identificariam corretamente o tom das mensagens. Apenas 56% dos e-mails foram interpretados com precisão.
 
Isso significa que, quando você envia um email para um cliente, existe uma boa chance de ele não entender totalmente a sua intenção. Como você pode testar seus emails para evitar que eles sejam mal interpretados pelos clientes? Comece eliminando os excessos. As frases comuns a seguir são desnecessárias, clichês e fáceis de serem mal-entendidas. Elimine-as do seu repertório de email para aperfeiçoar sua comunicação com os clientes.
 
"Desculpe incomodá-lo". Você pode dizer isso quando quiser demonstrar educação ou consideração pelo tempo do cliente, mas abrir um email com um pedido de desculpas prejudica sua credibilidade na hora. É interesse do seu cliente cooperar com o corretor, por isso não há necessidade de pedir desculpas por enviar a ele um email de trabalho legítimo que vai ajudar em um interesse dele. Em vez de se desculpar, vá direto ao ponto: Por que é você está entrando em contato com ele?
 
"Nós nos falamos".  Essa é uma das frases mais usadas no mundo corporativo, mas ela não precisa ser usada nos seus emails para os clientes. O maior problema dela é que ela é muito vaga. É uma frase vazia, que não explica ao cliente o que você quer discutir, deixando-o completamente no escuro. Substitua-a por uma frase mais realista, que informe ao cliente quais são as próximas etapas. Por exemplo: “Vamos organizar os documentos necessários”.
 
“Para ser sincero com você...” Essa é complicada. Ela costuma ser usada para enfatizar uma afirmação franca ou para suavizar o impacto de um comentário duro, mas pode ter exatamente o efeito oposto. O cliente pode pensar, por exemplo: “Então você não estava sendo sincero antes?” Essa frase aparentemente inofensiva pode dar a entender que você estava o tempo todo escondendo suas verdadeiras opiniões, o que evidentemente não é bom para construir confiança. O cliente escolheu você por sua expertise, portanto ele espera que você compartilhe opiniões verdadeiras de um jeito aberto e honesto, não apenas em situações específicas.
 
"Você deve... " Sim, seu cliente contratou você para orientá-lo, mas não para você tomar as decisões por ele. Pessoalmente, começar uma frase com “Você deve” pode parecer OK, mas por e-mail ela pode ser mal interpretada como controladora e desdenhosa.  No lugar disso, use "Eu recomendo... ". Assim, sua opinião vai ser considerada como uma orientação amigável. Ofereça alternativas a seu cliente, e não ultimatos.
 
“Sem problemas”. Especialistas em atendimento ao cliente discordam: "Sem problemas" pode ser um grande problema. Essa frase cortês pode comunicar sutilmente ao seu cliente que sempre que você faz algo para ele, isso é um problema. "Sem problemas" parece que você está perdoando seu cliente por uma ofensa.
 
"Eu vou tentar..." Quando você responde a uma solicitação do cliente com “Vou tentar fazer até quarta-feira” ou “Vou tentar encontrar a melhor opção" não está passando confiança na sua capacidade de realizar o trabalho. Pior, o cliente pode achar que você está desinteressado ou que não está totalmente envolvido.
 
Na comunicação por email, sem a ajuda da linguagem corporal e do tom, é importante transmitir informações em termos precisos e detalhados. Mesmo se você não souber legitimamente quando vai conseguir concluir uma tarefa, dê um prazo realista ao cliente. Seja claro quanto ao seu prazo e suas prioridades.
 
“O problema é que...” É inevitável que surjam dúvidas ao negociar com um cliente, mas o que realmente importa é a maneira que você as encara. Em vez de considerar um problema como um problema, tente explicá-lo como um desafio específico que tem uma solução conhecida. As informações adicionais vão assegurar o cliente de que você sabe exatamente o que é melhor para ele.
 
"Eu entendo totalmente como você se sente". Antes de escrever isso em um email, pare e pense: Você já esteve nesta situação exata antes? Não? Então, não escreva essa frase. Você só vai frustrar um cliente já frustrado. "Eu entendo como você se sente" pode parecer algo bem-intencionado para escrever a um cliente que esteja enfrentando desafios, mas pode soar distante e condescendente em um email.
Experimente: "Eu sei que isso é muito frustrante para você, mas quero que você saiba que vamos cuidar disso o quanto antes.” Um texto orientado para a ação vai consolar muito mais o cliente do que desculpas vagas.
 
"Como eu mencionei antes... " Algumas vezes, pode parecer que você está explicando sempre a mesma coisa para os clientes, mas é importante evitar essa frase que acaba com o moral. Uma pessoa recebe em média 122 emails por dia, então você terá que perdoar seus clientes se eles ocasionalmente se perderem nas comunicações.
 
Em vez de chamar a atenção pelo fato de você estar se repetindo (por mais que isso possa dar um enorme prazer), tente pensar que, assim como você, seu cliente vive ocupado e, às vezes, deixa passar alguns detalhes despercebidos. Se um cliente insistir nesse erro, a melhor coisa a fazer é marcar uma reunião presencial ou falar por telefone. Nem tudo pode ser resolvido por email.
 
"Se eu puder fazer mais alguma coisa por você, por favor, me avise." A frase pode ser o golpe de misericórdia para sua caixa de entrada, pois ela dá margem a um bombardeio de solicitações e pedidos do cliente, inclusive fora do que está sendo tratado. Perguntar se você pode ajudar seu cliente com qualquer outra coisa parece ser uma forma perfeitamente inofensiva de encerrar um email, mas, dá a entender que você está disposto a acomodar toda e qualquer solicitação que surja. Em vez de abrir as portas para toda e qualquer solicitação nova, seja preciso: "Me avise se você tiver dúvidas específicas sobre o seguro que acabou de contratar". Fonte: Segs
 
Saúde
Os benefícios do Pinhão
A semente é fonte de fibras, proteínas, carboidratos e de minerais importantes como o potássio, o cálcio, o ferro e o zinco. As fibras são aliadas do funcionamento saudável do intestino. Essa característica nutricional contribui para o controle do colesterol, auxiliando na eliminação dos sais biliares (substâncias produzidas por meio do colesterol e utilizadas na digestão das gorduras).
 
O potássio, nutriente importante do alimento, é um vasodilatador. Como contribui para o aumento do diâmetro das artérias, o sangue passa a circular com mais facilidade no organismo, reduzindo, dessa forma, a pressão arterial. Consequentemente, ambos os nutrientes ajudam a evitar doenças cardiovasculares. Destacam-se, ainda, os carboidratos. “O nele contido é do tipo complexo. Ou seja, garante maior saciedade e estimula o equilíbrio intestinal, recuperando a flora bacteriana e melhorando o sistema imunológico”, informa a nutricionista Alline Cristina Schüncke (SP).
 
Como todo alimento, é necessário consumir de forma equilibrada. O pinhão é uma semente bastante calórica e rica em carboidratos. Isso significa que ele garante energia para as atividades do dia a dia, mas é necessário ficar atento às porções. De acordo com a nutricionista Alline, ele deve ser consumido no almoço ou no jantar, acompanhado de salada ou algum tipo de carne.
 
A recomendação é ingerir 100 g por dia (10 unidades), o equivalente a 174 kcal. O pinhão pode fazer parte da alimentação de qualquer pessoa, sem restrição de idade, desde que seja seguida a recomendação diária de consumo. Fonte: Viva Saúde
 
Orientação segura
Você escolhe ser ousado ou covarde?
Os ousados muitas vezes quebram a cara, mas 100% dos que realizaram seus projetos de vida, com certeza, foram muito ousados. Os covardes não correm riscos e, por isso, nunca quebram a cara, mas 100% dos covardes jamais realizarão seus projetos de vida, pois passarão toda a vida fugindo e buscando segurança, privilégios e garantias para não fracassarem.
 
Não há garantias. Há oportunidades. O que você tem feito com essas oportunidades? Qual é o seu projeto de vida? Aonde você quer chegar? Como você tem se relacionado com o medo, enfrentando ou fugindo? Geração de Valor
 
Ação positiva
"Tudo o que você realiza ou deixa de realizar na vida é o resultado direto dos seus pensamentos."James Allen
Certa Corretora de Seguros e Certificação Digital - Chapecó/SC O quanto as escolhas afetam nossas vidas?                   Na vida a gente não...

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