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Postado em 20 de Novembro às 17h11

MENSAGEIRO SEGURO 1079

Institucional (100)
Certa Corretora de Seguros e Certificação Digital - Chapecó/SC Ano XIV – 20/11/2020 - Edição 1.078 Publicação Semanal da Certa Administradora e Corretora de Seguros Ltda. Edição: Samara...

Ano XIV – 20/11/2020 - Edição 1.078
Publicação Semanal da Certa Administradora e Corretora de Seguros Ltda. Edição: Samara Braghini

Leia nesta edição do Mensageiro Seguro


1. A vida se resume a cada instante
2. Seguro é para ser usado
3. Seguro de vida ser caro demais é um mito
4. Governo vai usar reconhecimento facial para verificar assinaturas digitais
5. Saúde: Dificuldade para descansar
6. Orientação segura: Caminhos
7. Ação Positiva

1. A vida se resume a cada instante

O verbo resume em inglês não significa “resumir” mas, sim, “recomeçar” ou “retomar” uma atividade. Em quase todos os computadores, impressoras ou máquinas existe o botão “resume” que faz com que a máquina “recomece” uma atividade. Na vida devemos fazer a mesma coisa!

Temos que aprender a grande lição de que viver, na verdade, se resume em recomeçar sempre, ou seja temos que saber apertar o botão “resume” a cada momento e recomeçar a vida, recomeçar a tarefa. Viver é recomeçar sempre!

Veja que recomeçar não significa “apagar a memória” do que fizemos. Significa “limpar” o nosso “computador mental” dos bugs que estão atrapalhando o seu bom funcionamento. A filosofia nos ensina isso há milênios!

Toda a minha inteligência e minha liberdade - dada pelo livre arbítrio da vontade - só as tenho à minha disposição no momento presente, no “aqui e agora”, no hic et nunc como afirmavam os socráticos. O que eu fiz, comi, pensei, falei há um minuto, não me pertence mais, mas sim à minha história, ao meu passado. Eu não posso modificar ou refazer meu passado, por mais que o deseje.

O que eu pretendo fazer daqui a um minuto ou a duas horas, pertence ao futuro. Eu não tenho domínio sobre o meu futuro. Nem mesmo posso garantir que estarei vivo daqui a duas horas! Assim, o que me resta de concreto, e sobre o qual eu tenho domínio é o instante presente.

É exatamente por isso que dizemos que viver é recomeçar a cada momento ou que a vida se resume a cada instante, como diz o título deste texto. Saber apertar o botão “resume” é fundamental pois muitas vezes nossa cabeça está “vivendo” um passado que já se foi, com uma inútil nostalgia ou ainda ansiosa em relação a um futuro que não sabemos se chegará.

Reaprender a se concentrar e a viver o momento presente com toda a intensidade, inteligência e vontade é o fundamento da motivação e do sucesso e essa é a grande tarefa a que nos devemos entregar nos dias atuais. E viver não é só fazer. Viver é planejar, é saber se divertir, ter momentos de lazer, de oração e de paz. Pense nisso. Sucesso!
Luiz Marins – consultor, escritor e palestrante

2. Seguro é para ser usado

A não ser gente mal-intencionada, ninguém contrata seguro pensando em usá-lo. A proposta por trás de uma apólice é a segurança de ter um bem reposto, no caso de acontecer um evento que cause sua perda. A razão de ser do seguro não é evitar o sinistro, mas minimizar as perdas, através do pagamento da indenização.

É por isso que o risco não é transferível. O risco será sempre do segurado. Não tem como a seguradora morrer no lugar do segurado, ou pegar fogo no lugar da casa do segurado, ou bater no lugar do carro do segurado. O que a seguradora faz é assumir a obrigação de pagar uma quantia em dinheiro no caso de o segurado sofrer um prejuízo previsto e coberto pela apólice de seguro.

Até alguns anos atrás, eu tinha certeza de que jamais cobraria uma indenização decorrente de um sinistro de incêndio. Também não via razão para ser indenizado por roubo residencial. Seguro para usar era o seguro do veículo e o plano de saúde privado, mesmo assim, para exames e consultas de rotina. Mas o mundo gira e estamos sujeitos a eventos que não dependem de nós, mas acontecem. Foi assim que um belo dia eu precisei usar o seguro de incêndio de minha casa.

Num domingo de manhã, senti cheiro de queimado. Achei estranho, mas no princípio não dei muita bola. Uma rápida olhada pelo imóvel me mostrou que, se tinha alguma coisa queimando, não era dentro de casa. Não me preocupei mais até sentir o cheiro de queimado um pouco mais forte. Fui até a lavanderia e, lá, o cheiro era francamente forte, além do que tinha fumaça do lado de fora.

Abri a porta e do lado de fora dei com nossa empregada olhando apavorada para dentro de seu quarto. Era de lá que vinha a fumaça. Fui até a entrada do quarto e olhei para dentro. Algo queimava em cima de sua cama, mas não havia chama, só uma fumaça densa. Peguei um balde com água e joguei na cama e outro e outro. Entrei no quarto e retirei o colchão. Era ele que estava queimando. Como era de espuma, não havia chama.

Em princípio, foi um evento pequeno. Mas o estrago causado pela fumaça não teve nada de pequeno. O aposento estava com as paredes negras, o armário de roupas, chamuscado, as roupas da empregada se desfaziam nas mãos e a cama e o colchão estavam destruídos. Para completar, a água que eu joguei criou uma lama escura que se espalhou pelo chão e atingiu o rodapé. Perto do que aconteceria se a casa pegasse fogo, a indenização paga não foi muito alta. Mas pagou a limpeza e a pintura do quarto, uma nova cama e seu colchão, o armário e as roupas da empregada.

Da mesma forma, quando, alguns anos depois, minha casa foi assaltada, o seguro residencial pagou tudo que foi roubado, de objetos a roupas. A partir destes dois eventos, descobri que se, nós contratamos seguro pensando que não será necessário usá-lo, também contratamos para, em caso de necessidade, chamar a seguradora para indenizar as perdas decorrentes dos prejuízos cobertos.

O que não é surpreendente é que as seguradoras, em mais de 98% das vezes, pagam sem discussão, assim que termina o processo de regulação do sinistro. Nem poderia ser diferente. Seguro é um negócio como qualquer outro, baseado num contrato com obrigações do segurado e da seguradora. Se a obrigação básica do segurado é pagar o prêmio, a da seguradora é pagar a indenização decorrente dos prejuízos causados pelo evento danoso que atingiu o segurado.

Num mundo cada vez mais impessoal e automatizado, com riscos de todos os gêneros ameaçando a vida, a família e os negócios das pessoas, pretender viver sem seguro é uma verdadeira irresponsabilidade. A ordem de grandeza dos prejuízos varia de evento para evento e ela pode se tornar muito pesada. Se o incêndio de um pequeno cômodo custa pouco, o incêndio de uma casa pode consumir praticamente todo o patrimônio de uma família. Sem seguro, ela perde tudo, mas, se estiver protegida por uma apólice, a perda é suportável, porque o grosso dos prejuízos é reposto pela seguradora. Esta regra vale para a vida, mas o importante é segurar o que pode te fazer falta.
Fonte: Sindiseg SC

3. Seguro de vida ser caro demais é um mito

O novo coronavírus deixou os brasileiros mais cientes da necessidade de dedicar parte do orçamento a seguro de vida e previdência privada. Para a indústria, porém, o desafio está só começando. Nessa entrevista, Jorge Pohlmann Nasser, presidente da FenaPrevi e da seguradora de vida e previdência do grupo Bradesco Seguros fala da necessidade de transformar a atual predisposição em ação. ‘Estamos otimistas com esse novo comportamento em relação ao planejamento do patrimônio e proteção das famílias’, afirma o executivo.

Por que a cultura do seguro e da previdência privada ainda é pouco difundida no Brasil? Há países com uma penetração maior dos seguros, principalmente pelo nível de renda mais alto ou por uma questão cultural. Vivemos em um ambiente em que o brasileiro vai até uma concessionária para comprar um carro zero, escolhe tudo o que precisa para o veículo com muita calma â e a maior preocupação é não sair do local sem confirmar o seguro. Mas, se você perguntar para essa mesma pessoa se ela tem um seguro de vida, provavelmente a resposta será não. Pagando pouco por mês, a pessoa garante uma cobertura que é equivalente ao patrimônio que ela não conseguiu constituir ao longo da vida. É importante avaliar todos os ciclos. Se proteção não é mais um problema, a pessoa pode pensar um pouco mais em renda para a sua aposentadoria.

Aprendemos com a crise que, além dos bens, a segurança é necessária para a proteção das famílias. É isso que vai garantir patrimônio na ausência da pessoa que era a provedora daquela família.

Muitos evitam o seguro de vida por achar que a apólice pode ser cara demais. Como avaliar o que é caro ou barato? Ser caro é um pouco de mito. Se você tem uma necessidade adequada ao seu momento de vida e com a sua reserva financeira, o que é caro? O caro ou barato está atrelado em atender ou não a sua expectativa. Há um leque fantástico de produtos no mercado e com valores que podem variar de R$ 10 até R$ 5 milhões. Tudo depende da necessidade, do tipo de cobertura buscada e da capacidade da seguradora de apresentar o real valor daquela proposta para o cliente.

O que o consumidor precisa avaliar antes de contratar um seguro de vida ou fazer um plano de previdência? Existem alguns itens básicos para analisar. A primeira questão é identificar momento de vida: sou solteiro, estou iniciando no mercado de trabalho e não tenho filhos ou dependentes que envolvam outras despesas extras? Posso iniciar um plano de previdência. Casei e agora tenho alguém que vive comigo? Já é a hora de ter futuro planejado e conquistar patrimônio para que essa pessoa consiga honrar algumas despesas na minha ausência. Esse é um patrimônio que você compra com um seguro de vida, por exemplo. Pagando pouco por mês, a pessoa garante uma cobertura que é equivalente ao patrimônio que ela não conseguiu constituir ao longo da vida. É importante avaliar todos os ciclos. Se proteção não é mais um problema, a pessoa pode pensar um pouco mais em renda para a sua aposentadoria.

É necessário revisar a cobertura contratada? Faça uma revisão constante do que você adquiriu. As pessoas acabam se acomodando com o preço estável, mas é importante avaliar se faz sentido continuar com aquela cobertura que você contratou anos atrás. As pessoas precisam estar atentas se o produto ainda faz sentido para a atual fase da vida em que ela se encontra. Esse é o grande segredo.

O setor conseguiu equilibrar as contas durante a crise. Qual é o maior desafio agora? Se hoje você se lembra de colocar uma máscara para sair de casa, faça o exercício de pensar se já tem proteção para você e para a sua família. Ter a consciência de que é necessário se proteger de outras formas é tão importante quanto. Esse é o nosso maior desafio. Fonte: Segs

4. Governo vai usar reconhecimento facial para verificar assinaturas digitais

O governo federal abraçou a biometria, por meio de ferramentas de reconhecimento facial, como forma de garantir a identificação dos cidadãos nas interações feitas pela internet. No dia 16 de novembro, com a publicação do Decreto 10.543/20, os órgãos federais ganham a base normativa para implementar ferramentas que já estão disponíveis, sendo que as primeiras aplicações deverão estar em pleno funcionamento já nas próximas semanas.

“A solução centralizada para assinatura está pronta e é parte do Gov.br. Os órgãos têm até o meio do ano de 2021 para descrever que assinatura vão aceitar para cada serviço e integrar seus sistemas à plataforma de assinatura”, destaca o secretário de Governo Digital, Luis Felipe Monteiro.

Tanto a assinatura simples, basicamente login e senha, como a assinatura avançada, que exige uma verificação mais segura de quem é quem, vão se valer de ferramentas integradas ao Gov.br – a assinatura qualificada continua sendo o tradicional certificado digital, exigido como nível máximo de segurança de identificação remota. A integração de sistemas de cada órgão tanto poderá ser feita por meio de APIs como pelo uso da plataforma de verificação do Instituto Nacional de Tecnologia da Informação, no verificador.iti.gov.br.

Para fazer uma ‘assinatura avançada’, o cidadão terá que comprovar que é ele mesmo, o que pode ser feito de forma presencial em um determinado órgão, ou valer-se de identificações pretéritas em instituições que aderiram ao Gov.br, como já é o caso dos correntistas do Banco do Brasil e do Banco do Estado do Rio Grande do Sul. Mas também começa a ser disseminada uma ferramenta de verificação remota, baseada em reconhecimento facial.

Essa forma permite a checagem da identificação a partir de uma foto pelo celular, uma ‘selfie’, que é conferida junto às bases de dados da Carteira Nacional de Habilitação e da Justiça Eleitoral. Ao mesmo tempo, está em curso um projeto piloto que usa esse mesmo tipo de batimento para a realização remota de ‘prova de vida’ do INSS. Incorporada ao Gov.br, essa solução tende a se generalizar para a verificação da assinatura avançada.

“Se o cidadão é correntista do Banco do Brasil ou Banrisul, ou de outros bancos que estão entrando na plataforma, sei que ele já foi verificado. Quando já passou pelo INSS ou pela Receita Federal, também sei que foi verificado. Nesses casos, o cidadão ganha uma credencial que permite que faça assinaturas avançadas. Outra forma é o reconhecimento facial. Esse cidadão, no aplicativo do Gov.br, faz o reconhecimento facial e bato com as bases da CNH e do título de eleitor. Quando confiro que ele é ele mesmo, aceito. Portanto, o Gov.br, que já tem 82 milhões de usuários e serve mais de 2 mil serviços, entrega uma credencial, com a qual pode fazer assinatura simples ou avançada”, explica Monteiro. Fonte: AARB

5. Saúde: Dificuldade para descansar

A neurologista Patrícia Coral, especialista em medicina do sono (PR), diz que a dificuldade em adormecer deve ocorrer devido a doenças como a apneia, a síndrome das pernas inquietas, bem como em decorrência de doenças clínicas e psiquiátricas (ansiedade e depressão).

Para melhorar a qualidade do sono, a médica indica que se evitem bebidas estimulantes à noite, como café, chocolate e álcool, e atividades excitantes, como uso de computador e celular e assistir à televisão. “Procure manter a temperatura ambiente agradável e com pouca luminosidade”, sugere. Ela informa, ainda, que quando as noites de sono são prejudicadas, os reflexos durante o dia ficam mais lentos, há maior risco de obesidade e diabetes, o metabolismo diminui, o desempenho em tarefas complexas fica prejudicado, bem como a imunidade. Fonte: Viva Saúde

6. Orientação segura: Caminhos

Existem durante nossa vida, sempre dois caminhos a seguir: aquele que todo mundo segue, e aquele que a nossa imaginação nos leva a seguir. O primeiro pode ser mais seguro,o mais confiável, o menos critíco, o que você encontrará mais amigos…mas, você será apenas mais um a caminhar.

O segundo, com certeza vai ser o mais difícil, mais solitário, o que você terá maiores críticas; mas também, o mais criativo, o mais original possível. Não importa o que você seja, quem você seja, ou que deseja na vida, a ousadia em ser diferente reflete na sua personalidade, no seu caráter, naquilo que você é. E é assim que as pessoas lembrarão de você um dia.
Fonte: Ayrton Senna

7. Ação Positiva

"O verdadeiro heroísmo consiste em persistir por mais um momento quando tudo parece perdido." W. F. Grenfek


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