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Postado em 09 de Abril às 10h49

Mensageiro Seguro 994

Institucional (44)
Certa Corretora de Seguros e Certificação Digital - Chapecó/SC Mais segurança para bombas de combustível Mudanças importantes no parque nacional de bombas medidoras de combustíveis estão sendo tratadas...

Mais segurança para bombas de combustível

Mudanças importantes no parque nacional de bombas medidoras de combustíveis estão sendo tratadas entre o Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia – Inmetro, o Instituto Nacional de Tecnologia da Informação – ITI e o setor produtivo.
No dia 25 de março, os atores reuniram-se no campus de laboratórios Xerém, no Rio de Janeiro, para discutir aspectos tecnológicos que garantam soluções mais seguras, reduzam as fraudes e alavanquem a competitividade da indústria, a partir de parâmetros internacionais.
A reunião foi conduzida pela presidente do Inmetro, Angela Flores Furtado, e pelo diretor-presidente do ITI, Marcelo Buz. O objetivo é estabelecer qual criptografia será usada no certificado digital que será armazenado nas bombas. “Buscamos a melhor solução para o setor produtivo e para o consumidor final”, afirmou a presidente do Inmetro. Para Buz, os debates são fundamentais para o sucesso da iniciativa.
O diretor de Metrologia Legal, Marcos Trevisan, alertou sobre o quanto as alterações no regulamento técnico metrológico das bombas de combustíveis impactam a sociedade e reforçou os três princípios básicos que o Inmetro segue em suas regulamentações: excelência técnica, convergência regulatória e transparência. “Trabalhamos com soluções excelentes e consagradas e não podemos regular de uma forma e ter o resto do mundo fazendo diferente. Além disso, governo, indústria e agências reguladoras precisam participar das discussões”, explicou.
O assessor da presidência do ITI, Ruy Ramos, falou sobre os requisitos do futuro certificado digital: longevidade (validade de 10 anos) e grande capacidade de processamento. Agora, o setor produtivo elencará eventuais questionamentos em relação às soluções sugeridas pelos institutos nacionais para que se possa chegar na melhor solução, que garanta segurança aos consumidores, viabilidade econômica do projeto e competitividade à indústria. Fonte: Inmetro

Como ter sorte na vida?

Você sabe como ter sorte na vida? Sabe como fazer as coisas conspirarem a seu favor? Será que o que você faz para a sorte se manifestar encontra respaldo na ciência? Ou é mera superstição?
Michael Jordan, considerado o maior jogador de basquete de todos os tempos, usava dois shorts em suas partidas. Por baixo da bermuda do Chicago Bulls, time que o consagrou, o jogador usava a bermuda da Universidade da Carolina do Norte por acreditar que trazia sorte. Obviamente, a bermuda da sorte era o fator de menor importância no seu desempenho. O sucesso dependia muito mais do talento, do aperfeiçoamento constante e dos colegas de time.
Por que mesmo pessoas de alto desempenho como Michael Jordan acreditam em sorte? Segundo um estudo da Koeln University, quando uma crença em uma superstição é ativada, a performance em uma atividade motora ou cognitiva tende a aumentar. Essa melhoria ocorre por conta de um mecanismo de autoeficácia percebida. Sentindo-se sortudas, as pessoas se consideram mais capazes para enfrentar desafios. E com essa maior disposição acabam conseguindo melhores resultados práticos.
Mas o que, de fato, significa ter sorte? No dicionário, sorte é definida como uma força sem explicação que influencia de forma favorável certos acontecimentos. Já grandes filósofos, como Sêneca, dizem que sorte é aquilo que acontece quando a preparação se encontra com a oportunidade. Estudos científicos, como o da Koeln University, dizem, o melhor é ver a sorte simplesmente como uma crença.
A percepção da sorte como uma crença foi analisada por pesquisadores. A University of California publicou que, se você acreditar em sorte, o melhor é que sua crença seja em se ver como uma pessoa sortuda. Na pesquisa, as pessoas que acreditavam ser sortudas obtiveram resultados práticos melhores do que aquelas que acreditavam que a sorte é algo passageiro. As pessoas que acreditam na sorte como um atributo estável mostraram um nível maior de autodeterminação. Por se sentirem mais confiantes, essas pessoas tendem a ser mais ousadas em suas ações e decisões. Com isso, correm atrás de seus objetivos pessoais com mais persistência e assim conseguem melhores resultados práticos. Por outro lado, quem acredita que a sorte é um elemento imprevisível, aleatório ou passageiro, não se vê no controle dos resultados. E assim acabam agindo menos e obtendo resultados piores.
A sorte por si mesma não é capaz de gerar resultados práticos. A Universidade da Pensilvânia mostrou isso em um estudo com alunos que se preparavam para o exame TIMSS (Trends in International Mathematics and Science Study). O resultado foi que os estudante que mais acreditavam na sorte foram os que tiveram pior desempenho no exame. A razão é simples. Eles acreditavam que sabiam como ter sorte e por isso não precisavam estudar tanto.
Isso é bem diferente do caso do Michael Jordan. Além de acreditar em como ter sorte, ele treinava, se preparava e se dedicava como poucos. Se você quer acreditar que é naturalmente sortudo e isso te faz bem, ótimo. Você pode continuar usando seu talismã, seu amuleto ou seu ritual da sorte. Mas não fique dependendo da sorte para obter seus resultados.
Para saber como ter sorte na vida, você precisa se preparar para aproveitar as oportunidades que aparecem. E, se elas não aparecerem, você precisa criar suas oportunidades. Não adianta apenas querer saber como ter sorte. É melhor ter vontade de se preparar para ter sorte. Com mais confiança, determinação e vontade, você estará pronto para dar o seu melhor e colher os resultados. Seiiti Arata

Certificado Digital ICP-Brasil será obrigatório para usuários do Siscoaf

Para garantir segurança e proteção das informações transacionadas digitalmente, o Conselho de Controle de Atividades Financeiras – Coaf, do Ministério da Economia, exigirá o uso do certificado digital no padrão da Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira – ICP-Brasil para acesso ao Sistema de Controle de Atividades Financeiras – Siscoaf.
Segundo o Conselho, o processo de adesão ao uso do certificado digital será gradual, na primeira etapa, que terá início em 3 de junho de 2019, o cadastramento e as atualizações de pessoas físicas e jurídicas submetidas à regulação e fiscalização do Coaf, conforme inciso IV, do art. 10, da Lei nº 9.613, somente poderão ser feitos por meio de certificação digital ICP-Brasil de pessoa física ou jurídica.
As próximas etapas do cronograma serão divulgadas oportunamente. O Coaf tem como missão produzir inteligência financeira e promover a proteção dos setores econômicos contra a lavagem de dinheiro e o financiamento do terrorismo. O Conselho recebe, examina e identifica ocorrências suspeitas de atividade ilícita e comunica às autoridades competentes. Fonte: ITI

Empresas com patrimônio de até R$ 10 milhões
devem publicar balanço em formato digital


No dia 27 de março, o Senado Federal aprovou em uma votação simbólica, onde não há registro individual de votos, o Projeto de Lei do Senado – PLS nº 286/2015. O texto, que segue para sanção presidencial, amplia para R$ 10 milhões (dez milhões de reais) o valor máximo admitido de patrimônio líquido para que a sociedade anônima de capital fechado faça jus ao regime simplificado de publicidade de atos societários.
Com a medida, empresas sem ações negociadas na bolsa de valores, com menos de 20 acionistas e patrimônio líquido de até R$ 10 milhões não precisam mais publicar edital com balanços e documentos no Diário Oficial do estado onde está sua sede.
As publicações, segundo a nova norma, deverão ser efetuadas em jornal de grande circulação editado na localidade em que esteja situada a sede da companhia, de forma resumida e com divulgação simultânea da íntegra dos documentos, assinados digitalmente com certificado digital no padrão da Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira – ICP-Brasil, na página do mesmo jornal na internet. Fonte: ITI


Susep divulga novas regras para o segmento de seguro

A partir do dia 05 de abril, o seguro de transporte de cargas terá novas regras. É o que estabelece a Circular 586/19, publicada pela Susep na edição de 20 de março do Diário Oficial da União.
De acordo com a norma, altera as condições contratuais padronizadas do Seguro Facultativo de Responsabilidade Civil do Transportador Rodoviário por Desaparecimento de Carga (RCF-DC), estabelecidas pela Circular 422/11, após aquela data, o segurado deverá assumir a obrigação de averbar, junto à seguradora, todos os embarques abrangidos pela apólice, antes da saída do veículo transportador, com base nos conhecimentos emitidos, em rigorosa sequência numérica.
Essa medida deverá ser adotada mediante a transmissão eletrônica do arquivo do Conhecimento de Transporte Eletrônico (CT-e), no padrão estabelecido na legislação, ou documento fiscal equivalente.
Além disso, após a averbação do seguro, nos casos em que for obrigatória a emissão do Manifesto Eletrônico de Documentos Fiscais (MDF-e), o segurado terá que efetuar, mediante transmissão eletrônica, a entrega do arquivo completo desse documento, no padrão estabelecido na legislação, também em rigorosa sequência numérica e antes do início da viagem. Fonte: Cqcs

Saúde
Conhecer o histórico familiar de saúde para prevenir doenças

Você tem um parente próximo, especialmente de primeiro grau, com alguma doença, como câncer, diabetes e problemas cardíacos? Isto significa que você tem um risco maior de desenvolvê-las. Conhecer o histórico familiar de saúde é muito importante para prevenir doenças ou diagnosticá-las precocemente, o que faz com que os tratamentos sejam mais eficazes.
Ter parentes com algum problema de saúde não significa que você desenvolverá essa condição, mas as chances aumentam. Isso porque as famílias têm muitos fatores em comum, incluindo os genes e, muitas vezes, o ambiente e o estilo de vida. Conhecendo o histórico familiar, você pode procurar um médico para que ele tome algumas medidas que ajudem a prevenir possíveis problemas de saúde. Neste sentido, o médico pode recomendar:
Exames de rastreamentos mais frequentes - como mamografia ou colonoscopia, a partir de uma idade mais precoce para pessoas com maior risco de certos tipos de câncer; Exames ou testes regulares - para pessoas que tenham familiares próximos com alguma condição médica, como diabetes e problemas cardíacos; Mudanças de estilo de vida - como a adoção de uma alimentação mais saudável, a prática de exercício físico e a interrupção do tabagismo.
As principais doenças que têm o histórico familiar como fator de risco são: câncer; diabetes; doenças cardiovasculares; alzheimer; asma; colesterol alto; pressão alta; distúrbios psiquiátricos; doenças raras, como fibrose cística, hemofilia e distrofias musculares.
Os familiares mais importantes são os pais, irmãos e filhos. Você também pode conversar com avós, tios sobrinhas e meio-irmãos. Mesmo que você não conheça todas as informações do histórico familiar, passe para o clínico geral o que você souber. As informações sobre a história de saúde da sua família, mesmo que incompletas, podem ajudar o médico a decidir quais os exames de rastreio que você precisa e quando devem começar. Fonte: Intermédica

Orientação segura
Produtividade segundo a Nasa

Para pesquisador, existe uma grande diferença entre realizar tarefas rapidamente e corretamente.
Listas de tarefas, timers e até recompensas. Existem vários métodos para conseguir ser mais produtivo e concluir todas as tarefas do dia. Mas será que existe um jeito imbatível para melhorar a produtividade? O pesquisador Jeffery LePine começou analisando a rotina dos astronautas no espaço para conseguir a resposta.
LePine conta que, no espaço, realizar vários projetos ao mesmo tempo é essencial para se manter vivo e a produtividade afeta diretamente o resultado. Ele analisou as emoções, o nível de estresse e o engajamento dos astronautas no momento de transição entre uma tarefa e outra. Depois, cruzou os dados, avaliando quão produtivos os astronautas eram em cada tarefa.
A pesquisa concluiu que este momento de “transição” entre tarefas influencia quão rápido você é capaz de partir para outras ações. Este ruído entre as atividades afeta diretamente a produtividade, fazendo com que a maioria das pessoas se distraia com mais facilidade. Isso é ainda pior quando a primeira tarefa é mais complexa ou importante do que a segunda ou ainda não foi finalizada.
Para resolver a questão, o primeiro passo é ficar mais consciente da transição entre as tarefas. Ao terminar, reflita sobre o que fez e qual será sua próxima meta. A dica é prestar atenção na ordem das tarefas e, sempre que possível, ter um planejamento. Comece realizando as mais simples, para minimizar este efeito de transição para as outras atividades do dia.
Outro segredo para ser mais produtivo é saber como você fica depois de atividades recorrentes. Por exemplo, se você sempre se sente irritado depois de uma reunião de tarde, tente realizar todas as tarefas mais importantes antes deste compromisso. Fonte: Revista PEGN

Ação Positiva
"Não há ponto de saturação em educação." Thomas Watson

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