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Postado em 10 de Junho às 10h29

Mensageiro Seguro 1003

Institucional (68)
Certa Corretora de Seguros e Certificação Digital - Chapecó/SC Brasileiros contratam mais seguros para proteção de pessoas O valor das contratações de seguros para proteção pessoal cresceu 12,8% no...

Brasileiros contratam mais seguros para proteção de pessoas

O valor das contratações de seguros para proteção pessoal cresceu 12,8% no primeiro trimestre de 2019, totalizando R$ 9,97 bilhões, montante que se refere às contratações de seguros de vida, de acidentes pessoais, viagem, educacional, entre outras modalidades mais procuradas pelos brasileiros no período.
Os dados são da FenaPrevi (Federação Nacional de Previdência Privada e Vida), que representa 68 seguradoras e entidades abertas de previdência complementar no país. De acordo com a federação, as indenizações no primeiro trimestre de 2019 totalizaram R$ 2,40 bilhões, valor 9,4% maior em relação aos R$ 2,19 bilhões registrados no mesmo período de 2018. Segundo o presidente da FenaPrevi, Jorge Nasser, as indenizações demonstram a importância social do seguro.
Resultado por produto - Na análise por modalidade de produto, o seguro de vida que tem a maior carteira do mercado de seguros de pessoas com 38% de representatividade do segmento, registrou R$ 3,76 bilhões em prêmios nos três primeiros meses do ano, correspondendo a um aumento de 8,8% em relação ao mesmo período em 2018, quando o volume de contratações foi de R$ 3,46 bilhões.
Alguns ramos apresentaram alta mais expressiva no primeiro trimestre de 2019, com evolução acima de dois dígitos no comparado com o mesmo período do ano passado. O seguro com proteção para doenças graves ou terminais também apresentou saldo positivo com crescimento de 13,18% e prêmios de R$ 221,17 milhões. No mesmo período em 2018, os prêmios foram de R$ 195,41 milhões. "É uma proteção que proporciona uma renda para custear despesas muito altas, decorrentes de algum problema grave de saúde, que atende tanto o empregado CLT como o autônomo", explica Nasser.
O balanço também mostra que o auxílio funeral apresentou crescimento nominal positivo de 11,79% e prêmios de R$ 165,47 milhões. O seguro de acidentes pessoais, que oferece coberturas em caso de morte e invalidez permanente (total ou parcial) e outros riscos causados por acidentes involuntários, provocando lesões físicas ou até mesmo falecimento, registrou crescimento de 7,22% e prêmios de R$ 1,46 bilhão, contra R$1,36 bilhão em 2018. O balanço da federação mostra que o seguro viagem também apresentou saldo positivo no primeiro trimestre de 2019. As contratações movimentaram R$ 143,48 milhões e a expansão 11,68% superior em relação aos R$ 128,47 milhões registrados nos primeiros três meses de 2018. Fonte: Segs

Inteligência emocional não é apenas para sua carreira


A autoconsciência emocional é fundamental para melhorar a inteligência emocional e dar início a uma mudança comportamental positiva.
Darnell trabalhava como diretor clínico em um grande hospital. Junto à esposa Emma, era pai de gêmeos recém nascidos. Durante um período difícil no trabalho, ele perdeu a paciência e gritou com uma enfermeira na frente de uma paciente e sua família. Na mesma semana, em um dia que seus gêmeos não queriam adormecer, Darnell também explodiu em casa. As raízes dos problemas de relacionamento que temos na vida e no trabalho muitas vezes são as mesmas. No caso de Darnell, eram estresse contínuo e falta de autoconsciência.
A Inteligência Emocional não é apenas para o local de trabalho. O cérebro não faz distinção entre nossa vida pessoal e profissional. Obviamente, aprendemos hábitos que nos levam a comportamentos diferentes: há piadas que faríamos com amigos em um bar que nunca repetiremos em uma reunião com diretores no trabalho. Mas, no geral, nossas fraquezas tendem a ser as mesmas em casa e no trabalho, e se revelam de formas semelhantes, apesar dos contextos distintos. Portanto, quando desenvolvemos competências de inteligência emocional, sentimos os benefícios em todos os aspectos da vida.
A autoconsciência emocional é um primeiro passo fundamental para melhorar a inteligência emocional e dar início a uma mudança comportamental positiva. Ela ajuda a reconhecer padrões nas maneiras que reagimos a situações estressantes ou lidamos com desafios inesperados. Com a autoconsciência, podemos dizer a nós mesmos: “Estou prestes a dar um escândalo por causa da minha raiva. Preciso respirar e reavaliar a situação".
Essa consciência é um catalisador para começar a equilibrar as emoções com mais frequência, para evitar explosões e, consequentemente, para ser mais eficaz e compreensivo na comunicação. Encare a inteligência emocional de forma holística. Assim como uma autoavaliação por si só não é capaz de dar um perfil exato, ter noção das suas competências no local de trabalho não passa uma imagem completa de sua inteligência emocional.
Ao compreender a inteligência emocional em termos de nossas experiências enquanto pessoas (cônjuges, pais, amigos), e não apenas enquanto profissionais, podemos reconhecer, com mais facilidade, padrões em nosso comportamento e tomar medidas para melhorar tudo o que permeia nossos relacionamentos. Daniel Goleman - Escritor e psicólogo

A importância do corretor de seguros


Recentemente, em face de queda nas vendas tivemos retração grande no faturamento e como única forma de defender a operação reduzimos despesas e como em qualquer lugar o primeiro a ser afetado foi o funcionário.
A demissão de três pessoas de uma só vez que em média tinham 15 anos de empresa, custou R$ 208.500,00 o que equivale a um custo de R$ 69.500 00 por funcionário. Somos de pequeno porte e baixos salários embora nessa demissão houvesse um salário elevado.
Nesse momento entra o raciocínio que incomoda. Segundo várias matérias na mídia especializada, temos cerca de 120 Seguradoras no mercado. Admitindo média de quinhentos funcionários por cada uma pode ser estimado um contingente de sessenta mil funcionários. Nas Empresas de corretagem, incluindo funcionários estimamos 240 mil pessoas; nas reparadoras de veículos, fornecedoras do sistema em serviços diversos, hospitais, clínicas etc., outros 240 mil colaboradores. Esses 480 mil registrados na conta de empregados no sistema nacional de seguros gerariam hoje um passivo trabalhista de cerca de R$ 333,3 bilhões de reais.
O decreto Lei 73 salvou o mercado dessa situação e ainda temos figuras defendendo a exclusão do corretor de seguros e pretendendo fazer produção sem essa importante força de trabalho, acreditando que isso poderá ser resolvido por Robô. Ali as esse robô quando você acessa um site de Tribunal de Justiça, RFB e uma centena de milhares de outros sites o robô pede para você fazer login ou se cadastrar ou informar que você não é outro robô e por isso ele pede para você marcar a janela que informa que você não é um robô. Hilário, o robô não quer falar com outro robô e você humano tem que aceitar falar com o robô. Se ainda fosse titular de Seguradora, primaria por apoiar e prestigiar essa categoria que não mês custa um centavo de passivo trabalhista. Por Paulo Pinna Teixeira - Segs


Nova Superintendente da Susep foca em eficiência para o consumidor


Titular da Superintendência de Seguros Privados (Susep) há dois meses, Solange Paiva Vieira concedeu entrevista à imprensa especializada do setor, o dia 29 de maio.
Solange contou que a linha de trabalho da nova gestão segue a diretriz do ministro da Economia, Paulo Guedes, de incentivo à concorrência, desenvolvimento de produtos e normativas para facilitar a vida do consumidor. “O setor público participa no mercado para proporcionar o desenvolvimento da economia, gerar emprego, fazer crescer o País”, disse.
“Olhei alguns números do setor, notamos que temos uma participação no PIB muito aquém. São grandes projetos, mas ainda há muito espaço para crescer”, declarou. Segundo a dirigente, notam-se custos administrativos muito altos no setor. “Queremos trabalhar para reduzir esses valores e refletir em menor preço para o consumidor. Estamos revisitando todo o marco regulatório para entender esta despesa e o que a Susep pode fazer para melhorar”.
Em seguida, foi questionada sobre a visão externa, de alguém que não pertencia ao setor, sobre a importância do corretor de seguros. “O papel do corretor de seguros é muito importante. Existem operações sofisticadas em ramos que queremos crescer, como o setor de garantias, resseguro, previdência, seguros de renda vitalícia, na área de saúde. Com a tecnologia talvez se desenvolvam estruturas para os seguros mais simples, como celular, computador, bicicleta, e aí deve haver uma mudança de perfil do corretor, de migrar para ramos mais complexos”, analisou.
Segundo a superintendente, a Susep passa por um processo de reestruturação administrativa e operacional, que inclui a proposta de junção com a Previc. “Com isso, a própria Susep deve passar por uma reestruturação. A ideia é que a nova estrutura tenha cinco diretorias”. A proposta de junção Susep e Previc já está no Ministério da Economia.
Solange ressaltou que paralelamente ao trabalho de organizar a casa administrativamente, estão sendo analisados temas que envolvem a tecnologia no setor. “Estamos trabalhando nas normas técnicas da apólice eletrônica e em um manual para as SandBox”. A superintendente explica que o conceito de Sandbox é de criar um laboratório para pequenas empresas nascerem, com regras de legislação e taxas mais acessíveis. “
A questão das empresas de proteção veicular também está no radar da Susep. “O mercado marginal é um problema. A Susep regula e tem regras para quem é seguradora, quem não é e opera como seguradora não podemos ingerir, não é uma função da Susep consertar isso, o que fazemos é denunciar a irregularidade ao órgão apropriado que é a Polícia Federal”.
Questionada sobre a estrutura da Susep para o trabalho que quer desenvolver, Solange Vieira diz que é pragmática e afirma que o País está passando por ajustes fiscais. “Produtividade é a tônica mundial, do setor privado ao público, e é assim que eu quero que se comporte com a fusão dos órgãos. Olhando para o potencial do mercado que vamos regular, parece que a estrutura é mínima, mas eu compro o desafio, vamos fazer isso funcionar, estamos com um mundo de projetos para rever, se for o caso faremos investimentos em tecnologia para facilitar os processos”, completa. Fonte: Segs

Saúde
Por que estamos tão ansiosos?

Diante de eventos importantes, é comum ficarmos ansiosos. Ficamos preocupados com algo que ainda não aconteceu e esses pensamentos são constantemente alimentados pela imaginação. Em resposta a isso, o corpo se prepara para enfrentar um desafio: hormônios são liberados na corrente sanguínea, os músculos se tensionam, o coração bate mais rápido e a boca fica seca.
Medo, insegurança e angústia são emoções que todo mundo sente em algum momento ou situação. Entretanto, indivíduos com transtornos de ansiedade (um dos mais incidentes na atualidade, ao lado da depressão) apresentam uma complexidade maior de sintomas. O modo como reagimos a esse agente estressante diferencia uma “ansiedade normal” de uma patologia. É utilizado o termo ‘transtorno’ porque ele se refere a algo que desorganiza a vida do indivíduo e gera um sofrimento excessivo. A pessoa passa a ter prejuízos em diversas esferas.
Os distúrbios de ansiedade são provocados por desordens do sistema nervoso simpático que liberam na circulação quantidades muito altas de hormônios envolvidos na reação de estresse. Quando não tratados, o risco de o indivíduo desenvolver transtorno do pânico é alto. Pesam nesse cenário, dizem especialistas, fatores socioeconômicos, como pobreza e desemprego, e ambientais, como o estilo de vida em grandes cidades, além do excesso de tarefas que acumulamos.
O tratamento dos transtornos de ansiedade inclui o uso de medicamentos antidepressivos ou ansiolíticos, sob orientação médica. Parece um pouco distante da nossa realidade considerar a meditação como alternativa para transtornos de ansiedade e ataques de pânico, mas algumas práticas, como o mindfulness (atenção plena, um tipo de meditação), já são utilizadas nos EUA e na Europa desde o final da década de 1970. A Inglaterra inclusive já incorporou a técnica em seu prestigiado sistema público de saúde. Fonte: Dr. Drauzio Varella

Orientação segura
O tamanho dos seus sonhos

Uma criança chegou diante de um pensador e perguntou-lhe: "Que tamanho tem o universo?". Ele olhou para o infinito e respondeu: "O universo tem o tamanho do seu mundo". Perturbada, ela novamente indagou: "Que tamanho tem meu mundo?". Ele respondeu: "Tem o tamanho dos seus sonhos".
Se seus sonhos são pequenos, sua visão será pequena, suas metas serão limitadas, seus alvos serão diminutos, sua estrada será estreita, sua capacidade de suportar as tormentas será frágil. Os sonhos regam a existência com sentido. Se seus sonhos são frágeis, sua comida não terá sabor, suas primaveras não terão flores, suas manhãs não terão orvalho, sua emoção não terá romances. A presença dos sonhos transforma os miseráveis em reis, faz dos idosos, jovens, e a ausência deles transforma milionários em mendigos faz dos jovens idosos. Os sonhos trazem saúde para a emoção, equipam o frágil para ser autor da sua história, fazem os tímidos terem golpes de ousadia e os derrotados serem construtores de oportunidades. Sonhe! Augusto Cury

Ação Positiva
"Aquele que sorri em vez de irritar-se é sempre o mais forte." Sabedoria japonesa
 

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