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Postado em 28 de Dezembro de 2018 às 16h33

Mensageiro Seguro 980

Institucional (28)
Certa Corretora de Seguros e Certificação Digital - Chapecó/SC Quão pesada é a sua bagagem? Imagine carregar uma mochila cheia de pedras por onde você for. Isso é cansativo! Isso dá um novo significado...

Quão pesada é a sua bagagem?

Imagine carregar uma mochila cheia de pedras por onde você for. Isso é cansativo! Isso dá um novo significado à frase “fazer o trabalho pesado.
Se o peso dessa mochila parece demais para suportar, imagine o impacto da bagagem emocional que carregamos todos os dias! Temos medo de ser demitidos, reclamamos do serviço que recebemos, expressamos repulsa pela política da nação, invejamos a pessoa “ao lado”, nos preocupamos em cumprir os prazos e desacreditamos nosso colega por “roubar” a promoção. Bagagem emocional? Pode apostar.
Agora pergunte-se: o que ganhamos fofocando sobre um colega, falando mal de políticos ou reclamando de nossas frustrações no Facebook? Resposta: Ficamos chateados com pouco para mostrar nossos esforços. É como se acreditássemos que, se fofocamos, reclamamos e deliramos alto o suficiente e com frequência suficiente, as pessoas aceitarão nosso modo de pensar. A verdade é que, além de ser um desperdício de tempo colossal, nada realmente muda – exceto que não somos muito divertidos de estar por perto. Quem precisa disso?
Mesmo quando não expressamos abertamente nossos sentimentos negativos de preocupação, preconceito, medo, crítica, culpa, raiva e inveja, representamos esses “dramas” em nossas mentes como um mestre de xadrez planejando seus próximos movimentos. Esses pensamentos negativos correm através de nossas mentes como um redemoinho, tornando-nos cada vez mais ansiosos a cada vez que os revisitamos. Na verdade, algumas pessoas ficam tão sobrecarregadas e deprimidas que se preocupam com um frenesi, dificultando a concentração durante o dia e causando problemas de sono à noite. Levada ao extremo, a bagagem emocional pode ser absolutamente debilitante se não for controlada.
Em tempos passados, em uma sociedade de trabalho intensivo, o trabalho duro resultou em ossos cansados e dores musculares. Na Era da Informação, nossos corpos nos dizem que basta reagir com doenças relacionadas ao estresse, desde dores de cabeça a dores nas costas até ataques de ansiedade. E com o tempo, essas tensões se somam.
O ponto principal é que essas “tiradas emocionais” são improdutivas, doentias e exaustivas. Eles nos fazem perder o foco, atacar as pessoas com as quais nos importamos e desperdiçar um tempo precioso, porque estamos presos nesses jogos mentais ridículos. Não é de admirar que estejamos exaustos.
É injusto supor que é fácil descompactar a bagagem emocional que acumulamos ao longo da vida. Se as palavras de Buda são verdadeiras, “O que pensamos, nos tornamos”, então é vital assumir o controle de nossas vidas. Mas vamos ser realistas.
A ansiedade que criamos em nossas mentes é muitas vezes pior que a realidade. Nós nos preocupamos em impressionar nossos amigos, quando a verdade é que amigos de verdade permanecem bons amigos nos bons e maus momentos. Nos preocupamos em chegar atrasados a uma reunião. Se formos, isso não mudará a humanidade. Nós também ficamos com raiva esperando em casa o dia todo para uma pessoa que faz a entrega. E isso também passará. Mais uma vez, Buda disse bem: “Sustentar a raiva é como pegar um carvão quente com a intenção de jogá-lo em outra pessoa; você é o único a ser queimado.
A verdade é que, na maioria dos casos, a vida continua. Você tem o poder de se tornar feliz ou infeliz durante sua jornada de vida. Há pouquíssimas vezes na vida em que batemos em uma parede com tanta força que não nos recuperamos dela. Nós nos levantamos, sacudimos a poeira e seguimos em frente. A diferença é que, se você se comprometer a ser positivo e começar a reduzir sua bagagem emocional, terá uma vida mais feliz, saudável e gratificante. Como Norman Vincent Peale disse certa vez: “Mude seus pensamentos e mude seu mundo”.
Fonte: Revista Pensar Contemporâneo

Cobrança de benfeitorias em imóvel locado

A locação de imóveis é uma atividade habitualmente praticada nos dias atuais, mas existem diversos direitos e deveres do locador e do locatário que ainda são poucos conhecidos, provocando certa insegurança às partes envolvidas.
Vamos tratar especificamente sobre benfeitorias realizadas em bens imóveis locados e irá esclarecer em que casos o locatário possui direito de ser indenizado. Neste ponto, é importante mencionar que benfeitoria é toda obra realizada na estrutura de um bem, com o objetivo de conservá-lo, melhorá-lo ou proporcionar prazer ao seu proprietário, e podem ser qualificadas como: necessárias, úteis ou voluptuárias.
As benfeitorias necessárias têm por finalidade conservar ou evitar a deterioração do bem. Como exemplo, podem ser citados, os serviços hidráulicos ou elétricos que possuírem por característica apenas a manutenção ou o conserto do imóvel locado.
As benfeitorias úteis, por sua vez, são obras que aumentam ou facilitam o uso do imóvel. A título de exemplo, menciona-se a construção de uma garagem, com o objetivo de tornar o imóvel mais amplo, confortável e seguro.
Já as benfeitorias voluptuárias, são de mero luxo, não aumentando o uso habitual do bem, ainda que o tornem mais agradável ou sejam de elevado valor. Alguns exemplos que podem ser referidos são decoração, obras com jardinagem, piscina, etc.
Cumpre compreender que não se consideram benfeitorias os melhoramentos ou acréscimos sobrevindos ao bem sem a intervenção do proprietário, possuidor ou detentor.
Dito isso, resta a dúvida, será que o locatário pode ser ressarcido pelas benfeitorias realizadas no imóvel locado? A resposta é que depende do tipo de benfeitoria que foi realizada.
Como regra, as benfeitorias necessárias introduzidas pelo locatário, ainda que não autorizadas pelo locador, bem como as úteis, desde que autorizadas, serão indenizáveis e permitem o exercício do direito de retenção. Fonte: Naiana Fátima Serafini - Direito Imobiliário

Seguro condomínio, a quem se destina?

Esse seguro se destina a condomínios horizontais e verticais legalmente constituídos, sejam eles de uso residencial, comercial, escritórios/consultórios, flats/apart hotéis ou misto (comercial e residencial).
Para contratação é obrigatório o CNPJ, além da existência de síndico e ata de assembleia de constituição do condomínio.
O seguro é destinado ao prédio, áreas comuns, anexos, bens e equipamentos exclusivamente do condomínio e estrutura das unidades autônomas.
Não estarão cobertos o conteúdo das unidades autônomas, exceto se contratadas coberturas específicas.
Atenção! Coberturas mais abrangentes das estruturas e conteúdo das unidades autônomas devem ser contratadas no Seguro Residencial ou Empresarial.
A responsabilidade pela contratação: o seguro condomínio é obrigatório por lei (Decreto-lei das operações de seguros, a lei especificados condomínios e o Código Civil Lei 10.406/2002) e a contratação do primeiro seguro deve ser realizada no máximo até 120 dias da concessão do Habite-se. O síndico é responsável pela contratação e renovação do seguro, inclusive sob pena de multas e até mesmo comprometimento do seu patrimônio caso não faça uma apólice para o condomínio ou contrate uma apólice com coberturas insuficientes. Fonte: SindisegSC

Como prever e reduzir acidentes de trabalho

Avaliação de Indicadores de Segurança é ferramenta essencial para o Técnico de Segurança do Trabalho.
Acompanhar indicadores de acidentes e incidentes de trabalho é fundamental para o trabalho do técnico de segurança. Porém, a prática não deve se resumir aos dados internos da empresa. Buscar informações externas auxilia o profissional de segurança a identificar os parâmetros do mercado, justificar investimentos e estabelecer políticas mais eficazes de prevenção a acidentes.
O primeiro passo é buscar referências confiáveis, de acordo com a atividade econômica e região da empresa em questão. Anualmente, a Secretaria de Previdência, por meio da Empresa de Tecnologia e Informações da Previdência (Dataprev) e o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) publicam o Anuário Estatístico de Acidentes do Trabalho (AEAT), disponível no site: http://www.previdencia.gov.br/dados-abertos/dados-abertos-sst/.
Divulgado desde o ano 2000, o material apresenta dados sobre acidentes de trabalho, suas principais consequências, setores de atividade econômica e localização das ocorrências. Os acidentes são, ainda, identificados de acordo com a Classificação Internacional de Doenças (CID) mais incidente por região.
Como ferramenta ao usuário, o AEAT conta com um aplicativo (INFOLOGO) na internet, que possibilita elaborar tabelas e gráficos personalizados, de acordo com o recorte de tempo e localização de interesse, considerando todas as edições anteriores.
Utilizando esses e outros dados, o técnico de segurança pode avaliar os tipos de acidentes mais comuns, o percentual de variação de ocorrências nos últimos anos e comparar com os dados internos de sua empresa e suas atividades. Desta forma, é possível mensurar os resultados da aplicação de novas práticas.
Um exemplo da necessidade de avaliação e reavaliação constante são novos tipos de acidentes em setores em desenvolvimento, como por exemplo os crescentes casos de morte por soterramento em silos de grãos. Um levantamento inédito feito pela BBC News Brasil revela que, desde 2009, ao menos 106 pessoas morreram em silos de grãos no país, a grande maioria por soterramento. O impressionante é que o trabalho em silos está entre as atividades com mais acidentes fatais no país, depois das profissões sujeitas a morte no trânsito.
"É fundamental que o técnico de segurança reavalie constantemente as informações disponíveis, investigue as causas e elimine os riscos de acidentes dentro das empresas. E para isso, os indicadores são imprescindíveis", explica Christian Câmara, Diretor executivo da empresa Dois Dez Industrial.
Os indicadores de segurança também podem ser bons aliados para auxiliar na aprovação de investimentos na área de prevenção de acidentes. Pode ficar mais simples, se considerar quanto a empresa gasta com indenizações e afastamentos, resultantes dos acidentes atuais.
Fonte: Segs


Saúde
Por que esquecemos fatos corriqueiros?
Esquecer um nome, um compromisso ou de pagar um documento. Muitas pessoas se queixam desses esquecimentos e acreditam que estão com “problemas de memória”.
Segundo o Dr. Ivan Okamoto, neurologista do Einstein, esquecer algum fato ou atividade acontece em qualquer idade. “Nós tendemos a prestar mais atenção nisso quando ficamos mais velhos, associando a doenças do envelhecimento, como a Doença de Alzheimer. Mas episódios de esquecimento acontecem também com as pessoas mais jovens. Nesses casos, o esquecimento geralmente não é causado por um problema de memória, e sim de atenção”, explica o médico.
O sistema de atenção pode ser alterado pelo uso de medicações, disfunções da tireoide, deficiências de vitaminas, situações de estresse e desequilíbrio no sistema emocional, como nos casos de depressão ou apatia, um estado caracterizado pela falta de interesse pelos acontecimentos.
A memória é dividida em três etapas: a primeira é a aquisição, quando temos contato com um objeto, um fato, uma pessoa ou uma emoção. A atenção é fundamental nesse período, pois é o momento de entrada das informações. A segunda é a consolidação, que ocorre para que as informações sejam armazenadas em nosso cérebro. Depois vem a evocação da memória, o momento em que nos recordamos de uma informação retida em nosso cérebro.
Algumas atitudes podem ajudar a memória: evite o consumo de álcool e drogas; durma de 6 a 8 horas por dia; exercite seu cérebro; faça uma tarefa de cada vez; cuide da alimentação; medite; faça associações; pratique exercícios físicos, anote o que é importante e tome bastante água.
Fonte: Hospital Albert Einstein

Orientação segura
Feliz Ano Novo

Não é estranho?
Passar todos os dias do ano, 365 dias esperando pra renovar sua esperança, 52 semanas de expectativa aguardando o futuro. Me questione, mas é um ano novo, tudo novo. Mas amanhã também não é um dia novo? Outro mês também não é um mês novo? Ou até mesmo a semana que vem não é inédita?
Pra que esperar todo esse tempo para ter esperança por algo melhor, para aquecer uma paixão, para tentar um novo amor, para procurar emprego, para parar de fumar. Ano Novo é somente um ano novo, nada de mais, porque não podemos fazer isso em um dia novo, uma semana nova ou até mesmo em uma hora nova?
Se na passagem do ano vários problemas somem, pessoas chegam a chorar, é tudo muito emocionante. Ano Novo, vida nova. Vamos começar de novo, mais um ciclo, mais uma volta em torno do sol. E daí? Tente fazer isso todo dia, renove sua esperança a cada volta da Terra em torno do seu próprio eixo, renove sua vida a cada noite, durma uma pessoa e acorde outra. Nada é tão bom quanto a emoção do novo, tente isso todo dia!
Marcel Henriques

Ação positiva
Não espere um ano novo melhor, mas seja você uma pessoa melhor em 2019! Um Feliz 2019 a todos os leitores do Mensageiro Seguro!

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