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Postado em 23 de Agosto às 10h11

Mensageiro Seguro 956

Institucional (20)
Homem X Máquina: o futuro do trabalho nas mãos
 da espiritualidade e da humanidade
 
                Com a previsão de que apenas 4% da população estará empregada daqui 60 anos, carreiras que envolvem relações interpessoais serão alternativas valorizadas.
 
                Um cenário que alguns futuristas desenham para os próximos 50 ou 60 anos é que apenas 4% da população mundial estará empregada. Essa previsão se dá ao observarem as revoluções tecnológicas deste século e as mudanças que elas trouxeram para a sociedade. Ao analisarmos esses pontos da história, a relação do homem com a tecnologia, percebemos impactos positivos, como na área da saúde, e negativos, com os chamados desempregos tecnológicos. Neste contexto de um futuro próximo uma pergunta preocupante surge: como ficarão os outros 96%?
 
                Para responder essa questão é necessário pensar primeiro sobre os 4%, a minoria que formará os trabalhadores. Primeiro, se você deseja fazer parte dessa porcentagem será necessário desenvolver duas importantes habilidades: flexibilidade e polivalência. Hoje, já não temos condições de manter a rigidez criada pela teoria de Ford e logo veremos as especialidades particulares do operário serem substituídas por essas novas competências procuradas pelo mercado. A mudança será tão grande que as escolas vão precisar se adaptar a essa nova visão de mundo, se adequar a esse perfil de sociedade em que as máquinas desempenham o papel de desenvolver novas formas de produção, procurando sempre a maximização do lucro, além de continuar a oferecer conforto, segurança e prazeres.
 
                Não devemos pensar em tal cenário futurista como uma luta do homem contra a máquina, mesmo porque a tecnologia traz uma vida melhor, com mais praticidade e conforto em diversas áreas. Esse impacto vai criar novos padrões de consumo, de produção e outra visão de trabalho. A própria família terá outro tipo de funcionamento, as escolas deverão ser mais funcionais e, com esse avanço tecnológico, a humanidade precisará lidar com a energia natural e o respeito à natureza. Com isso em mente, haverá uma série de fatores que poderão abrir espaço para campos de atuação diferentes dos tradicionais. Cursos tradicionais, tais como Administração e Engenharia, sempre vistos como carreiras garantidas no mercado, serão revistos em função dessa nova organização mundial.
 
                Estamos diante de uma nova ordem social, que, assim como a revolução industrial, exige essa mudança na organização das sociedades humanas. O novo desenho já não será Capital x Trabalho, talvez se torne Tecnologia x Trabalho. Mas será que isso indica que os 96% da população mundial desempregada deverão brigar com as máquinas? Como diz Don DeLillo, por um lado a tecnologia cria o apetite pela imortalidade, visto os avanços na área da medicina e biomédica, por outro ameaça a extinção do homem social, e esse talvez seja o grande desafio dessa nova fase.
 
                Mas não há motivo para entrar em pânico. Da mesma forma que os 4% darão conta do trabalho, assessorados pelas máquinas, talvez os outros 96% mostrem que o propósito da criação do mundo e do universo não seja necessariamente o trabalho. Talvez o ser humano deva buscar na espiritualidade e na humanidade outros serviços que serão extremamente prestigiados com essa nova configuração mundial. O Judaísmo milenarmente garante que cada indivíduo deve internalizar que: “para mim o mundo foi criado”!
 
                Einstein já dizia que se tornou aparentemente óbvio que nossa tecnologia excedeu nossa humanidade, e o espírito humano precisa prevalecer sobre ela. Então, no futuro, todas as carreiras que envolverem essas relações interpessoais serão supervalorizadas. As máquinas podem até substituir vários homens ordinários, mas nunca extraordinários. Se eu fosse você, focaria em transformar seus filhos em pessoas extraordinárias. Por Thiago Garcia
 
Mercado se seguros mundial alcança R$ 5 trilhões em prêmios
 
Em 2017, os prêmios de seguros em todo o mundo atingiram o montante de R$ 5 trilhões, um avanço de 2,2% na comparação com o ano anterior. Na avaliação sobre os tipos de seguro, os de não vida mostraram crescimento maior, de 2,8%, enquanto os de vida tiveram aumento de apenas 0,5%.
 
Os prêmios de vida globais aumentaram cerca de US$ 2,7 trilhões em 2017, enquanto os prêmios globais de não vida avançaram US$ 2,2 trilhões. De acordo com o relatório sigma, realizado pela Swiss Re Institute, a queda nos prêmios de vida em mercados maduros, como Europa e Estados Unidos, é a razão para crescimento tímido do mercado mundial.
 
O estudo ainda aponta que os mercados emergentes, principalmente o chinês, foram fundamentais para o avanço do setor no ano passado. Os prêmios de vida avançaram 14%, enquanto os de não vida tiveram crescimento de 6,1%.
 
Para os próximos anos, o Swiss Re Institute prevê o aumento dos prêmios de seguros de vida globais, impulsionado pelo forte crescimento na China. No entanto, a rentabilidade continua sob pressão devido às taxas de juros baixas, ao aumento da concorrência e às alterações regulatórias.
Fonte: Sincor SP
 
Mercados emergentes lideram crescimento
dos prêmios de seguro mundial
 
Os prêmios da indústria de seguros mundial continuaram a subir em 2017, apesar de em um ritmo mais lento que 2016 (1,5% contra 2,2%), com os mercados emergentes liderando esse processo, segundo a mais recente edição do relatório Sigma, do Swiss Re Institute.
 
Enquanto os prêmios de seguros do segmento vida cresceram 0,5%, totalizadno 2,7 trilhões de dólares, os prêmios de seguros do segmento não vida cresceram 2,8%, chegando a 2,2 trilhões de dólares. Os mercados emergentes, principalmente a China, continuam a ser os grandes impulsionadores desse crescimento, particularmente no segmento vida, visto que os EUA e a Europa Ocidental tiveram queda desses prêmios.
 
O estudo, entretanto, prevê que os EUA voltem a liderar o crescimento dos prêmios no segmento não vida devido ao fortalecimento de sua economia, enquanto a China deve continuar a ser a impulsionadora do segmento vida, que cresceu 21% em 2017 no país asiático, valor bem acima da média dos últimos 10 anos. Fonte: CNseg
 
Análise do seguro no Brasil e no mundo
 
Nesse mês, a resseguradora Swiss Re divulgou o seu tradicional levantamento anual, com a comparação dos dados dos mercados de seguros dos países, destacando que o segmento de seguro de pessoas ainda tem potencial para crescer nos países emergentes.
 
De 2015 para 2016, a elevada taxa de crescimento do VGBL (inserido pela Swiss Re no grupo “Vida”) resultou em um incremento de participação mundial do Brasil nesse tópico. Por exemplo, de 1,46% para 1,57% da receita total dos países. Por outro lado, o segmento “Não Vida” teve uma trajetória oposta, ainda em função dos fortes efeitos da crise econômica, com queda de 1,58% para 1,50% da receita total dos países.
 
De 2016 para 2017, o setor de seguros no país teve recuperação por dois motivos, quando comparado aos dados mundiais. Primeiro, o próprio crescimento de receita em reais e, segundo, o ganho cambial, pela desvalorização do dólar. Lembrar que a receita de seguros de todos os países é transformada para dólares pelo câmbio médio do ano. Com isso, ao contrário da variação assimétrica de 2015 para 2016, agora os dois segmentos cresceram, em termos de participação no mundo. O de “Não Vida”, de 1,50% para 1,63%; e o de “Vida”, de 1,57% para 1,76%.
 
No total, as participações do Brasil - em 2015, 2016 e 2017 – foram, respectivamente, 1,52%, 1,54% e 1,70% do mercado segurador mundial. Isto é, apesar das dificuldades, houve crescimento no período em questão. Atualmente, o país ocupa a 12ª posição geral no mercado segurador mundial.
 
É sempre bom lembrar que, nesse estudo da Swiss Re, não está incluído o seguro saúde. Assim, para evitar discussões teóricas - como, por exemplo, se o VGBL deve ser ou não incluído nesse cálculo ou que segmento das operadoras de saúde devemos considerar como faturamento de seguro -, um indicador mais tranquilo é avaliar somente a evolução do mercado de “Não Vida” na receita mundial de seguros.
 
Em termos didáticos, podemos separar a evolução do mercado segurador brasileiro em quatro fases. De 2007 a 2011, forte taxa positiva de crescimento. De 2011 a 2014, estabilidade na participação. De 2014 a 2016, queda, pelos efeitos de crise econômica. De 2016 a 2017, já temos uma recuperação, embora ainda lenta. Agora, o desafio é acelerar essa trajetória. Por Francisco Galiza
 
DPVAT: homens receberam 75% das 384 mil indenizações
 
Sabe aquele dito popular, segundo o qual, “mulher no volante, perigo constante”? Esqueça! Segundo dados da Seguradora Líder, as mulheres representam apenas 25% das indenizações pagas pelo Seguro DPVAT em 2017.
 
Os dados são do Boletim Estatístico Especial “Mulheres no Trânsito”, divulgado recentemente pela Seguradora Líder e que afirmam que, do total de 384 mil indenizações pagas no último ano, 75% foram para vítimas do sexo masculino. Nos casos de indenizações por morte, a diferença é ainda maior, pois apenas 18% das vítimas são mulheres.
 
Ainda de acordo com a Seguradora Líder, outro dado relevante apurado em 2017 foi que, considerando as estatísticas referentes ao condutor do veículo, apenas 7% das indenizações pagas foram para motoristas do sexo feminino. Esse dado sinaliza, portanto, que as mulheres são mais cuidadosas, prudentes e se envolvem menos em acidentes, características já comprovadas, inclusive, por especialistas.
 
Dados do Departamento Nacional de Trânsito (Denatran) mostram que, dos 67 milhões de motoristas no Brasil, 34% são do sexo feminino, mas elas recebem apenas ¼ das indenizações. Proporcionalmente, se envolvem em menos acidentes de trânsito. Segundo o Censo do IBGE 2010, a população brasileira é composta por 49% de homens e 51% de mulheres. Fonte: Cqcs
 
Afinal, as redes sociais devem ser profissionais?
 
Em pleno século XXI, vivemos dentro do mundo globalizado em que notícias são compartilhadas diária e quase instantaneamente. O mesmo podemos dizer sobre as redes sociais, principalmente quando falamos do usuário brasileiro. Segundo o IBGE, 94,2% dos brasileiros usam a internet para interagir entre si dentro do ambiente digital.
 
No entanto, vemos que são poucas as pessoas que se atentam ao uso das redes sociais – e dessa vez, não falo de uso exagerado tampouco algo do gênero, o que quero abordar neste artigo é a forma que elas são usadas e os impactos que geram dentro do ambiente de trabalho.
 
Para demonstrar, podemos citar o vídeo com o caso que causou indignação em níveis mundiais nas últimas semanas, sobre ofensas de cunho sexual proferidas à uma repórter russa por parte dos brasileiros. Tal evento culminou em demissões e repercussão negativa as pessoas que faziam parte daquele grupo.
 
O fato é que, quando dentro de uma empresa, o colaborador faz parte dela seja durante o expediente ou não, inclusive em suas próprias redes sociais, mesmo quando a opinião pessoal é expressada dentro dela, ele precisa ter a percepção de que não existe algo inteiramente pessoal, uma vez que todas as nossas redes fazem parte da construção de uma imagem pessoal e profissional positiva ou negativa, impactando diretamente sobre como os colegas de trabalho, líderes ou liderados, parceiros e fornecedores passam a ver o colega.
 
A sensibilidade e a empatia precisam urgentemente permear ambientes como o futebol – que aguça o sentido de pertencimento de uma nação unificada, sem que o indivíduo possa lembrar de muitas outras questões cognitivas, principalmente o bom senso de avaliar a forma como uma atitude individual afeta o entorno coletivamente. Fonte: Segs
 
Saúde
Adultos influenciam na forma como as crianças se alimentam
      Ajudar as crianças a se alimentar adequadamente pode ser um desafio. Algumas comem, sem maiores problemas, o que lhes é oferecido, enquanto outras acabam não ingerindo quase nada. Um novo estudo realizado na University of Colorado School of Medicine mostra que os pais influenciam, muito mais do que eles imaginam, na forma como seus filhos se alimentam.
 
      Na pesquisa, cientistas observaram, todos os dias, as refeições nas casas de 145 pais e seus filhos em idade pré-escolar na cidade de Houston, EUA. Os resultados revelaram que os pais ofereciam às crianças porções muito semelhantes as que eles próprios ingeriam. Para algumas crianças, isso resultou no consumo de porções indicadas a um adulto.
 
      A boa notícia é que os pais influenciam seus filhos muito mais do que eles imaginam. O desafio continua a ser como incentivar as crianças a desenvolver uma dieta saudável e comer quantidades que as ajudem a crescer de forma adequada. Claramente, hábitos e comportamentos da família são incrivelmente importantes nesse contexto.
 
      Susan sugere prestar atenção às porções oferecidas às crianças para garantir que os pais sirvam quantidades adequadas à escala infantil de alimentos saudáveis. Fazer com que os filhos comam de acordo com as suas noções de fome e saciedade, ao invés de os pais decidirem o quanto é suficiente, também é um passo importante para a promoção da alimentação saudável e do crescimento. Fonte: Vida e Saúde                           
 
Orientação segura
Se não puderes ser um pinheiro no topo de uma colina,
Sê um arbusto no vale mas sê o melhor arbusto à margem do regato.
Sê um ramo, se não puderes ser uma árvore.
Se não puderes ser um ramo, sê um pouco de relva
E dá alegria a alguma caminho.
Se não puderes ser uma estrada, sê apenas uma senda,
Se não puderes ser o sol, sê uma estrela.
Não é pelo tamanho que terás êxito ou fracasso...
Mas sê o melhor no que quer que seja. Pablo Neruda
 
Ação positiva
"Se quiser por à prova o caráter de um homem, dê-lhe poder." Abraham Lincoln
Certa Corretora de Seguros e Certificação Digital - Chapecó/SC Homem X Máquina: o futuro do trabalho nas mãos  da espiritualidade e da...

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