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Postado em 25 de Janeiro às 17h27

Mensageiro Seguro 984

Institucional (44)
Certa Corretora de Seguros e Certificação Digital - Chapecó/SC Os seguros de obras O presidente da Comissão de Riscos de Engenharia da FenSeg, Fabio Silva, fala sobre as características dos seguros de Riscos de...

Os seguros de obras

O presidente da Comissão de Riscos de Engenharia da FenSeg, Fabio Silva, fala sobre as características dos seguros de Riscos de Engenharia.
Os seguros de obras são contratados no Ramo de Seguro denominado Riscos de Engenharia. É um seguro que tem como objetivo garantir a indenização relacionada aos danos súbitos e imprevistos ocorridos durante a execução de suas obras. A abrangência do seguro envolve desde obras de grande porte, como metrôs e rodovias, até obras de pequeno porte, como prédios residenciais ou casas e simples reformas. Sua vigência contempla todo o período de obras, que se inicia a partir da descarga dos materiais de construção no local da obra, até a conclusão integral da construção do empreendimento.
O seguro de Riscos de Engenharia é muito importante para a saúde financeira de uma construção. Ele protege o investimento do segurado, garantindo que eventos imprevistos, como roubo e/ou danos da natureza, não prejudiquem a conclusão da obra.
A cobertura básica do seguro de Riscos de Engenharia tem o conceito do tipo 'all risks' (todos os riscos, em inglês), ou seja, todo e qualquer evento está coberto, à exceção daqueles que são expressamente citados na apólice como excluídos. Dentro da cobertura básica existe o amparo, além dos riscos inerentes a construção, os eventos de alagamento/inundação, incêndio, explosão, roubo/furto, desmoronamento, entre outros.
Além da cobertura básica, existem coberturas adicionais, que garantem a indenização em casos de eventos específicos, como despesas de desentulho, tumultos, manutenção, despesas extraordinárias, erro de projeto, equipamentos móveis e responsabilidade civil.
A precificação para contratação do seguro de uma obra depende de diversos parâmetros. Os principais fatores que influenciam a composição do preço são: o valor total da obra, o prazo da obra e as coberturas adicionais contratadas com seus respectivos limites de indenização. Além deles, é importante destacar outro fator predominante para a precificação do seguro: a exposição ao risco. A exposição está diretamente relacionada a complexidade da obra construída. Uma obra de metrô, devido a sua complexidade, terá um valor muito maior que uma obra de edifício por exemplo.
Normalmente, quem contrata o seguro é o responsável pela construção da obra. Assim, este seguro habitualmente é contratado por empreiteiras e/ou construtoras. No entanto, conforme a natureza da construção, ele também pode ser contratado pelo dono da obra, pelo engenheiro ou até mesmo um arquiteto.
Uma obra pequena também pode contratar um seguro de obras. E cada vez mais isto vem ocorrendo. Atualmente, as seguradoras estão trabalhando com produtos de Riscos de Engenharia para pequenas obras com facilidade de contratação (sem burocracia). Apenas respondendo 4 ou 5 perguntas sobre o risco é possível emitir uma apólice no mesmo dia. O segurado pode emitir uma apólice no mesmo dia. Fonte: CnSeg

Aumento da longevidade faz surgir a geração 4-2-1

O aumento da longevidade, acompanhado pela redução do índice de natalidade, fez surgir, em alguns países do norte europeu, a expressão do efeito geracional que está sendo chamado de 4-2-1. A atual geração entra numa fase em que, cada vez mais, teremos 4 avós, convivendo simultaneamente com 2 filhos/pais e 1 filho neto. Ou seja, uma verdadeira inversão da pirâmide populacional.
Este quadro apresenta várias oportunidades e também grandes desafios:
- As famílias deverão incorporar – o mais rapidamente possível - aos seus planos, conversas e ações, questões relacionadas à convivência geracional familiar, qualidade de vida, sistemas previdenciários, reservas financeiras para conseguir manter o padrão de vida, projetos residenciais, estruturas de assistência aos idosos, reinvenção dos projetos de vida dos idosos e formação dos jovens para a vida, tanto pessoal como profissional.
- Pesquisas demonstram que as lembranças dos netos, sobre seus avós, estão muito mais relacionadas à vivências, emoções, compartilhamento de sensações e experiências, do que ao recebimento de belos e caros presentes, de cunho material. Portanto, vale estimular a convivência e o diálogo.
- Evitar que os avós interfiram na educação dos netos, deixando esta atribuição aos pais. Este assunto é ainda mais sensível e importante à medida que os mais jovens estão permanecendo na casa dos pais por mais tempo, o que os torna, muitas vezes, despreparados para enfrentar os desafios do aprendizado para a vida.
Precisamos considerar as novas expectativas, perfil e características da população jovem, além do surgimento de novas profissões na mesma medida em que muitas estão desaparecendo. Além disto, o mercado de trabalho vai, claramente, na direção da redução do emprego convencional. Portanto, as experiências profissionais dos avós e pais terão relativa utilidade.
- Os avanços tecnológicos, globalização e novas formas de se comunicar, oferecem oportunidades para ambas as gerações. s mais idosos tem hoje inúmeras alternativas de intercâmbio cultural, turismo e viagens pelo mundo. Os mais jovens devem se internacionalizar o mais rápido possível. Experiências com outras culturas representam um ativo importante no processo de formação.
Enfim, a relação de desafios e oportunidades não se esgota apenas com estas relacionadas. Existem muitas outras. Mas fica aqui uma provocação para que o assunto comece a fazer parte dos diálogos familiares. Especialmente com os celulares, computadores e TVs desligados. Renato Bernhoeft - Consultor de empresas familiares

Certificado Digital já pode ser emitido na nuvem
com validade de cinco anos


Tecnologia segue em evolução e, agora, além de poder ser carregada em mídias criptográficas e no celular, pode ser armazenada, também, na nuvem com a opção de cinco de anos de validade.
O Certificado Digital, conhecido por viabilizar transações no meio eletrônico com validade jurídica e total segurança, agora, também pode ser armazenado na nuvem e com validade de cinco anos. A novidade é uma exclusividade da Certisign, a primeira Autoridade Certificadora privada credenciada pelo Instituto Nacional de Tecnologia da Informação (ITI) como Prestadora de Serviço e Confiança (PSC), o que a autoriza emitir o Certificado neste formato.
Chamado remoteID, e disponível com as validades de 12, 36 e 60 meses, ele é mais uma opção para o armazenamento do Certificado Digital, e a grande vantagem em relação aos demais tipos está em sua facilidade de uso. "O remoteID pode ser acessado de forma rápida, segura e de qualquer lugar e a qualquer hora, proporcionando ao titular mobilidade e praticidade", explica Maria Teresa Aarão, Diretora de Inovação em Produtos e Mercados da Certisign.
Segundo a executiva, a possibilidade de poder gerenciar o ciclo de vida do Certificado e rastrear em qual dispositivo foi utilizado também são diferenciais. "Também é possível redefinir a senha, acompanhar a validade, entre outros detalhes importantes, como a possibilidade de adquirir a versão de cinco anos ".
O Certificado na nuvem, de acordo com Maria Teresa, é, principalmente, ideal para quem assina grandes volumes de documentos e que, portanto, precisa ter a tecnologia disponível 24 horas por 7 dias da semana sem ter que carregar consigo mídias. Para usar o remoteID, é necessário apenas que o usuário tenha acesso a uma conexão de internet.
"Por estar na nuvem, o titular pode usá-lo sempre que necessário, sem ter que se preocupar de estar com seu computador ou celular, por exemplo. De qualquer dispositivo, ele acessa o Certificado e pode dar andamento ao processo em questão. E o melhor: sem instalar drivers ou realizar atualizações. É prático, seguro e dinâmico".
Para os usuários da tecnologia, que são temerosos em relação à segurança do armazenamento na nuvem, ela explica que o remoteID tem duplo fator de autenticação. "Além da senha PIN, o acesso ao Certificado é controlado também por um código de tokenização, assim como ocorre nos aplicativos de banco".
Por fim, a diretora destaca que as empresas de todos os segmentos podem se beneficiar com esse novo modelo da tecnologia, principalmente aquelas que possuem colaboradores circulando entre diferentes filiais, como os hospitais e companhias de engenharia, por exemplo. "O remoteID resolve a questão da mobilidade e da disponibilidade. Um médico, por exemplo, pode acessar seu Certificado de diferentes unidades de um mesmo hospital". Fonte: Segs

Fraudes em seguros passam de R$ 700 milhões

Regulação de sinistros, suporte jurídico preditivo e big data podem mitigar os riscos em contratos securitários. Nos últimos cinco anos, apesar da crise econômica, o mercado segurador brasileiro se mostrou extremamente resiliente, obtendo, inclusive, taxas de crescimento consistentes.
O fato de ser “duro na queda” manteve a estabilidade deste importante investidor institucional do país, além, é claro, de garantir as indenizações decorrentes dos mais diversos sinistros que ocorrem diariamente.
Contudo, apesar deste ótimo cenário macro, o próprio sucesso do mercado segurador acabou por atrair a atenção de verdadeiras quadrilhas especialistas em fraudar seguros. E, por isso, as empresas de seguros tornam-se cada vez mais vigilantes.
Estas fraudes causam grandes impactos negativos na própria comunidade segurada, pois, conforme dados mais recentes publicados pela Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização (CNseg), em 2017, 15,8% dos Sinistros ocorridos foram classificados como “suspeitos” – quando há características de fraude -, sendo que as “fraudes comprovadas” representaram R$ 730,1 milhões.
Um dos ramos que possuem maior percentual de fraudes comprovadas é o habitacional, sendo estas desde “simples golpes” até engenhosas ficções que desafiam a física. Por exemplo, há casos de “segurados” que ao cotarem o seguro residencial com sua corretora, exigem altos valores de cobertura para furto e roubo, apresentando lista de bens, principalmente eletrodomésticos de alto valor, incompatíveis com sua situação financeira (residência alugada, sem emprego fixo e etc.) e, como num passe de mágica, em poucos dias, o “sinistro” ocorre.
Existem também aquelas situações arquitetadas para “inexistir furo”: o “segurado” contrata o seguro residencial, novamente com altos valores de cobertura para furto e roubo, e, por um “infortúnio”, bem quando está viajando, o “sinistro” ocorre – e curiosamente os “ladrões” focam suas atenções naqueles bens sem nota fiscal, recibos e outras documentações.
E, como dito, há os casos em que as leis da física são suspensas e portas são arrombadas sem deixar vestígios, eletrodomésticos extremamente pesados são transportados por cima de altos muros e câmeras de segurança são ludibriadas por verdadeiros 007.
Tais ocorrências, além da possibilidade de configuração do crime de estelionato (art. 171, §2º, V, do Código Penal), violam a boa-fé objetiva que é intrínseca em qualquer relação jurídica, mas com especial destaque ao contrato de seguro, conforme previsão do artigo 765 do Código Civil.
O prejuízo destas fraudes não é suportado apenas pela Seguradora vítima, mas por toda a comunidade de segurados e o próprio mercado segurador, onerando os custos da operação e dos prêmios cobrados.
A realização da regulação de sinistro, combinada com suporte jurídico e de inteligência (big data securitário), demonstra-se um eficaz mecanismo para mitigar o risco de a fraude prosperar, além, é claro, da permanente conscientização dos segurados quanto à importância do préstimo de informações precisas e verídicas em todas as fases do contrato securitário. Fonte: Segs


Saúde
Diabetes

Sede excessiva, vista embaçada, cicatrização lenta, vontade de comer doce, ou até nenhum sintoma. Assim pode ser o paciente diabético. No Brasil, são mais de 13 milhões de casos da doença, o que representa quase 7% da população. Segundo Roberta Frota Villas Boas, endocrinologista do Centro de Rim e Diabetes do Hospital 9 de Julho, esse número tende a crescer. “Boa parte dos brasileiros vivem uma rotina sedentária aliada à má alimentação, o que gera o sobrepeso, característica que geralmente está ligada ao diabetes”.
O diabetes mellitus ocorre quando o pâncreas não produz o hormônio insulina em quantidade suficiente para metabolizar a glicose presente nos alimentos, o que aumenta a concentração dela no sangue. Essa variação da doença também é chamada de diabetes tipo 2. Há ainda o diabetes tipo 1, de origem autoimune e normalmente identificado na infância e adolescência. Neste tipo de diabetes não ocorre a produção de insulina pelo pâncreas.
Para evitar o diabetes e suas consequências, é fundamental aumentar os cuidados no estágio de pré-diabetes, quando a alteração da glicemia ainda é considerada leve. A especialista complementa que os pacientes mais bem-sucedidos no controle do pré-diabetes fazem da dieta saudável e de outras mudanças no estilo de vida uma prioridade. “Além de se afastar o diabetes, os benefícios incluem a melhora do sistema cardiovascular e do controle do peso corporal".
Fonte: Viva Saúde

Orientação segura
O guerreiro da luz

O guerreiro da luz aprendeu que Deus usa a solidão para ensinar a convivência. Usa a raiva para mostrar o infinito valor da paz. Usa o tédio para ressaltar a importância da aventura e do abandono. Deus usa o silêncio para ensinar sobre a responsabilidade das palavras. Usa o cansaço para que se possa compreender o valor do despertar. Usa a doença para ressaltar a benção da saúde. Deus usa o fogo para ensinar sobre a água. Usa a terra para que se compreenda o valor do ar. Usa a morte para mostrar a importância da vida. Paulo Coelho

Ação Positiva
"A natureza é o único livro que oferece um conteúdo valioso em todas as suas folhas." Johann Goethe

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