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Postado em 08 de Fevereiro às 15h31

Mensageiro Seguro 986

Institucional (44)
Certa Corretora de Seguros e Certificação Digital - Chapecó/SC Mercado de seguros cresceu nominalmente 6,9% em 2018 O mercado de seguros faturou pouco mais de R$ 107,5 bilhões no ano passado. Segundo dados da Susep, essa soma...

Mercado de seguros cresceu nominalmente 6,9% em 2018

O mercado de seguros faturou pouco mais de R$ 107,5 bilhões no ano passado. Segundo dados da Susep, essa soma representa um crescimento nominal (sem descontar a inflação acumulada no período) de 6,9% em comparação a 2017.
Esses valores incluem o VGBL, mas, não foram computados o seguro saúde, que está sob a alçada da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), os planos de previdência privada complementar aberta e a capitalização.
O desempenho foi favorecido pela queda da taxa média de sinistralidade, de 47% para 45%, entre os dois períodos comparados. Contudo, houve um pequeno incremento, da ordem de 1,6%, dos sinistros ocorridos, para R$ 45,1 bilhões.
Isso significa que, de janeiro a dezembro de 2018, o mercado devolveu para a sociedade, na forma de indenizações, benefícios e resgates, algo em torno de R$ 123 milhões por dia, incluindo finais de semana e feriados, ou ainda R$ 5,1 milhões a cada hora.
As despesas comerciais, que incluem as comissões pagas aos corretores de seguros, cresceram 7,1%, somando R$ 26,4 bilhões ao longo do ano passado. Fonte: Segs

A coragem de queimar as naus

Agátocles, Tirano de Siracusa, numa expedição marítima contra Cartago, ao desembarcar, mandou queimar todos os seus próprios navios e marchou contra Cartago, cujos habitantes, derrotou. Fez isso para anular a si próprio e a seus comandados qualquer possibilidade de fuga ou de voltar atrás. Sem os navios, seria impossível recuar.
Queimar as Naus significa ir em frente, sem sequer poder pensar na possibilidade de voltar ou desistir. Há vários exemplos na história, de comandantes valorosos que fizeram a mesma coisa. Dizem que os Vikings faziam o mesmo, ao chegar num porto para invadir um território e conquistá-lo, queimavam seus navios para impedir qualquer possibilidade de recuo. Queimar as Naus significa, pois, vencer ou vencer!
O que esta história pode nos ensinar para nossa vida pessoal, profissional e empresarial? Muitas vezes começamos um projeto; entramos numa nova empreitada; fazemos uma mudança forte em nossa vida pessoal e ficamos pensando no passado. Ficamos sempre com a dúvida se deveríamos ou não ter feito o que fizemos ou tomado a decisão que tomamos. Estamos sempre com um pé no cais e um pé no navio. Será que não vale a pena recuar? Não terá sido uma loucura esta decisão?
E aí, se os navios estiverem no porto a nos esperar, é muito provável que tenhamos a tentação mais confortável e segura de voltar, de recuar. Mas, se queimarmos os navios (do passado), não teremos como recuar. Não haverá navios a nos esperar. Teremos que caminhar, ir em frente, acreditar, lutar, vencer.
Assim, quando você tomar uma decisão, pense bem antes e uma vez tomada, queime as naus, ou seja, não pense mais no passado e vá em frente! Na empresa, quando lançamos um novo produto ou novo serviço temos que fazer absolutamente tudo para que tudo dê certo. Se ficarmos pensando na possibilidade de recuar, jamais empreenderemos o esforço total para vencer os desafios que por certo surgirão à nossa frente.
É a mesma coisa na vida pessoal. Um funcionário que foi transferido para um nova função em local diferente terá muitas dificuldades a enfrentar até que a total adaptação ocorra. Filhos, esposa, escolas, etc. tudo mudará. Se esse(a) funcionário(a) não queimar as naus, ficará o tempo todo reclamando e lembrando os bons tempos do lugar onde morava e vivia. Assim, para vencer é preciso ter a coragem de queimar as naus.
Pense nisso. Sucesso! Por Luiz Marins


Venda de veículos cresce 10% em janeiro

A Fenabrave divulgou dados relacionados a venda de veículos no mês de janeiro. A boa notícia é que o resultado do estudo é animador. O primeiro mês deste ano contabilizou a venda de 200.000 unidades, entre veículos leves e pesados.
O número é maior em relação ao mesmo mês do ano passado, quando as vendas chegaram a pouco mais de 180 mil, isto é, em 2019, a comercialização subiu 10,2%. Enquanto isso, os seminovos seguem a alta. De acordo ainda com a Fenabrave, para cada 1 milhão de veículos novos vendidos, 4,7 milhões trocaram de dono.
Contudo, a estimativa é que 2019 seja um ano diferente dos últimos na indústria automobilística. Com a possível retomada da economia e do poder de compra dos brasileiros, almeja-se um ano com muita movimentação no setor de automóveis em todo o Brasil. Embora o mercado já tenha um aumento gradativo nos últimos dois anos, a venda de veículos não chegou perto da década passada, quando à comercialização de fato disparou. Fonte: Revista Seguro Total

Os seguros diante dos desastres socioambientais


Em dezembro de 2015 vivenciamos a maior tragédia ambiental de nossa história, com o desastre em Mariana. Causa perplexidade que pouco mais de 3 anos após o trágico episódio sejamos surpreendidos como uma nova catástrofe, que em termos de vidas humanas é imensamente mais grave, causa indignaçãoe a constatação de que tudo ocorreu no mesmo Estado da Federação, em um mesmo tipo de empreendimento e envolvendo basicamente os mesmos atores.
Lamentavelmente, catástrofes não são uma novidade. Desastres decorrentes de rompimento de barragens estão longe de ser fatos isolados. Embora tais ocorrências, poucas foram as lições até hoje aprendidas. É preciso urgentemente aprender a lidar com os desastres, para efetivamente construirmos formas de preveni-los e enfrentá-los. Uma das maneiras de promover esse aprendizado será com uma profunda reflexão pública sobre cada uma das fases do chamado “ciclo dos desastres”, quais sejam: prevenção e mitigação, resposta de emergência, compensação e reconstrução.
Importa atentar às fases de compensação e reconstrução, com a possibilidade de desenvolvimento de respostas eficientes para os momentos que sucederem aos desastres, contribuindo com maior capacidade de resiliência e com redução de vulnerabilidades.
Pertinente tecer algumas ponderações necessárias, a modo de contribuir com esclarecimentos sobre o funcionamento dos seguros diante de casos de desastres socioambientais, inclusive para dar maior clareza sobre como e em que medida os seguros serão úteis em momentos de compensação e reparação de danos.
Incidentes ambientais já não são surpresas. São constantes, prognosticáveis desde a sua gênese até seus efeitos. A vida humana em sociedade, intensa e perigosa, fez com que o seguro, que manifesta sobremaneira a ideia de garantia, se desenvolvesse a ponto de alcançar atualmente um lugar de destaque na vida econômica e social.
O seguro tem a função social de permitir a continuidade das atividades econômicas após a ocorrência de eventos danosos e traumáticos, pois, repondo perdas, preserva a condição econômica e social, seja do segurado, seja de terceiros. A função social exercida pelos seguros é consequência do mutualismo, ou seja, a capacidade de distribuir equitativamente, entre muitos, os prejuízos sofridos por alguns, de modo que a pulverização dos prejuízos individuais se dá com a pulverização dos prejuízos entre os segurados.
Todos estamos expostos a riscos, com a possibilidade de nos depararmos com acontecimentos que podem impactar negativamente. Esses riscos podem ser evitados ou geridos. Segundo a lógica de gestão dos riscos, uma das maneiras de fazê-lo é compartilhando esse risco (transferência de risco) com uma empresa especializada em entender e administrar riscos, que são as seguradoras. Essas, na medida em que compreendem um determinado risco, analisam e mensuram, podendo projetar a frequência de que venha a se concretizar, com uma ocorrência real de dano, e então projetam quais seriam as perdas econômicas decorrentes.
Importante notar que nessa complexa jornada de subscrição de riscos haverá, como efeito reflexo, o relevante exercício pelos seguros de uma função de prevenção, na medida em que, por exemplo, poderá localizar falhas estruturais ou operacionais, propondo soluções complementares; sugerindo a adoção de novas e melhores tecnologias; ou mesmo aprimorar modelos de compliance.
Com essa análise o segurador definirá se assume esse risco ou não. Aceitando, definirá o preço (prêmio) para assumi-lo, em um processo denominado de “subscrição de risco”, seguindo-se a celebração do contrato de seguro, vulgarmente denominado “apólice de seguro”.
A atividade seguradora pressupõe, no processo de transferência e aceitação, um exercício constante e qualificado de delimitação do risco que estará sendo aceito e que passará a ser coberto pelo segurador, de modo que “a determinação do risco segurado requer uma tarefa de dissecação prévia, individualização do risco através da naturalização do evento e do interesse sobre o qual ele recai, assim como, finalmente, sua delimitação causal, espacial e temporal”.
Diante de uma barragem os riscos atrelados são diversos, e muitos poderão ser compartilhados com uma seguradora. E em um a situação limite essa poderá ser chamada a pagar pelos prejuízos do segurado, nos limites técnicos e econômicos das apólices. Nesse cenário, alguns exemplos de coberturas:
Para riscos relacionados ao patrimônio da empresa, que garantirá o pagamento da reconstrução desse patrimônio ou mesmo repor o faturamento (lucros cessantes).
Para riscos relacionados a terceiros atingidos por um desastre, quando a solução se dará pelo seguro de responsabilidade civil. Tais apólices podem cobrir riscos de natureza patrimonial e extrapatrimonial. É nesse âmbito que se incluem os seguros de responsabilidade civil para diretores e gerentes (D&O).
Para riscos relacionados à vida humana, auxiliando as vítimas na reconstrução de suas vidas ou, em casos mais trágicos, contribuir com o sustento e reestruturação das famílias.
De extrema relevância, por fim, para os riscos ambientais, relacionados às possibilidades de danos ao ambiente natural (fauna, flora, solo e recursos hídricos), quando os seguros agirão justamente para contribuir com a reparação dos danos aos elementos naturais.
Essas respostas operacionalizadas pelos seguros contemplam relevantes formas de soluções capazes de reduzir as vulnerabilidades e incrementar a capacidade de resiliência. O seguro tem um potencial enorme de contribuir com a restruturação de vidas e reorganização de empresas diante de desastres socioambientais. A experiência demonstra exaustivamente tais contribuições, em diversos eventos catastróficos.
Importa sublinhar, por outro lado, que há dois elementos que são vitais para as operações de seguros: a boa-fé e a de delimitação dos riscos.
Atentando-se às complexas questões operacionais dos seguros – projeta-se possível e recomendável a adoção de seguros para atividades que envolvam grandes riscos e com potencial de gerarem catástrofes, a serem exigidos na fase implementação de um empreendimento ou atividade, como condicionante para a concessão das licenças ambientais.Fonte: Segs

Saúde
O maravilhoso abacate

Nem todo mundo aprecia o abacate, mas na medicina popular é um alimento conhecido por combater prisão de ventre, reumatismo, flatulências, gota, infecções dos rins e do fígado, além do proveito para a pele.
Sabe-se que se trata de um alimento rico em gordura monoinsaturada (ômega9), gordura poli-insaturada (ômega 6, vitamine E, beta-sisterol e glutationa, o que melhora o funcionamento das hemoglobinas, melhora o perfil lipídico, reduz o estresse oxidativo diminuindo as chances de desenvolver diabetes, doenças do coração, câncer, artrite e catarata. O óleo de abacate também pode ajudar a evitar o envelhecimento. Segundo a conclusão de uma pesquisa apresentada no encontro anual da Sociedade Americana para Bioquímia e Biologia Molecular, em San Diego (EUA)-o óleo de abacate é capaz de conferir efeito protetivo cotra os radicais livres.
Outros estudos apontam que consumir gorduras monoinsaturadas (ácido oleico) exerce efeito fisiolígico sobre os humanos reduzindo os níveis de colesterol total, triglicerídios e de LDL colesterol. "Para as mulheres o consumo da gordura monoinsaturadas tem como benefícios a diminuição dos efeitos da tensão pré-mentrual e retençãps dos líquidos, o que também é
De acordo com o Nutrólogo Edson Credidio (SP), "o melhor é ingerir o abacate de forma natural, desta forma teremos condições de receber os benefícios em maior proporção. Fonte: Viva Saúde

Orientação segura
O espetáculo da vida

Que você seja um grande empreendedor. Quando empreender, não tenha medo de falhar. Quando falhar, não tenha receio de chorar. Quando chorar, repense a sua vida, mas não recue. Dê sempre uma nova chance para si mesmo.
Encontre um oásis em seu deserto. Os perdedores vêem os raios. Os vencedores vêem a chuva e a oportunidade de cultivar. Os perdedores paralisam-se diante das perdas e dos fracassos. Os vencedores começam tudo de novo.
O maior carrasco do ser humano é ele mesmo. Não seja escravo dos seus pensamentos negativos. Liberte-se da pior prisão do mundo: o cárcere da emoção. O destino raramente é inevitável, mas sim uma escolha. Escolha ser um ser humano consciente, livre e inteligente.
Sua vida é mais importante do que todo o ouro do mundo. Mais bela que as estrelas: obra-prima do Autor da vida. Apesar dos seus defeitos, você não é um número na multidão. Ninguém é igual a você no palco da vida. Você é um ser humano insubstituível.
Jamais desista de quem ama. Jamais desista de ser feliz. Lute sempre pelos seus sonhos. Seja profundamente apaixonado pela vida. Pois a vida é um espetáculo imperdível. Augusto Cury

Ação Positiva
"Um homem não é outra coisa senão o que faz de si mesmo." Jean-Paul Sartre

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