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Postado em 26 de Julho às 09h13

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Certa Corretora de Seguros e Certificação Digital - Chapecó/SC O desafio de criar times de vendas para a transformação digital A transformação digital é provavelmente o fator que mais influenciou a maneira...

O desafio de criar times de vendas para a transformação digital

A transformação digital é provavelmente o fator que mais influenciou a maneira como as pessoas agem, conversam, se locomovem ou compram atualmente. As mudanças tecnológicas são tantas e tão rápidas que pode ser difícil acompanhá-las. Para as empresas, isso significa repensar a forma como lidam com clientes e fecham negócios. O risco de deixar o assunto de lado é não sobreviver.
Com tanta informação disponível em poucos cliques, os consumidores estão cada vez mais exigentes. No processo de vendas, o atendimento ao cliente é decisivo na preferência pela marca e na lealdade do consumidor em 96% dos casos, estima a Microsoft.
Se a transformação digital trouxe o desafio, ela também embute potencial para solucioná-lo. Criar times de vendas preparados para abraçar a tecnologia e tirar proveito dela é um imperativo para empresas de qualquer ramo. Não que seja uma tarefa fácil - nem montar uma equipe de vendas tradicional é. Mas existem alguns elementos fundamentais para ser bem sucedido nessa empreitada.
Treinar a equipe de vendas: Tão importante quanto selecionar bons profissionais é treiná-los. O primeiro passo é mapear as habilidades de cada vendedor, descobrindo que lacunas devem ser preenchidas. O segundo passo é buscar maneiras de oferecer a capacitação à equipe comercial. A solução pode ser interna, caso haja um profissional sênior na empresa disposto a isso. Treinamentos online são uma alternativa também.
Incentivar a mentoria: Mentoria e treinamento têm finalidades parecidas, mas funcionam de forma distinta. Treinar uma equipe de vendas é disseminar conhecimento de maneira sistematizada. Oferecer mentoria está relacionado a empatia e exemplo. Para um vendedor sênior, ser indicado como mentor de um novato pode representar um reconhecimento que o engaje ainda mais com o trabalho.
A mentoria também pode ser potencializada com ferramentas online, como documentos educativos compartilhados na nuvem, aplicativos para videoconferências, ferramentas de comunicação interna ou softwares para gestão de vendas. Elas facilitam a comunicação com o mentor, permitindo ao mentorado estudar como ele age no contato com os clientes.
Desenvolver a cultura da gestão de relacionamento com clientes: É comum as pessoas confundirem a gestão do relacionamento com clientes - estratégia conhecida como CRM - com os softwares de CRM e vendas. Na verdade, os softwares nada mais são do que uma maneira de automatizar o foco das empresas em atender as necessidades dos clientes.
Sem uma cultura de CRM (a estratégia), não há CRM (o software) que funcione. Os treinamentos oferecidos a uma equipe de vendas que persiga a transformação digital devem incluir os dois lados da moeda: como conhecer os clientes profundamente para satisfazê-los e fidelizá-los, e como usar a tecnologia para realizar esse trabalho com mais facilidade.
Uma maneira de se aproximar desse ideal é incentivar os vendedores a participar de comunidades virtuais abertas, relacionadas ao ramo de atuação da empresa. Se a força de vendas for treinada para interagir, trocando informações e conhecimento de maneira discreta e sincera, abre-se a possibilidade de capturar muito sobre o comportamento dos clientes. Não importa o que a empresa vende. Quanto mais próximos os vendedores estiverem do público-alvo, melhor conhecerão seus desejos e necessidades. Fonte: Segs

O efeito dos pensamentos sobre as circunstâncias


A mente do homem pode ser comparada a um jardim cultivado com inteligência ou entregue ao abandono; quer o cultivem ou o abandonem, forçosamente brotará. Se nada de bom nele for semeado, más sementes de ervas daninhas se espalharão em abundância e continuarão a multiplicar-se.
Assim como um jardineiro cultiva a terra, conservando-a livre do mato e plantando flores e frutos, assim também o homem cultiva o jardim de sua mente, arrancando todos os pensamentos maus, inúteis e impuros e cultivando, com vistas à perfeição, as flores e os frutos de pensamentos justos, úteis e puros. Adotando esse processo, mais cedo ou mais tarde descobriremos que somos o jardineiro-chefe de nossas almas, o dirigente de nossas vidas.
Pensamento e caráter são uma só coisa, e como o caráter só pode manifestar-se e revelar-se através do meio e das circunstâncias, as condições externas da vida de uma pessoa mostrar-se-ão sempre harmoniosamente relacionadas com seu estado íntimo. Isso não significa que as circunstâncias que cercam o homem em qualquer tempo sejam um indício de seu caráter como um todo, mas que tais circunstâncias se encontram ligadas a algum fator-pensamento vital em seu interior que, naquele momento, elas são indispensáveis para o seu desenvolvimento.
Todo homem está onde está pela lei do seu ser; os pensamentos que ele incorporou ao seu caráter colocaram-no ali, e na disposição de sua vida não existe nenhum fator casual, mas tudo é o resultado de uma lei que não pode falhar. Isso é tão verdade em relação àqueles que se sentem “em desarmonia” com o seu meio, como aos que se sentem satisfeitos com ele.
Como um ser que progride e evolui, o homem está onde está para que possa aprender que tem que crescer; e na medida em que consegue aprender a lição espiritual que cada circunstância lhe oferece, esta passa e cede lugar a outras.
O homem é golpeado pelas circunstâncias enquanto acredita ser ele próprio o produto de condições externas, mas quando compreende que representa uma força criativa e que pode dominar o solo oculto e as sementes de seu ser dos quais brotam as circunstâncias, torna-se o legítimo senhor de si próprio.
Que as circunstâncias nascem do pensamento é algo que todo homem que tenha praticado durante algum tempo o autocontrole e a autopurificação sabe, pois terá notado que a modificação de tudo o que lhe ocorre se operou na exata proporção em que ele modificou seu estado mental. Isso é tão verdade que quando nos aplicamos sinceramente a corrigir os defeitos de nosso caráter e fazemos rápidos e marcantes progressos, em pouco tempo passamos por uma série de vicissitudes.
A alma atrai aquilo que secretamente abriga; aquilo que ela ama e também aquilo que teme. Toda semente-pensamento que se semeie ou deixe cair e arraigar-se na mente multiplica-se e, mais cedo ou mais tarde, dela brota o ato, trazendo os frutos de oportunidade e circunstância próprios de sua espécie. Bons pensamentos darão bons frutos. James Allen - livro O homem é aquilo que pensa

Certificado digital segue com o desafio de mostrar valor ao cidadão


Em que pese o uso corporativo, até para cumprimento das obrigações fiscais, a disseminação do certificado digital como uma ferramenta também das pessoas físicas continua a ser o desafio desse mercado. E para o novo presidente do ITI, o Instituto Nacional de Tecnologia da Informação, Marcelo Buz, a superação desse desafio exige uma melhor comunicação dos benefícios da certificação digital.
“Hoje a gente tem o universo do CNPJ. O desafio é colocar o certificado digital nas mãos das pessoas. Entendemos que o certificado digital deve estar nas mãos de todos os brasileiros. Mas ao mesmo tempo o certificado digital foi até agora muito pouco explorado”, afirma Buz.
Os números, ainda que em razoável crescimento, reforçam a interpretação de que o certificado digital é uma ferramenta concentrada nas pessoas jurídicas. Nos 12 meses encerrados em junho, foram emitidos 4.968.924 certificados digitais, 28,7% acima do anterir. Em 2019, foram 2,6 milhões de certificados no primeiro semestre, alta de 26,7% sobre o mesmo período de 2018.
Vereador licenciado da gaúcha São Leopoldo, o presidente do ITI é formado em administração de empresas com especialização em marketing. E acredita que parte do desafio de massificação do uso da certificação digital entre os brasileiros deve ser encarado como um desafio de comunicação. “Há uma questão de percepção. O certificado digital não tem percepção do uso, das funcionalidades. E estamos fazendo articulações junto à indústria da certificação digital no intuito de despertar neles a necessidade de trabalhar o posicionamento do certificado digital. E trabalhar os benefícios, explicar ao cidadão a gama de serviços que ele pode fazer com certificado digital”,
O ITI também trabalha para identificar quais os serviços públicos se valem da ferramenta. “Estamos fazendo um levantamento dos serviços que usam certificado digital. Já identificamos mais de 170 serviços públicos disponíveis de serem realizados através de um certificado digital. Fora o uso na iniciativa privada”, revela.
Cerca de 40 deles, como o sistema de atendimento da Receita Federal (e-CAC), do Banco Central (Bacenjud), ou do Departamento nacional de Trânsito, como a CNH Digital, já podem ser conferidos no site do ITI. Fonte: Informativo AARB

Os desafios da integração homem-máquina


Existe uma discussão que já dura algumas décadas: a potencial substituição da mão de obra humana por máquinas. Isso já foi matéria para a reflexão em várias camadas sociais. Do Jihad Butleriano, descrito nas obras de ficção científica de Frank Herbet, aos movimentos ludistas do início da revolução industrial, que foram bem reais.
No cinema, homens e máquinas são comumente antagonistas. Na vida real, geralmente, é o contrário. As máquinas ajudam os humanos a fazerem suas tarefas da melhor forma possível. Porém, esse medo da obsolescência humana sempre assombra diversos profissionais. É clara a necessidade de uma discussão desse tema. A ficção costuma falar de forma alegórica sobre os problemas da realidade, e a realidade costuma dar indícios do que realmente é preciso ser mudado para que o progresso possa ser respeitado, sem que a sociedade fique estagnada.
Antigamente, o medo era do robô do chão de fábrica. Hoje, um dos maiores medos é a inteligência artificial. Mas, o fato é que as pessoas aprenderam a lidar com os maquinários. As profissões se adaptaram. E o mesmo deve acontecer com as AIs. Advogados e médicos, por exemplo, já começam a usar o Watson, inteligência artificial da IBM, para analisar dados de forma mais precisa e, através delas, processos e diagnósticos mais precisos.
No chão de fábrica, a Indústria 4.0 está permitindo que mais dados sejam coletados e analisados para que produtos melhores sejam criados, falhas sejam detectadas com antecedência, e a segurança de funcionários e clientes aumente. A mão de obra humana se restringe a análise dos dados para um julgamento estratégico.
Sim, é verdade que há aqueles que tem de mudar, que precisam adequar seus estudos e expertises para uma nova realidade, mas isso faz parte de um processo de evolução contínuo. O trabalho humano é muito mais cerebral, e sempre deveria ter sido. As AIs não funcionam melhor do que o cérebro humano.São tipos de processamentos de informação bem diferentes, que não suplantam um ao outro, mas se complementam em suas necessidades.
Há quem possa vir a criticar que dependemos demais das máquinas. Porém, esse é um problema com o qual precisamos lidar tanto quanto nossos antepassados que inventaram a roda, e desde então pararam de arrastar as coisas por aí. Faz parte da evolução. Na indústria, encontramos problemas de integração entre o homem e a máquina. Isso se dá porque o ser humano, muitas vezes, se mostra relutante em compreender que seu papel também mudou. Não somos mais mão de obra braçal. Somos mentes em trabalho.
No Brasil, sobretudo, não há incentivo ao trabalho mental. Convencemos as pessoas de que elas só sabem apertar parafusos, colocar tijolos um em cima do outro, soldar placas. Quando na verdade, deveríamos estar dizendo a elas para pensar em materiais melhores para que os encaixes sejam feitos sem parafuso, que casas durem mais e sejam construídas mais rápido, e possamos imprimir peças de metal já no formato correto, sem precisar de solda.
É aí que entra a mudança na forma de enxergar as coisas. A busca pela qualidade, pelo processo ideal para extrair o melhor do ser humano, é reeducar as pessoas. Esse é o futuro, e o meio por onde mitos como da “substituição dos humanos pelas máquinas” deixarão de ser discutidos. Ou talvez, fiquem apenas na lembrança de bons filmes e livros. Fonte: Segs

Saúde
Saúde ocular

Você lê bastante ou fica muito tempo em frente às telas? Quando você está olhando para uma tela, diminui o número de piscadas. Quando uma pessoa pisca menos, a lubrificação do olho, pela lágrima, fica prejudicada. A má lubrificação pode provocar irritação e vista cansada. Pratique a técnica do 20x20x20. Ficou por 20 minutos na frente de uma tela ou lendo? Pare, e direcione o seu olhar por 20 segundos para longe. Essa manobra permite os olhos descansarem um pouco;
Evite assistir vídeos ou jogar vídeo games pelo celular. Prefira a tela da TV, que é maior;
O adulto que tiver pressão alta ou diabetes deve fazer um exame oftalmológico de rotina, logo que for diagnosticada a doença;
Use óculos escuros com filtro de proteção ultravioleta e um boné. Prevenção nunca é demais. A luz do sol é prejudicial aos olhos da mesma maneira que ela é prejudicial na pele. A luz do sol têm raios ultravioleta que são lesivos ao tecido que recobre o olho -a conjuntiva- e pode causar olhos vermelhos, pinguécula e pterígio. Fonte: Dr. Mauro Plut, oftalmologista do Hospital Albert Einstein

Orientação segura
Livre-se dos rancores

Guardar rancores adoece, amarga e apodrece. Guardar rancores separa amores, destrói grandes amizades, seja no interior ou em grandes cidades. Guardar rancores deixa seu entusiasmo no chão. Estando você certo ou não, a única solução é o perdão, que lava a alma e devolve sua motivação e a alegria de estar bem pertinho novamente de seu companheiro, amigo ou irmão.
Guarda rancores quem já caiu na armadilha do orgulho, quem – por descuido – deixou coisas preciosas guardadas no meio do entulho, jogadas ao vento, sem pensar ao menos por um momento que mais tarde cairia no arrependimento, restando apenas para si o lamento.
Quem deixa o rancor de lado já está pensando fora do quadrado, numa sociedade de corações gelados, onde errado virou o certo e o certo virou errado. Não se deixe levar pelo pensamento alheio, seja forte, independentemente do meio, assumindo sua própria identidade de peito aberto, em busca de reconstruir o que já parecia morto e perdido, trazendo para perto até quem lhe fez se sentir iludido, mesmo que tenha sido de propósito ou por um simples mal entendido.
Deixe o rancor de lado. Deixe o orgulho de lado. Saia dessa teia. Volte a respirar fundo e a sentir a doçura de uma vida livre de culpas ou acusações. Simplesmente perdoe. E faça isso o mais rápido possível. Fonte: Geração de Valor

Ação Positiva
"O motor da evolução social é um: a invenção." Monteiro Lobato

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