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Postado em 02 de Outubro às 10h49

Mensageiro Seguro 1072

Institucional (96)
Certa Corretora de Seguros e Certificação Digital - Chapecó/SC Ano XIV – 02/10/2020 - Edição 1.072 Publicação Semanal da Certa Administradora e Corretora de Seguros Ltda. Edição: Samara...

Ano XIV – 02/10/2020 - Edição 1.072
Publicação Semanal da Certa Administradora e Corretora de Seguros Ltda.

Edição: Samara Braghini

Leia nesta edição do Mensageiro Seguro

1.Profissão apaixonante, mas que precisa de dedicação
2.Entrada em vigor da LGPS estimula economia digital e investimentos estrangeiros no país
3.Afinal, para quem o seguro de vida faz sentido?
4.Saúde: Saia do sedentarismo
5.Orientação segura: Caminhos
6.Ação Positiva


Profissão apaixonante, mas que precisa de dedicação

Bem-vindo! Posso ajudar? Do que precisa? Qualquer coisa estou à disposição! Essas são algumas das frases mais ouvidas pelos consumidores ao entrar em uma loja. Os emissores das mensagens estão sempre com um sorriso no rosto e dispostos a atender bem, os vendedores. Profissionais presentes em nosso dia a dia e nos mais variados tipos de comércios e locais. A profissão se destaca tanto que tem um data própria, o Dia do Vendedor, celebrado em 1º de outubro.

Pesquisa realizada pela rede social de negócios LinkedIn e divulgada em julho, aponta que para 89% dos compradores, os profissionais de vendas do Brasil têm uma reputação positiva, sendo que 49% a descrevem como muito positiva. Por sua vez, 63% dos profissionais consideraram uma relação de confiança como um dos principais fatores que ajudam a fechar uma venda. No entanto, outro ponto que garante o sucesso do profissional é o prazer em trabalhar.

É o que ressalta a vendedora Maria Hilário Emiliano, de 38 anos, há nove na área. “O que mais gosto é ver a pessoa sair feliz, saber que ajudei a sair satisfeita.

Principalmente na minha área. Atendo gestantes que muitas vezes chegam aqui com a autoestima baixa e saem alegres”, conta ela que trabalha há sete anos na loja Cintura Fina, do Estação da Moda Shopping, em Goiânia.

O início com vendas foi como autônoma. “Sempre fui caixa de supermercado, mas precisei sair para cuidar do meu filho que era pequeno e então fui vender roupas e lingeries por conta própria”, relembra ela, que atuou por dois anos dessa maneira, até chegar ao atual emprego. “Minha filha fazia freelance em uma banca na Feira da Lua, um dia fui ficar no lugar dela e a patroa gostou do meu desempenho e me convidou para trabalhar na loja do Estação da Moda”, relembra.

Maria Hilário conta que a profissão tem suas dificuldades, pois lidar com pessoas nem sempre é fácil. “Tem clientes que são mais complicados, não estão em um bom dia, mas temos que saber contornar a situação”, diz ela, que não se vê trabalhando com outra coisa e dá dica para quem quer ser vendedor. “Tudo que a gente começa e faz com amor flui, é difícil, mas vale a pena”, salienta a profissional.

Por sua vez, Cláudio Cristiano de Carvalho, de 49 anos, conta que trabalhava como office-boy em uma loja de roupas e se encantou com a forma que um dos vendedores do local atendia aos clientes e isso despertou o desejo em seguir a profissão. “Quando surgiu uma vaga eu me candidatei e na época eram os vendedores que ensinavam aos novatos, então pedi para ele me orientar. Depois até competíamos para ver quem ficava em primeiro lugar em vendas”, relembra sobre o início, há 33 anos.

De lá para cá, além de roupas, ele também já atuou como vendedor de eletrodomésticos e também com imóveis, função que ainda exerce paralelamente, pois hoje Cláudio é proprietário da loja Emporium 33, no Estação da Moda Shopping, onde vende roupas e acessórios femininos, além de cosméticos. “Não tive muitas dificuldades com a profissão. Quando vendia eletroeletrônicos era mais complexo, mas eu tinha o hábito de ler o manual, a maioria dos vendedores não faz isso, mas acho importante conhecer o produto”, ressalta.

Um ponto pouco falado, mas que o profissional destaca é o relacionamento com os clientes após a conclusão do negócio. “Eu gosto do pós-venda também. Saber se a pessoa gostou, falar das novidades, fazer o cliente se sentir importante, pois afinal quem paga a conta são eles”, destaca. “Sou apaixonado pela profissão. Gosto de interagir com as pessoas, de conversar”, salienta ele, que já está passando os ensinamentos e dicas para o casal de filhos, os quais o ajudam com suas lojas.

Cláudio também dá dicas para quem está começando a seguir essa profissão. “Se espelhe em alguém. Tenha determinação e trace um objetivo e metas, até porque vivemos de comissão e temos de fazer nosso salário todo dia. Trabalhar com vendas dá muitas oportunidades, pois existem diversas áreas e cargos”, destaca. Fonte: Segs

Entrada em vigor da LGPS estimula economia digital e investimentos estrangeiros no país

A LGPD coloca o Brasil em ótima posição internacional, posto que demonstra seu alinhamento às melhores práticas do mundo, resultando em um fluxo de dados menos burocrático e atraindo maiores investimentos externos.

A entrada em vigor da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) em 18 de setembro, após sanção presidencial e inúmeras discussões normativas, traz perspectivas futuras positivas para o país. Entre as consequências da nova regulamentação estão a maior proteção de dados pessoais e o fomento à economia digital.

Além disso, a LGPD coloca o Brasil em ótima posição internacional, posto que demonstra seu alinhamento às melhores práticas do mundo, resultando em um fluxo de dados menos burocrático e atraindo maiores investimentos externos.

A lei não busca impedir a utilização de dados pessoais; seu objetivo é regulamentar o tratamento dessas informações. E vem em boa hora, haja visto o gigantesco volume de negócios atingido com a revolução tecnológica, uma realidade escancarada pela pandemia da covid-19 - e a quantidade igualmente gigantesca de dados que eles envolvem.

A despeito dos dados pessoais e sua devida proteção já terem sido previstos no Código de Defesa do Consumidor (lei 8.078/90), Lei do Cadastro Positivo (lei 12.414/11), bem como no Marco Civil da Internet (lei 12.965/14), a demanda por uma regulamentação específica ainda era ambicionada pela comunidade em geral.

A lei visa conciliar novos modelos de negócios pautados em dados pessoais com a proteção efetiva destas informações. A ideia é conciliar direitos e garantias fundamentais do art. 5º, inc. X da Constituição Federal, como proteção à privacidade, intimidade, direitos de personalidade e que se traduzem na espécie desse gênero em proteção e dados pessoais, bem como a livre concorrência e livre iniciativa.

A importância da Lei para o Brasil pode ser destacada em alguns pontos: segurança jurídica com a harmonização e atualização de conceitos, que elevará a proteção aos direitos individuais das pessoas e o fomento da economia digital; investimentos estrangeiros proporcionados pelo posicionamento do país em nível legislativo de proteção de dados compatível com o de outros países, facilitando a transferência internacional de dados; criação de uma cultura de proteção de dados pessoais; e a instituição da Agência Nacional de Proteção de Dados, que atuará em construção colaborativa com a sociedade civil.

Por dado pessoal entende-se toda informação que identifica ou torna identificável uma pessoa natural (nome, CPF, RG, data de nascimento). A LGPD traz ainda a definição de dado pessoal sensível no seu art. 5º ­- em linhas gerais, toda e qualquer informação de origem racial e étnica, preferência política, religiosa e filosófica, orientação sexual, filiação a sindicato, dados de saúde, genéticos e biométricos.

A lei não proíbe o tratamento dos dados sensíveis, mas sim estipula seu manuseio com a cautela necessária. Lidar com estas informações demanda atenção e cuidado muito maiores, na medida em que um eventual incidente de segurança tem potencial danoso muito maior.

É natural que o vazamento de dados como NOME e CPF acarrete um risco. Um incidente que revele NOME, CPF e UMA DOENÇA GRAVE, contudo, é muito mais prejudicial. Assim, a LGPD exigirá adequação por parte de toda empresa ou mesmo profissional autônomo cuja atividade inclua o manuseio de dados pessoais (médico, advogado, dentista, contador etc.).

A lei prevê a possibilidade de que os titulares de dados solicitem, inclusive judicialmente, atualizações sobre como suas informações pessoais são tratadas - ou até mesmo o fim de qualquer tipo de tratamento.

Afora os direitos acima descritos, certo é que em eventual incidente de vazamento de dados pessoais, haverá responsabilidade a ser imputada ao controlador, com a necessária notificação. Resta saber que sanções poderão ser aplicadas, dado que órgãos setoriais e o Poder Judiciário poderão fundamentar seus atos com base na LGPD para aplicar medidas administrativas e condenações por responsabilidade civil.

Neste primeiro momento, porém, as sanções administrativas não poderão ser aplicadas com base na LGPD, visto que a lei 14.010/20 (Lei da Pandemia) adiou as penalidades para 1º de agosto de 2021. A realidade no tratamento de dados pessoais deverá se adequar às regras da referida lei. Com a instauração da ANPD, seu Conselho Consultivo e respectiva regulamentação da LGPD, a expectativa é que tenhamos a necessária e almejada segurança jurídica, viabilizando a plena utilização da LGPD. Por Rafael Rotundo, advogado

Afinal, para quem o seguro de vida faz sentido?

A pandemia mudou a forma como o brasileiro trabalha, vive e cuida da saúde. E dá sinais de que mudará a forma com que nos relacionamos com o dinheiro. Sem poder trabalhar por causa da quarentena prolongada, muitas famílias viram sua renda e qualidade de vida despencar. Afinal, pouco mais de 90% dos brasileiros não dispõem de reservas financeiras. O sinal de alerta disparou e a procura por seguros de vida mais que dobrou em algumas seguradoras.

Mas, apesar da pandemia escancarar a necessidade de ter garantias e reservas, muita gente ainda pensa que contratar um seguro de vida é algo exclusivo para quem tem muito dinheiro. “Aí que começa o primeiro erro no planejamento financeiro das famílias. Muitos têm a ideia de que ter um seguro é coisa só para quem tem reservas e teria como sobreviver sem poder trabalhar, mas é justamente o contrário”, conta o planejador financeiro e gestor de riscos, Yuri Utida.

De acordo com o especialista, autônomos, profissionais liberais e todos que não têm patrimônio autossustentável e reservas financeiras são o perfil de quem precisa contratar garantias. “Estamos falando não apenas de pessoas que só geram renda se puderem trabalhar, mas também de trabalhadores assalariados que não têm reservas. Se, num piscar de olhos, a pessoa não puder trabalhar por motivos de saúde, por exemplo, não vai gerar a renda que precisa para sobreviver. É para esse público que foram desenvolvidos os seguros”, completa Utida.

As pessoas também têm a ideia equivocada de que o seguro só serve para garantir um recurso para a sua família em caso de morte, mas há inúmeras soluções que garantem uma renda em caso de afastamento temporário ou definitivo por doenças ou outros imprevistos, como acidentes, por exemplo. “E, ao contrário do que muitos imaginam, é possível ter uma garantia com um investimento de 3 a 7% da receita. Não é algo irreal ou só para os ricos”, completa.

Outro erro comum é pensar que, no caso dos trabalhadores com carteira de trabalho assinada, o INSS pode oferecer alguma segurança futura em caso de invalidez ou incapacidade de trabalhar. “Depois da Reforma na Previdência, está cada vez mais difícil conseguir o benefício e o pagamento pelo teto, que só é pago para quem contribui por pelo menos 15 anos pagando pelo teto. Então é uma ilusão achar que o INSS vai manter seu padrão de vida se algo errado acontecer”, explica.

Para os autônomos, a situação é ainda mais dramática. “Muitas vezes o autônomo não contribui com o INSS e quando faz, paga o mínimo. Numa necessidade de afastamento, quando muito, terá um benefício de R$ 1 mil. Se ele não tiver outras garantias, estará completamente desamparado”, reforça.

O gestor de risco alerta, no entanto, que antes de correr para contratar um seguro é preciso escolher uma instituição idônea e um produto personalizado, que atenda às suas necessidades específicas. “Fuja dos modelos de prateleira que bancos costumam oferecer. É preciso encontrar uma solução que se encaixe no seu perfil, para que, se você precisar no futuro, tenha o retorno do investimento e não saia no prejuízo”, diz. Fonte Segs

Saúde: Saia do sedentarismo

O sedentarismo está na lista dos principais fatores de risco que prejudicam a sua saúde. Um estudo recente (Lancet Glob Health. 2018, Sep 4), somando mais de 1,9 milhões de indivíduos entrevistados, mostrou que o Brasil tem o quinto pior índice de sedentarismo do mundo! Especialmente entre as mulheres.

É normal que com a correria do dia a dia as pessoas sintam-se desmotivadas para começar a praticar uma atividade física. Entretanto, os benefícios do exercício físico vão além da disposição física. Melhor qualidade de sono, maior controle do estresse, redução do risco de doenças cardiovasculares, menor risco de câncer e melhor qualidade de vida são alguns dos muitos benefícios proporcionados pelo exercício.

A melhor atividade física é aquela que efetivamente é feita! A melhor atividade física é aquela que traz o benefício do exercício com algum nível de prazer e diversão, convidando assim a ser feita novamente. Para a saúde do coração tanto faz se você está dançando, caminhando, nadando ou pedalando. Mas se o objetivo não é apenas saúde e sim alguma meta estética ou desempenho esportivo, a orientação de um educador físico é fundamental para alcançar os objetivos.

Muitas pessoas procuram fazer atividade física para perder peso. Neste caso é importante saber que, especialmente para os sedentários que vão começar a prática esportiva, que o pequeno gasto calórico da atividade física pode ser facilmente anulado com excessos na alimentação. Isto é, não é efetivo “correr atrás do garfo”! Para perder peso a atividade física deve estar alinhada com um trabalho de reeducação alimentar. Fonte: Hospital Albert Einstein

Orientação segura: Caminhos

Existem durante nossa vida, sempre dois caminhos a seguir: aquele que todo mundo segue, e aquele que a nossa imaginação nos leva a seguir. O primeiro pode ser mais seguro, o mais confiável, o menos crítico, o que você encontrará mais amigos…mas, você será apenas mais um a caminhar.

O segundo, com certeza vai ser o mais difícil, mais solitário, o que você terá maiores críticas; mas também, o mais criativo, o mais original possível. Não importa o que você seja, quem você seja, ou que deseja na vida, a ousadia em ser diferente reflete na sua personalidade, no seu caráter, naquilo que você é. E é assim que as pessoas lembrarão de você um dia. Ayrton Senna

Ação Positiva

"Uma empresa sem estratégia faz qualquer negócio." Michael Porter

Certa Seguros
Av.Getulio Vargas 1403N Sala 201
Ed.Don Ricardo
Centro, Chapecó/SC
certa@certacorretoradeseguros.com.br
(49)3321-1100???


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