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Postado em 29 de Janeiro às 16h53

MENSAGEIRO SEGURO 1089

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Certa Corretora de Seguros e Certificação Digital - Chapecó/SC Mensageiro Seguro Número 1.089 – Ano XIV – 29/01/2021 Publicação Semanal da Certa Administradora e Corretora de Seguros Ltda....

Mensageiro Seguro
Número 1.089 – Ano XIV – 29/01/2021
Publicação Semanal da Certa Administradora e Corretora de Seguros Ltda. Edição: Samara Braghini

Leia nesta edição do Mensageiro Seguro


1. Especialistas alertam empreendedores para os desafios de 2021
2. Como as alterações nos benefícios previdenciários podem te impactar
3. ICP-Brasil contabilizou mais de seis milhões de certificados emitidos em 2020
4. Acidentes marítimos e a importância do seguro
5. Saúde: Como prevenir asmas e rinites
6. Orientação segura: Atitudes que matam a produtividade
7. Ação Positiva


1. Especialistas alertam empreendedores para os desafios de 2021

Especialistas em contabilidade alertam que pandemia ainda não acabou e que desafios de 2021 exigirão gestão estratégica e foco para serem superados.

Não restam dúvidas de que as pessoas estão mais esperançosas para o ano de 2021, quando analisados os desafios vividos em 2020. Com as primeiras doses da vacina contra o coronavírus sendo aplicadas no mundo todo, e mesmo sabendo que não haverá doses o suficiente para todo o planeta, a animação em relação à vida e à economia em 2021 está em alta.

No entanto, é importante que os empresários, especialmente pequenos comércios, varejistas e prestadores de serviços, não percam o foco do controle de gestão. Afinal, mesmo com motivos para ser otimista, o ano de 2021 apresentará uma série de desafios para todas as empresas. É o que alerta Renato Ramos, sócio-diretor da RR Soluções em Contabilidade e Finanças .

"Sem dúvidas, existem motivos para otimismo em 2021, no entanto, é importante ter em mente que será um ano particularmente desafiador no primeiro semestre. Além disso, nenhum crescimento existe no automático. Será necessário muito foco e gestão estratégica para superar desafio após desafio e conseguir colher os possíveis benefícios", comenta o especialista.

O primeiro desses desafios tem a ver com a gestão de caixa e estoque das empresas, especialmente as de pequeno porte. Afinal, 2020 terminou com demanda reprimida pelo aumento da inflação. "Em 2021, a situação começou um pouco pior, pois naturalmente há menos demanda no início do ano. As pessoas ainda precisam pagar compras parceladas no Natal, além do IPVA e IPTU. É sempre um período mais complicado. E ainda existe um agravante: o fim do auxílio emergencial em janeiro", esclarece Ramos.

No entanto, isso não significa que não existam soluções. O empreendedor tem à sua disposição, de acordo com o especialista, algumas opções para poder superar os desafios. "O principal foco, nesse começo de ano, deve ser gerar caixa. Isso ajudará a ter as condições necessárias para enfrentar os primeiros meses mais complicados e depois se estabilizar para um aquecimento da atividade pós-Carnaval", explica.

Existem três principais ferramentas para gerar caixa no começo do ano, de acordo com o sócio-diretor da RR Soluções: o Pix, estoque que sobrou de 2020 e redução de custos. "O pequeno empreendedor, especialmente, deve atuar com as três ferramentas de forma estratégica. Não dá para pensar apenas em uma sem considerar a outra. O estoque que sobrou de 2020 pode ser o combustível para queimar no começo do ano.

O foco deve ser gerar caixa, mesmo que isso signifique uma margem de lucro um pouco menor. Se possível, é interessante incentivar o pagamento via Pix, pois o dinheiro é imediato, ao contrário do pagamento via cartão de crédito, pelo qual o recebimento é futuro. Com dinheiro em caixa, será mais fácil negociar condições melhores com os fornecedores. Afinal, eles também precisam de dinheiro na mão. Portanto, a possibilidade de pagar à vista também ajudará nessa economia", comenta Ramos.

Para o sócio-fundador da RR Soluções, a chave para superar 2021 será a redução de custos. "O ano será para seguir voando com baixo peso. Se tudo der certo com as vacinas, a necessidade de lockdown será menor, as pessoas vão ficar menos doentes e a atividade econômica poderá se recuperar. Quem tiver menos custos, poderá pegar maior velocidade nesse movimento e sair na frente da concorrência", revela.

Na tarefa de reduzir custos, a chave para 2021 será a contabilidade. "Sem dúvidas. Não dá para cortar na capacidade produtiva, demitindo gente. Isso é prejudicar as próprias condições de recuperação. A redução de gastos deve ser feita de modo estratégico e inteligente, sem diminuir a capacidade da empresa de fazer caixa", pondera o especialista. Fonte: Segs

2. Como as alterações nos benefícios previdenciários podem te impactar

O ano de 2021 começou com mudanças nos benefícios previdenciários. Tanto as regras de transição para a aposentadoria por tempo de contribuição e por idade, quanto o tempo de recebimento da pensão por morte, sofreram alterações.

Na aposentadoria por idade, a regra de transição, aplicada para a mulher, iniciou-se em 13 de novembro de 2019, quando da publicação da Emenda Constitucional n. 103, da mais recente reforma previdenciária. Naquele período, a idade para a mulher continuou como a de 60 anos, tal como dispunha a regra anterior definitiva, mas, a partir de 1º de janeiro de 2020, 6 meses passaram a ser acrescidos, e este percentual aumenta na mesma medida a cada ano. Portanto, para o presente ano de 2021, de acordo com a sistemática trazida pela publicação da referida lei, a mulher deve cumprir 61 anos de idade.

Para a aposentadoria por tempo de contribuição, há a disposição de 4 regras de transição, e em duas delas a passagem de ano implica em modificações, qual sejam, a que se utiliza da pontuação, em que se soma idade e tempo de contribuição, e a que estabelece uma idade mínima, sem pagamento de pedágio para ter direito à aposentadoria.

Na primeira hipótese, no momento da publicação da reforma da previdência, o homem e a mulher, respectivamente, deveriam computar 96 pontos e 86 pontos. Tal pontuação é acrescida em um ponto a cada ano, logo, em 2021 o homem deve cumprir 98 pontos e a mulher, 88 pontos. Na segunda hipótese, por sua vez, a mulher que completou 56 anos em 13.11.2019 e o homem, 61, devem atingir, em 2021, 57 anos e 62 anos de idade, respectivamente. Lembrando que, nas duas hipóteses, faz-se imprescindível também cumprir os 35 anos de tempo de contribuição, em se tratando de homem, e 30, no caso da mulher.

Por fim, no caso do benefício de pensão por morte, há uma mudança em relação ao tempo de recebimento do benefício, quando houve um acréscimo de um ano por faixa etária. Antes da mudança, ocorrida já no primeiro dia do ano em portaria publicada pelo Diário Oficial da União, n. 424, e de acordo com os parâmetros estabelecidos pela Lei n. 13.135/2015, o beneficiário com menos de 21 anos de idade receberia a pensão por, no máximo, 3 anos; se tivesse de 21 a 26 anos, por 6 anos; de 27 a 29 anos, por 10 anos; de 30 a 40 anos, por 15 anos; de 41 a 43 anos, por 20 anos, e acima de 44 anos, de forma vitalícia. Para o ano de 2021, todos os números e prazos iniciais foram acrescidos em um ano por faixa etária, assim, a pensão vitalícia quando o beneficiário possui mais de 45 anos de idade.

Como se não bastasse todas essas mudanças que enrijecem os requisitos para obtenção dos benefícios previdenciários, o aumento da expectativa de vida também impacta negativamente na renda mensal de algumas aposentadorias, quando o segurado deve utilizar o fator previdenciário baseado em idade, tempo de contribuição do trabalhador versus expectativa de vida do brasileiro, vez que, quanto maior a expectativa de vida, mais gravosa se torna a aplicação do fator previdenciário que, quase sempre, diminui consideravelmente a renda da aposentadoria.

Diante de tal cenário, a obtenção dos benefícios previdenciários, bem como a acepção de uma renda mensal vantajosa, cada vez mais se torna uma tarefa árdua a ser conquistada.
Por Carla Benedetti, advogada.

3. ICP-Brasil contabilizou mais de seis milhões de certificados emitidos em 2020

A Infraestrutura de Chaves Públicas Brasileira, ICP-Brasil alcançou em 2020, pela primeira vez em sua história, a marca de mais de seis milhões de certificados digitais emitidos em um único ano, foram 6.049.579 certificados emitidos em 12 meses.

Para o diretor executivo da Associação Nacional de Certificação Digital – ANCD, Egon Schaden Júnior, o feito é reflexo da participação da ICP-Brasil na digitalização do País e aponta que ainda há espaço para ampliação do uso da tecnologia. No comparativo entre os anos 2019 e 2020, o crescimento nas emissões foi de 10,09%, em todo ano de 2019 foram emitidos 5.494.732. “2020 foi um ano de grandes desafios para todos.

A pandemia, que trouxe grandes perdas no campo humano, nos obrigou a digitalizar de forma célere diversos serviços, felizmente a ICP-Brasil mostrou-se preparada para o momento e conseguiu atender às novas demandas. Em 2021 a oferta de serviços digitais seguirá em alta, e a ICP-Brasil permanece sendo a melhor opção para garantia da segurança de serviços críticos e sigilosos” destacou Schaden.

Em dezembro de 2020, segundo dados do Instituto Nacional de Tecnologia da Informação – ITI, a ICP-Brasil teve crescimento de 15,4% em relação ao mesmo período de 2019. Foram emitidos 478.845 certificados em dezembro de 2020, em dezembro de 2019 foram 414.855. Os dados ainda apontam que são 9.773.040 certificados ativos, destes, 5.098.560 são de pessoa jurídica, 4.611.573 são de pessoa física e 62.914 de equipamentos. A maioria dos certificados ativos, 55,5%, tem formato A3. Fontes: ANCD e Inforchannel

4. Acidentes marítimos e a importância do seguro

A marinha mercante mundial vem registrando nos últimos anos um crescimento expressivo nos acidentes marítimos envolvendo embarcações de cargas. São acidentes de diversas naturezas, mas os que mais chamam atenção são os decorrentes de problemas meteorológicos que causam colapso a bordo dos navios e queda de contêineres no mar. A construção de navios cada vez mais sofisticados e supostamente seguros não tem sido suficiente para enfrentar as adversidades do mar.

Em 2020, foram registrados 945 acidentes graves envolvendo navios de cargas em todo o mundo. No ano, 55 embarcações foram perdidas por completo e 294 vítimas fatais. Além dos acidentes, alguns navios sofreram ataques piratas e tiveram 124 tripulantes sequestrados. Esses números fazem parte de uma base de dados do Maritime Bulletin. A maioria dos acidentes comuns não são monitorados e reportados, como por exemplo acidentes com balsas, barcos, barcos de pesca e navios com problemas sem necessidade de reboque.

Segundo orientações internacionais acompanhadas pelo Brasil, através da NORMAM 09 de 2003 (Normas da Autoridade Marítima para Inquéritos Administrativos sobre Acidentes e Fatos da Navegação), são considerados acidentes de navegação o naufrágio, encalhe, colisão, abalroação, água aberta, explosão, incêndio, varação, arribada e alijamento.

Os dados sobre acidentes marítimos permite um melhor acompanhamento pela indústria de seguros e possibilita a identificação de novos riscos e oportunidades para o setor de seguros marítimos e de transportes. Entre catástrofes naturais, acidente, avaria, avaria grossa, perda, extravio, roubo, incêndio e explosão, os riscos são inúmeros e causam sérios transtornos e prejuízos a todos os participantes do transporte internacional. Diante dessa potencialidade de riscos, o seguro se torna imprescindível para a proteção financeira dos embarcadores e de toda a cadeia logística.

Cada envolvido no transporte deve contratar seu próprio seguro, pois os riscos são distintos. Para o armador existe o seguro com cobertura para o casco (corpo principal do navio), máquinas e equipamentos, e o seguro de proteção e indenização (P&I) que cobre prejuízos a terceiros. Ao agente de cargas, que atua como um intermediário na venda de frete entre o armador e embarcador (exportador e importador), o mercado oferece o seguro de responsabilidade civil e erros e omissões. Ao embarcador, cabe o seguro de transporte internacional com cobertura contra os riscos de perdas e danos sobre suas mercadorias transportadas. A orientação a todos os envolvidos em uma aventura marítima é jamais embarcar sem seguro. Fonte: Segs

5. Saúde: Como prevenir asmas e rinites

Só quem tem uma alergia respiratória sabe o quanto é difícil lidar. Espirros, coceiras, respiração com dificuldades e outros incômodos. De acordo com a OMS (Organização Mundial da Saúde) 20% da população apresenta alguma alergia respiratória. Para evitar rinite e asma, Julinha Lazaretti, pós-graduada em Imunologia e João Geraldo Houly, pneumologista, dão algumas dicas:

Usar ou não descongestionantes: os descongestionantes nasais trazem rápido alívio, porém não são indicados para evitar rinite e asma. O uso desregrado pode causar dependência, rinite medicamentosa e, em casos mais graves, provocar problemas cardíacos;

Higiene é essencial: para evitar crises respiratórias, a higiene ambiental é fundamental!

Um ambiente limpo está livre de substâncias alergênicas como pó e ácaros;

Limpeza das narinas: a limpeza nasal com água morna e sal, ou soro fisiológico, três vezes ao dia melhora a respiração;

Cuidado com as roupas de cama: limpe roupas e cobertas guardadas antes de usar. O ideal é lavá-los. Evite o uso de aspirador de pó, de preferência a higienização com pano úmido e evite odores fortes.

Evite a fumaça: é recomendado não fumar e não frequentar lugares onde haja fumaça de cigarro, pois isso pode causar uma crise alérgica;

Estilo de vida: beber bastante água e líquidos em geral pode ajudar a evitar rinite e asma, além disso, pratique exercícios físicos moderadamente. As caminhadas podem ser um bom começo.
Fonte: Revista Viva Saúde

6. Orientação segura: Atitudes que matam a produtividade

Uma pesquisa da CareerBuilder identifica os 10 comportamentos que os empregadores dizem ser os maiores assassinos de produtividade no local de trabalho.

O uso pessoal da tecnologia é um dos principais culpados pela improdutiva no trabalho. Um em cada quatro trabalhadores (24%) admitiu que durante um dia de trabalho eles utilizam pelo menos 1 hora em chamadas pessoais, e-mails ou textos; 25 estimam que gastam 1 hora ou mais durante o dia de trabalho para pesquisar na internet assuntos não relacionados ao trabalho.

Comportamentos de colegas de trabalho, reuniões e outros fatores também criam obstáculos para maximizar o desempenho. Veja os comportamentos que ‘matam’ a produtividade: - Telefone e mensagens de texto: 50%; - Fofoca: 42%; - Internet: 39%; - Mídias sociais: 38%; - Pausa para lanches ou para fumar: 27%; - Colegas de trabalho barulhentos: 24%; - Reuniões: 23%; - E-mail: 23%; - Colegas de trabalho que param em sua mesa para conversar: 23%; Colegas de trabalho fazendo chamadas em viva-voz: 10%.

A pesquisa on-line foi realizada pela Harris Poll em nome da CareerBuilder, nos Estados Unidos, de 10 fevereiro a 4 março com 2.138 gerentes de contratação e profissionais de recursos humanos, e 3.022 trabalhadores do setor privado de indústrias e empresas. Fonte: G1

7. Ação Positiva

"Somos aquilo que fazemos repetidamente. Excelência, portanto, não é um ato, mas um hábito." Aristóteles

Certa Seguros
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