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Postado em 24 de Setembro às 16h02

MENSAGEIRO SEGURO 1123

Institucional (147)
Certa Corretora de Seguros e Certificação Digital - Chapecó/SC Mensageiro Seguro Número 1.123 – Ano XIV – 24/09/2021 Publicação Semanal da Certa Administradora e Corretora de Seguros...

Mensageiro Seguro
Número 1.123 – Ano XIV – 24/09/2021
Publicação Semanal da Certa Administradora e Corretora de Seguros Ltda.
Edição: Samara Braghini


Leia nesta edição do Mensageiro Seguro


1. Cliente fiel, empresa saudável
2. Entenda como fica a indenização em caso de ausência de benefícios
3. O impacto do IOF no mercado de seguros depois de decreto com aumento de impostos
4. O perigo da proteção veicular vendida como seguro
5. Saúde: Fome ou vazio emocional?
6. Orientação segura: Economizar e cortar gastos: qual a diferença?
7. Ação Positiva

Cliente fiel, empresa saudável

Para crescer a organização de forma sustentável, muitas vezes, a estratégia mais eficaz está em melhorar a atitude das pessoas que ali trabalham. Não importa qual seja o negócio, se colocar questões emocionais, a possibilidade de fidelizar o consumidor é muito maior.

Um restaurante pode ter, além de comidas ótimas, um atendimento e um ambiente extraordinários. Uma funerária (para ir a outro extremo) pode ter um atendimento humanizado, dando suporte emocional à dor das famílias. Um seguro de carro, por exemplo, sempre é feito pensando que não queremos usar. Mas quando precisarmos é o momento que a empresa tem para mostrar que é ótima e dar todo o suporte (especialmente emocional) para que esse cliente supere essa adversidade.

Em tempos cada vez mais desafiadores no país passa, estar próximo do consumidor, além daquilo que ele vê e sente, passou a ser uma missão de garantir a sobrevivência. Por isso, as empresas que visam se tornar competitivas e saudáveis para seguir em frente em 2022, devem olhar para a estratégia de transformar clientes em fãs. Um potencial comprador, quando tem experiências memoráveis, além de voltar a sempre comprar aquela determinada marca, trará novos compradores, fazendo com que a empresa, mesmo sem um grande marketing, possa crescer organicamente.

O grande segredo para chegar até o cliente, de forma intangível, está justamente no valor que ele vê no preço que paga por determinado produto ou serviço. Quanto mais valor que isto possui, maior poderá ser o preço que a empresa cobra dele.

Essa aproximação pode ser obtida via experiências em que são levadas em consideração as sensações e memórias. Por exemplo, uma loja com algum perfume típico que já se tornou parte da sua característica, como acontece na MMartan, AnyAny e outras grandes marcas.

Quem nunca assistiu a reportagem citando os fãs da Apple naquelas filas intermináveis, só para ser o primeiro a adquirir o mais novo modelo do telefone? Por que? Para ter a experiência da primeira compra. Ou, apostando ainda mais nos campos das emoções, vamos citar os parques de Orlando. Cerca de 90% dos hóspedes de um hotel da Disney já se hospedaram antes e 70% dos visitantes que estão nos parques, já estiveram ali antes. O segredo desta indústria milionária? Proporcionar experiências memoráveis.

Com esse posicionamento, a empresa ganha muito. O relacionamento será bem melhor, pois o cliente passa a “advogar” a favor da marca. Além de ganhar consumidores fiéis, conquistar os clientes através de sensações, fará com que ele venda sua marca sem ganhar (ou esperar) nada em troca.

Como a expectativa será muito alta, todo o cuidado deve ser redobrado. Para não ter decepções, é preciso sempre exceder o que cliente espera, e o desafio aumenta a partir do momento em que ele se torna um grande fã.

Depois de muitos anos ajudando as empresas a criarem essas experiências memoráveis, eu tenho certeza absoluta que é possível aplicar esse modelo em qualquer organização.

Eu acredito muito neste tipo de iniciativa e os anos de experiência mostraram isto, afinal é muito mais barato fidelizar um cliente do que conquistar um novo. Muitas empresas investem milhões em marketing e até têm um retorno em curto prazo de tempo. Mas muitas delas quebram rapidamente porque não cuidaram do mais importante: encantar para fidelizar.

Para ajudar você, coloco abaixo quatro dicas poderosas para começar nesse caminho:
Engajamento - Seja apaixonado pelo que faz, oferecendo a cada cliente, um sorriso genuíno, com brilho nos olhos. As pessoas não compram o que você faz e sim, por que você faz. É preciso ter uma causa e um motivo maior para o seu trabalho.

Problemas - Olhe para o problema do cliente como se fosse seu. Resolver o problema que nós criamos para ele é obrigação, mas resolver problema que eles mesmos geram, proporciona encantamento.

Empatia - Entenda a necessidade do cliente, colocando-se no lugar dele e atendendo exatamente da mesma forma que gostaria de ser atendido.

Conexão Emocional - Proporcione experiências memoráveis, não simplesmente atendendo as expectativas. É preciso exceder as expectativas, oferecendo muito mais do que o cliente espera. Fonte: Segs

Entenda como fica a indenização em caso de ausência dos beneficiários

Sete pessoas morreram após o avião bimotor modelo King Air B200 cair e explodir em uma área verde na cidade de Piracicaba, interior de São Paulo. Além do piloto e co-piloto, cinco pessoas, da mesma família, estavam na aeronave. Nesse contexto, caso o pai, o empresário Celso Silveira Mello Filho, 73 anos, tivesse um seguro de vida e com a morte de sua esposa e filhos, surge o questionamento sobre quem seria beneficiado com a indenização.

O consultor e professor Sergio Ricardo explicou, em entrevista ao Cqcs, que o artigo 792 do Código Civil fala sobre uma regra que é estabelecida para situações como essa. Segundo ele, a legislação esclarece que na falta de indicação da pessoa ou beneficiário, ou se por qualquer motivo não prevalecer a (indicação) que for feita, o capital segurado será pago metade ao cônjuge não separado judicialmente, e o restante aos herdeiros do segurado, obedecida a ordem da vocação hereditária.

“Com base nesse artigo, a justiça vai encontrar quem são esses herdeiros, seguindo a ordem hereditária, que vão ser dependentes e ascendentes, que podem ser tios, sobrinhos e afins”, explicou.
Escrito ou enviado por /Cqcs/Carla Boaventura - SEGS.com.br

O impacto do IOF no mercado de seguros depois
de decreto com aumento de impostos


O presidente da república, Jair Messias Bolsonaro assinou o decreto que aumentou a alíquota do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF). O Decreto nº 10.797 foi publicado no dia no Diário Oficial da União e as novas alíquotas passaram a valer no dia 20 de setembro.

Segundo o governo, os novos valores vão valer até o dia 31 de dezembro de 2021. O Cqcs conversou com especialistas para entender sobre o impacto da decisão sobre o mercado de seguros.

Em entrevista, Thiago Junqueira, professor da FGV Conhecimento e sócio do Chalfin, Goldberg & Vainbom Advogados, disse que, dessa vez, o aumento no IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) não deve tornar a contratação de seguros mais onerosa para os consumidores.

O professor explica que a mudança vai atingir apenas as operações de crédito: empréstimos e financiamentos. Neste caso, o IOF é composto por uma alíquota fixa mais uma alíquota diária, onde apenas a taxa diária ficou mais cara.
“Desse modo, não abrange a contratação de seguros, mas sim os empréstimos e financiamentos, entre outras operações creditícias”. Portanto, a medida não afeta o mercado de seguros.

O economista e consultor Francisco Galiza que, também falou ao Cqcs, ressalta que o principal efeito do aumento do IOF no mercado de seguros é o aumento no valor dos prêmios. “Não é um valor tão relevante, mas ficando maior, deve haver diminuição na demanda”.

Segundo ele, caso aconteça um reajuste, ele não deve ser significante. “Os corretores só serão impactados se houver menos venda de seguros”, destacou.

Especialistas lembram que a alta do IOF impacta diretamente no poder de compra das famílias no cenário doméstico e, para as empresas, uma das principais consequências é o encarecimento das atividades que são repassadas aos consumidores.

O decreto que elevou a alíquota anual de 1,50% para 2,04%, e para pessoas físicas dos atuais 3,0% anuais para 4,08%. Entre as operações de crédito que passarão a cobrar mais impostos estão o cheque especial, o cartão de crédito, o crédito pessoal e os empréstimos para empresas. Fonte: Cqcs

O perigo da proteção veicular vendida como seguro

Associações investem massivamente em marketing, patrocinando até times de futebol, para convencer os incautos a aderir à chamada proteção veicular.

Conquistas benéficas para a sociedade devem ser preservadas. Se atualmente o setor segurador brasileiro é líder no segmento na América Latina e ocupa o décimo terceiro lugar no ranking mundial dos seguros, com demanda anual representando cerca de 6,7% do PIB e lastro que garante os riscos da ordem de R$ 1,5 trilhão, o que corresponde perto de 23,5% da dívida pública nacional. Isso é um reflexo do desenvolvimento, amadurecimento e profissionalização do setor que garante a proteção de milhões de brasileiros.

Mas nem sempre foi assim. Há poucas décadas, as antigas entidades de mútua ofertavam supostos seguros e planos de previdência que, sem a devida responsabilidade financeira, causaram prejuízos para cidadãos de boa-fé. Com a modernização e a regulamentação do setor de seguros, parecia que esses falsos seguros ficariam de vez no passado. Contudo, essas “associações” permanecem e agora investem massivamente em marketing, patrocinando até times de futebol, para convencer os incautos a aderir à chamada proteção veicular, um mercado paralelo, por não ter regulação, e que acumula centenas de ações civis públicas movidas pelo órgão regulador e fiscalizador do setor de seguros, a Susep (Superintendência de Seguros Privados).

O estado de Minas Gerais é considerado o principal polo de criação das associações automotivas no País, avanço esse tão expressivo que já chama a atenção da Senacon (Secretaria Nacional do Consumidor). Está claro que a redução da renda das famílias, as dificuldades para entender o que é seguro e o que proteção veicular e os preços irreais. São fatores que favorecem o mercado irregular no País.

O Poder Judiciário considera a prestação do serviço de proteção automotiva aberta a um grupo indiscriminado de pessoas sem amparo na legislação atualmente vigente.

Ainda assim, a proteção veicular reúne aproximadamente 700 associações e cooperativas com cerca de 4,5 milhões de associados. Isso significa dizer que, quase diariamente, surge uma nova associação no país. Tal situação já se espalha também para diversos ramos, como vida, residencial e outros. Essa capilaridade das associações amplia o potencial de prejuízos, não só restrito ao consumidor, mas também a fornecedores, como oficinas mecânicas, que também estão entre aqueles que se queixam da falta de pagamento pelos serviços prestados.

Por não ter garantias, não reconhecer os direitos do consumidor, não ter transparência, não pagar tributos, não ser fiscalizada e ser juridicamente reconhecida pela ilegalidade, o setor segurador acompanha com atenção os projetos de lei que tramitam no Congresso Nacional sobre a regulação dessas associações. Para esclarecer dúvidas, há informações essenciais para a população neste site.

Seguro é um assunto sério e, por isso, precisa ter os riscos calculados com rigor técnico para servir corretamente à sociedade. * Por Solange Beatriz, diretora-executiva da CNseg (Confederação Nacional das Seguradoras)

Saúde: Fome ou vazio emocional?

Para a maioria das pessoas, a comida serve para aliviar a dor emocional, aplacar a carência, descontar a raiva do trânsito, dos pais, do companheiro...etc. Quantas vezes você já se pegou literalmente comendo os seus problemas? Como consequência, vem o excesso de peso e a queda da autoestima, que nos leva a comer mais ainda e entrar em um círculo vicioso de comida, problema, aumento de peso, baixa autoestima, e assim por diante.

Como forma de aliviar o vazio interno, algumas pessoas por mais que comam, ainda sentem o estômago com um buraco e não conseguem se saciar. É importante diferenciar a fome da vontade de comer e identificar quando o vazio não é no estômago e sim nas emoções e até na alma.

Essa tarefa não é fácil, principalmente com o passar dos anos e com o gradual acúmulo de mágoas e frustrações que carregamos. No entanto, há outros hábitos e técnicas mais saudáveis de compensar a sua carência, como por exemplo caminhadas, meditação (como forma de relaxamento), corrida (para deixar os problemas para trás) e massagem (para aliviar a carência). Fonte: Minha Vida

Orientação segura: Economizar e cortar gastos: qual a diferença?

Em ambos os casos a tomada de crédito pode ser uma opção para aliviar o orçamento. Não raro, diversas pessoas, de diferentes classes sociais, passam por momentos na vida em que o setor financeiro necessita de um ajuste. É quando surge a ideia de economizar e/ou cortar gastos.

É fato que os termos "economia" e "corte de gastos" são comumente tratados como sinônimos, porém, a verdade é que configuram e exigem atitudes diferentes. Economizar significa gastar menos com o que é necessário e/ou com aquilo do qual não se quer abrir mão.

Segue abaixo uma lista com alguns exemplos: - Compartilhar contas de "streaming" multitelas com familiares e amigos; - Reduzir valores pagos por planos de telefonia móvel e/ou fixa; - Negociar o pacote de internet residencial; - Aproveitar para comprar o que é necessário em promoções; - Buscar e utilizar cupons para efetuar compras; - Utilizar mais o transporte público do que o automóvel particular no cotidiano; - Montar e se manter fiel à lista de compras do supermercado; - Planejar e separar um valor fixo para compras de roupas e sapatos, por exemplo, evitando-se a compra compulsiva; - Estar atento à conta de energia elétrica - desligar da tomada os aparelhos que não estão em utilização, otimizar o tempo de uso do chuveiro elétrico, desligar as lâmpadas dos ambientes quando sair deles.

Cortar gastos é sobre deixar de dedicar partes do orçamento a determinados serviços e/ou atividades que podem ser gratuitos e/ou são desnecessários. O corte de gastos acontece, por exemplo, ao: - Substituir a mensalidade da academia por exercícios físicos que possam ser realizados em casa e/ou ao ar livre; - Trocar o pacote de tarifas da conta bancária por um gratuito; - Cancelar um cartão de crédito sob o qual incide anuidade; - Suspender assinaturas que não são utilizadas, como clubes específicos e plataformas de "streaming"; - Cozinhar e montar marmitas para levar para o trabalho, cortando o gasto rotineiro com restaurantes.

Tanto para economizar quanto para cortar gastos é necessário estabelecer um critério de prioridades para evitar desembolsar além do possível, principalmente com o que é supérfluo. Ter em mente o que é indispensável para si torna viável a decisão entre economizar ou deixar de gastar com determinada coisa.

Ainda que se entenda as diferenças entre economia e corte de gastos e haja possibilidade de praticar os dois, urgências financeiras podem, eventualmente, acontecer e até mesmo na hora de recorrer à tomada de crédito é possível economizar.

A modalidade de empréstimo entre pessoas físicas tem se popularizado nos últimos anos e se revela como uma das mais novas formas de tomada de crédito, com juros diferenciados e sem passar por instituições bancárias. Fonte: Segs

Ação Positiva

"O tempo converte mais pessoas que a razão." Thomas Paine



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