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Postado em 08 de Janeiro às 16h47

MENSAGEIRO SEGURO 1086

Institucional (147)
Certa Corretora de Seguros e Certificação Digital - Chapecó/SC Mensageiro Seguro Número 1.086 – Ano XIV – 08/01/2021 Publicação Semanal da Certa Administradora e Corretora de Seguros Ltda....

Mensageiro Seguro
Número 1.086 – Ano XIV – 08/01/2021
Publicação Semanal da Certa Administradora e Corretora de Seguros Ltda. Edição: Samara Braghini

Leia nesta edição do Mensageiro Seguro


1. Você aguenta ser feliz?
2. Contran autoriza digitalização de documentos de registro
3. Idosos são os que mais contratam planos de saúde médico-hospitalar
4. O que é, como funciona e qual a importância da brigada de incêndio?
5. Saúde: Sobrepeso e atividade física
6. Orientação segura: Economizar, poupar e ser feliz
7. Ação Positiva


1. Você aguenta ser feliz?

Ser feliz é quase uma dieta, uma alimentação balanceada da alma.

Eu fiz uma cirurgia bariátrica há muitos anos, de maneira estabanada, para me livrar dos meus antigos 150 quilos. Meu pai morreu do coração aos 45 anos, e eu não podia continuar com aquele peso. O médico diz que você vai poder comer de tudo. O problema é que você passa a beber de tudo também.

Eu quase virei alcoólatra. Como, aliás, acontece com muitas pessoas que fazem bariátrica sem se preparar antes e sem supervisão depois. E foi para cuidar dos meus excessos —de cigarros, bebidas, cafés, refrigerantes e remédios para dormir— que eu, graças a Deus, conheci o médico psiquiatra Arthur Guerra. Ele transformou a minha vida não me entupindo de mais remédios, mas tirando esses remédios e me entupindo de esportes.

Guerra me botou para fazer triatlos e maratonas e me fez descobrir um mundo que acorda às 5 da manhã e dorme exausto e feliz às 10 da noite. Mas, de tudo o que Arthur Guerra me ensinou, nada é mais brilhante do que a pergunta dele que eu coloquei em cima da minha mesa de trabalho e a que tento responder todos os dias: “Nizan, você aguenta ser feliz?”. Esta, querido leitor e querida leitora, é a pergunta que dou de presente de Ano-Novo depois de um ano de tantas tristezas, mas também superações. Você aguenta ser feliz?

A pessoa luta para alcançar determinados objetivos na vida e, se e quando consegue atingi-los, quer mais e mais. A gente sonha com uma meta e, quando chega lá, começa a sofrer atrás de outra mais distante. Pedimos aos céus o que não temos, em vez de agradecermos o que já temos. E, quando atingimos o que tanto queríamos, aí queremos neuroticamente um novo objetivo. Ou seja, estamos sempre deixando para ser feliz na próxima conquista. Isso pode ser (e é) motivador, mas muitas vezes é enlouquecedor também.

Então meu ponto aqui é que a felicidade, como tanta coisa nessa vida, é uma questão de disciplina. O dalai-lama diz que a felicidade é genética ou treinada. E de fato tem gente que é feliz por natureza. Para nós, a grande maioria, ela é uma conquista. É como se fosse uma outra carreira, interna: administrador de si mesmo.

E essa pessoa insaciável retratada nesta coluna está, em maior ou menor grau, dentro de todos nós. Os felizes não a escutam muito. Os infelizes são dominados por ela. Esse comportamento nos leva a fazer duas coisas que são absolutamente inúteis: tentar corrigir erros de coisas que ficaram no passado e postergar a felicidade para conquistas que enxergamos no futuro. Como passar 2021 tentando corrigir os fracassos de 2020 ou adiando a felicidade para 2022.

Por isso, a pergunta é necessária. Será que você aguenta ser feliz? Até porque as melhores coisas da vida não têm preço: amor, família, amigos, fé, respiração. Ser feliz é quase uma dieta, uma alimentação balanceada da alma. Que mistura bens materiais e, principalmente, imateriais.

Essa é uma reflexão para você, pessoa física, mas que pode ajudar muito a pessoa jurídica. Por isso Harvard tem tratado tanto da administração da pessoa ao tratar da administração da empresa. O que desejo a você, leitor, é o que eu me desejo em 2021 e será o meu desafio diário: que você lute para ser as coisas que queira ser, mas não despreze o que é conquistado, o que já é. E que viva 2021, e não 2020 ou 2022.

Até porque o ano que começa será, tem que ser, um ano de cura, de vacina, de virada e de vida. 2020 foi um ano de grande tristeza. De muitas perdas. De muitas e duras lições. Ficamos desesperados e muito tristes, e essa tristeza era inevitável. Mas a vida precisa da felicidade, e a felicidade precisa da vida. Nizan Guanaes é empreendedor e criador da N Ideias


2. Contran autoriza digitalização de documentos de registro

No dia 04 de janeiro entrou em vigor a resolução emitida pelo Conselho Nacional de Trânsito (Contran) que autoriza a digitalização dos documentos de registro e de transferência de veículos – no caso, o Certificado de Registro do Veículo (CRV), o Certificado de Licenciamento Anual (CLA) e o comprovante de transferência de propriedade (antigo DUT).

“O CRV e o CLA serão integrados ao Certificado de Registro e Licenciamento do Veículo (CRLV-e) e o DUT se desvincula do CRV e se transforma na Autorização para Transferência de Propriedade do Veículo (ATPV-e)”, informa por meio de nota o Ministério da Infraestrutura.

De acordo com a pasta, a medida vale para veículos registrados a partir da entrada em vigor da resolução. Documentos expedidos antes disso, impressos em papel-moeda verde, continuarão valendo. O CRLV-e estará disponível em formato digital, após a quitação de todos os débitos, no aplicativo da Carteira Digital de Trânsito (CDT), pelo celular, no portal do Denatran ou por meio dos canais de atendimento dos Detrans.
“O proprietário também pode imprimir o documento em papel A4 comum, branco, que terá o QR Code de segurança, válido para fiscalização”, complementa a nota ao ressaltar que o registro deve ser feito nos casos de compra de veículo zero km; de compra ou venda de veículo usado; de mudança de município de domicílio ou residência do proprietário; e de mudança de categoria ou alteração de característica do veículo.

Para quem já possui o documento de registro e a autorização para transferência de propriedade (DUT) em papel-moeda (para veículos registrados antes de 2021), as mudanças não trarão impactos práticos. Nesse caso, quando o proprietário for vender o veículo, deverá seguir o mesmo procedimento atual, que é de preencher o verso do documento com os dados do comprador, reconhecer firma no cartório e, por fim, ir ao Detran para efetivar a transferência.

Segundo o Contran, os procedimentos mudarão apenas no caso de veículos registrados a partir do dia 4 de janeiro, com o Detran passando a expedir somente o CRLV-e em formato digital. “A ATPV-e, que antes vinha em branco, no verso do documento, a partir de agora será expedida somente quando o proprietário for vender o veículo. Na ocasião, o proprietário solicita junto ao Detran, presencialmente ou por meio de algum canal de atendimento digital, a expedição do documento de transferência, informando os dados do comprador. O Detran disponibiliza a ATPV-e preenchida e com o QR Code de segurança. A partir daí, o procedimento é o mesmo de antes: reconhecimento de firma no cartório e efetivação da transferência no Detran”, detalha o Contran ao antecipar que, em breve, a transferência poderá ser realizada totalmente em meio digital.

A expectativa do órgão é de que, até o fim do primeiro semestre, seja possível transferir a titularidade do veículo por meio da CDT ou pelos portais do Denatran e do Detran onde o veículo estiver registrado. Para isso, será necessário que o antigo e o novo proprietários tenham algum tipo de assinatura digital válida. Fonte: Agência Brasil

3. Idosos são os que mais contratam planos de saúde médico-hospitalar


O setor de saúde suplementar registrou alta de beneficiários pelo quinto mês consecutivo após sucessivas quedas em função da pandemia do novo Coronavírus. Os dados são da Nota de Acompanhamento de Beneficiários (NAB), produzida pelo Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (IESS). Com a retomada, o setor atingiu a marca de 47,3 milhões de pessoas, avançando 0,7% no período de 12 meses encerrado em novembro de 2020.

Segundo José Cechin, na avaliação trimestral, entre agosto e novembro de 2020, o crescimento é ainda maior. "Nesse período, os mais de 476 mil novos beneficiários de planos médico-hospitalares significaram um crescimento de 1% no total. O que mostra que o mercado brasileiro pode ter encontrado alternativas de amenizar os impactos da pandemia", comenta. "Mesmo com a queda no primeiro semestre de 2020, os números mostram que as famílias e as empresas brasileiras permanecem com seus planos de saúde apesar da crise atual", acrescenta.

Na análise anual, a faixa etária de 59 ou mais foi a que registrou o crescimento mais expressivo, com avanço de 2,9%. Na trimestral, no entanto, os brasileiros entre 19 e 58 anos foram maioria. Os mais de 334 mil novos beneficiários representam um aumento de 1,2% no período.

Cechin reforça que o mercado de saúde suplementar tem uma relação direta com o número de empregos formais no país e depende de sua recuperação, especialmente nos setores de indústria, comércio e serviços nos grandes centros urbanos. "Seguiremos acompanhando de perto como a economia brasileira irá se comportar nesse ano que se inicia", aponta Cechin.

Para se ter uma ideia, em novembro de 2020, 38,3 milhões, ou 80,8%, de beneficiários de planos médico-hospitalares possuíam um plano coletivo. Desses, 83,6% eram do tipo coletivo empresarial e 16,4% do tipo coletivo por adesão.

A NAB consolida os mais recentes números de beneficiários de planos de saúde médico-hospitalares e exclusivamente odontológicos, divididos por estados, regiões, faixas etárias, tipo de contratação e modalidade de operadoras. Fonte: Segs


4. O que é, como funciona e qual a importância da brigada de incêndio?

É de extrema importância possuir funcionários que, além de executar as suas funções, possuam conhecimento estratégico nesta área, pois é uma maneira de minimizar chances de eventuais erros na prevenção de acidentes, além de trazer mais segurança a todos que estão trabalhando ou usufruindo dos espaços da empresa.

Brigada de incêndio pode ser definida como um grupo de pessoas que tem as suas determinadas funções em uma empresa, porém, se necessário, em casos de riscos de incêndios, evacuação de ambientes, atendimento de emergências, primeiros socorros, checagem de extintores e saídas de emergências, as mesmas sabem como conduzir, orientar ou participar realizando estas atividades corretamente.

Para obter pessoas responsáveis pela brigada na empresa é necessário determinar um grupo das mesmas e dar o conhecimento teórico e pratico de como realizar determinadas ações que possam resultar positivamente em um momento de risco. Para obter esse conhecimento, é necessário contratar um especialista de ensino através de empresas especificas em prestar este tipo de serviço, o qual fornece uma palestra explicando cada ponto, apresenta detalhes importantes da brigada de incêndio e, em seguida, realiza simulações com essa equipe, demonstrando inúmeras possibilidades corretas de reagir a uma situação de risco.

Preocupar-se e dar conhecimentos aos colaboradores resulta diretamente e positivamente nas empresas, pois desta maneira, eles se tornam mais dinâmicos, responsáveis e importantes dentro da organização. Fonte: AARB Notícias

5. Saúde: Sobrepeso e atividade física

É comum pessoas com sobrepeso dizerem que não fazem atividade física porque não podem ou porque sentem dores ou já apresentam problemas ortopédicos. Mas estas afirmações não passam de ideias equivocadas.

Mesmo estando acima do peso você pode optar pela prática esportiva como hábito em sua rotina. As atividades aeróbias, que auxiliam na perda do peso, podem ser realizadas desde que se tomem alguns cuidados para não haver sobrecargas articulares. Segundo a fisioterapeuta Rafaela Gonçalves, nesta fase são recomendáveis atividades de baixo impacto como hidroginástica, bicicleta e caminhada. “Já as atividades aeróbicas de alto impacto, como a corrida, podem sobrecarregar as articulações – joelhos, quadris e tornozelos, a coluna vertebral e a região lombar”, afirma.

Quando o objetivo é a perda de peso, é necessário paciência e determinação. Apesar dos primeiros resultados serem imperceptíveis, os benefícios à saúde são boas razões para a pessoa continuar a buscar sua meta. “Em média, em um mês, quando realizada três vezes na semana, e com alimentação equilibrada, já podem ser notadas mudanças no enrijecimento dos músculos e no sistema cardiorrespiratório”, conclui a fisioterapeuta. Fonte: Blog Abilio Diniz

6. Orientação segura: Economizar, poupar e ser feliz

Parecem óbvias as diferenças entre economizar, poupar e investir. Mas não são tão simples assim. Muita gente confunde e não tira bom proveito por conta disso. Na vida financeira, o foco deve estar mais na educação do que nas finanças. Isso inclui a busca de informações e esclarecimentos para a simplificação e a melhoria de ações que ajudem a otimizar os resultados.

No contexto da educação financeira, compreender bem as diferenças entre essas ações e os resultados que produzem em nossas finanças pessoais é fundamental para que as posturas e atitudes sejam mais objetivas e produtivas.

De maneira simplificada, fazer economia significa gastar menos do que o esperado, otimizar gastos, obter descontos, aproveitar promoções e oportunidades, fazer substituição de produtos, valer-se de convênios, adiar ou evitar o consumo, negociar preços, enfim, desembolsar menos para obter benefícios estabelecidos em patamares de preços superiores. Economizar é gastar menos em alguma situação, independente de fazer ou não acúmulo de recursos. Não é o mesmo que poupar ou investir. Há quem faz economia, mas não faz poupança. Economiza de um lado e gasta ou até desperdiça em outros. Não terá como investir.

Poupar é deixar de gastar parte da renda ou do dinheiro disponível tendo como objetivo ou consequência o acúmulo de recursos. Mesmo sem fazer economia, é possível poupar. Mas se a soma dos gastos for menor do que os ganhos no período, o resultado é formação de poupança. De maneira simples, poupar é gastar menos do que se ganha.

Não é o mesmo que economizar ou investir. Uma boa estratégia para aumentar o potencial de poupança é fazer economia. Mas, apenas poupar não garante a preservação ou o aumento do poder aquisitivo. Investir é alocar recursos, assumindo riscos, para obter rendimentos, ganhos adicionais. De maneira geral, não existe investimento livre de riscos. Nem rendimento sem investimento. O importante, ao investir, é estar consciente das regras, riscos e condições.

É preciso preparar-se para investir. O começo pode ser fazendo economia. Logo a seguir fazendo poupança. Mas isso é apenas um ponto de partida. E toda caminhada, o importante é o primeiro passo e a direção certa. Apesar dos riscos de qualquer investimento, muito mais arriscado é não investir. Aliás, não investir não tem risco. Tem-se a certeza de que haverá perdas, desde a do poder aquisitivo até a perda de perspectivas. Mas isso é o lado menos interessante da moeda.

O bom de fazer investimentos é que geralmente estão associados a objetivos, sonhos, desejos. Quanto mais intensos e claros forem, mais motivação para a busca dos melhores meios para atingi-los. Mas quando se trata de investimentos financeiros, não pode faltar o básico: dinheiro, claro. Tempo, oportunidades, taxas interessantes e estratégia são importantes também.

Não está conseguindo fazer economia? Mude seus hábitos. Não está conseguindo fazer poupança e acumular recursos? Busque outros caminhos, outros produtos. Busque motivações. Depois de economizar e poupar, rumo ao terceiro passo: invista e faça seu dinheiro render boa qualidade de vida. Fonte: CNseg

7. Ação Positiva

"Estude o passado, se quiseres decifrar o presente." (Confúcio)

Certa Seguros
Av. Getulio Vargas 1403N Sala 201
Ed. Don Ricardo
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