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Postado em 23 de Agosto às 10h33

Mensageiro Seguro 959

Institucional (20)
A vida no piloto automático e as compulsões
 
                Falta muito para que possamos dizer que conhecemos os detalhes do funcionamento do psiquismo humano. O que é fato é que uma boa parte das nossas ações parecem governadas por um “piloto automático”: em muitos casos, agimos de forma automática; e reagimos a determinadas situações sem que necessitemos pensar acerca do que fazer.
 
                Os movimentos que fazemos ao dirigir o carro são todos sincronizados e não exigem reflexão, assim como as reações que temos diante de um problema inesperado no meio do percurso que estamos realizando. Muitas vezes só nos conscientizamos de algo depois do ocorrido, como se, diante do susto, o piloto automático tivesse se desligado! Fazemos o mesmo ao escovar os dentes, ao nos movimentarmos durante o banho, nos enxugarmos, assim como em tantas outras condições que se repetem com regularidade em nossas vidas.
 
                Hábitos são comportamentos repetitivos e fixos. Chamamos de hábitos aos comportamentos, não inatos, que se tornam repetitivos e fixos. Ao que tudo indica, eles se consolidam na nossa memória, criando um caminho sólido no sistema nervoso, de modo que, em cada dada situação, respondemos do modo que foi padronizado.
 
                Uma vez criado um hábito, que é um tipo de reflexo condicionado que se estabelece em função das repetições, fica muito difícil desfazê-lo. Temos facilidade para associar (condicionar) e enorme dificuldade para dissociar, desfazer essas conexões cerebrais que se fixam com vigor.
 
                Se um dia nos habituamos a comer depressa, temos enorme dificuldade de reaprender e passar a comer mais devagar. Se um dia nos habituamos a cruzar as pernas ao sentar, o movimento nos chega automaticamente mesmo quando já sabemos da necessidade de nos livrarmos dele por força de algum problema de postura. Precisamos de atenção redobrada, de enorme empenho constante e prolongado, para conseguirmos nos livrar de nossos condicionamentos.
 
                Compulsões são hábitos inconvenientes, nocivos. As compulsões correspondem a hábitos específicos que se perpetuam apesar de terem um caráter frequentemente inconveniente ou mesmo nocivo. São exemplos de compulsões o ato de roer as unhas, os variados tipos de automutilação, assim como os transtornos obsessivo-compulsivos (TOC).
 
                O que os caracteriza, a meu ver, é uma propriedade muitas vezes difícil de ser detectada, qual seja, a de que provocam uma redução de ansiedade: se alguém está muito nervoso e desenvolveu a compulsão de roer as unhas, será nessa hora que o fará, posto que isso provocará uma melhora do estado emocional. As compulsões provocam um tipo especial de prazer, chamado por Schopenhauer de “prazer negativo”, que se caracteriza pela existência de um desconforto inicial que se atenua através da realização do ato compulsivo; ele provoca um tipo de prazer parecido com o que nós sentimos quando, com frio, nos agasalhamos, com sede, bebemos água…
 
                Os Transtornos Obsessivos Compulsivos que aliviam a ansiedade: os rituais repetitivos do portador de TOC aliviam uma ansiedade que só se esvai por esse meio. A compulsão por arrancar os cabelos (tricotilomania) só se perpetua por ter se transformado em “remédio” para a ansiedade que acompanha aquela pessoa em determinadas situações.
 
                As compulsões alimentares ligadas à ingestão exagerada de comida (ou de certos doces) seguem o mesmo trajeto: apazigua a sensação de desamparo que nos maltrata em determinados momentos. Aquelas ligadas à recusa em se alimentar (anorexia) parecem relacionadas inicialmente ao prazer de se ver magra, que depois se transforma em algo mais complicado, onde o ato de comer aparece como a quebra de um ritual que alivia certas tensões. As compulsões alimentares são mais complexas porque, além do alívio da sensação dolorosa de desamparo, trazem também um “prazer positivo”, sensação agradável que não depende da presença de um desconforto prévio.
 
                A quase impossível tarefa de ter de se livrar do que dá enorme prazer: o doce ou o chocolate são experiências agradáveis mesmo na ausência de qualquer desconforto! Esse tipo de compulsão já tem um pé naquilo que se chama de vício. O vício costuma estar ligado ao fortalecimento ainda maior das conexões neuronais típicas dos hábitos, pois, no cérebro, se estabelecem outros trajetos típicos da dependência química.
 
                Desnecessário dizer das dificuldades das pessoas para se livrar deles, posto que, ao menos numa primeira fase, provocam enorme prazer, sendo que os efeitos nocivos só costumam aparecer depois de muito tempo. Nem todos os vícios implicam dependência química, porém todos têm a ver com a presença de um prazer positivo, um bem-estar inicial: consumismo desvairado, excesso de trabalho…É preciso cautela, pois não é difícil nos vermos enredados em algumas dessas situações. E, para sairmos, necessitamos, na maior parte das vezes, de um esforço hercúleo e de muita determinação. Por Flávio Gikovate, é médico-psiquiatra (em memória)
 
Novos modelos que transformarão o futuro do trabalho
 
O processo de transformação digital também está moldando o futuro do trabalho, que exigirá diferentes posições dos profissionais, mudando o conceito de trabalhador ideal. É preciso buscar alternativas que permitam um gerenciamento simples e conciso, sem a perda de tempo com atividades administrativas sem sentido.
 
Novas tecnologias associadas à Internet das Coisas e à automação, já estão revolucionando as empresas no presente. Esse processo de transformação também está moldando o futuro do trabalho, que exigirá diferentes posições dos profissionais, mudando o conceito de trabalhador ideal. O que se espera de um colaborador é um olhar muito mais atento ao mercado e suas constantes alterações, sendo capaz de se adaptar e utilizar de suas habilidades em novas posições de trabalho.
 
O profissional deverá investir muito mais em sua própria capacitação, facilitando assim, a evolução da sua carreira. Também será exigido um perfil multidisciplinar, pronto para lidar com problemas de todos os tipos. O que se espera é o colaborador tenha capacidades em diversas áreas do conhecimento como marketing, comunicação, administração e empreendedorismo, além de senso crítico e facilidade de comunicação. Cada vez menos, o profissional será alocado em sua área de formação específica e sim de acordo com suas habilidades.
 
O que podemos esperar nos próximos anos em termos de gestão é: - Equipes por projetos, por pessoas, não será mais realizado por área como hoje, mas sim por entregas; -  Compartilhamento de informações, os dados internos serão visíveis a todos; - Trabalho remoto, o home office já está sendo largamente adotado para diminuição de custos e aumento da motivação dos colaboradores; - ambientes virtuais amigáveis, ferramentas e soluções simples e rápidas de se utilizar; - Diversidade e multicultura, o home office permite a criação de equipes multiculturais ao redor do mundo; - Autogestão, permitir aos colaboradores administrarem suas próprias atividades; - Hierarquia horizontal, revisão da hierarquia tradicional com excesso de burocracia.
 
Modelos de gestão do passado e do futuro: algumas empresas já visualizam o futuro e estão buscando novas estratégias e modelos de gestão mais enxutos para manterem-se competitivas e preparadas para o futuro. Os modelos utilizados no passado e atualmente difundidos para a maioria das empresas é constituído de uma hierarquia que dificulta a comunicação entre as áreas do negócio, além de aumentar significativamente a burocracia dos processos.
 
É preciso buscar alternativas que permitam um gerenciamento simples e conciso, sem a perda de tempo com atividades administrativas sem sentido e um excesso de documentação. Uma saída é a aplicação de metodologias ágeis no gerenciamento de empresas. Esses métodos, criados inicialmente para a simplificação do processo de desenvolvimento de software, podem ser também aplicados para a gestão de equipes e projetos.
 
As habilidades esperadas do trabalhador do futuro são: - Inteligência social, a capacidade de sentir e estimular reações conectando-se às outras pessoas no ambiente; - Alfabetização transcultural, operar em diversos contextos culturais entendendo os conceitos em cada disciplina; - Pensamento analítico, manter um raciocínio baseado em informações e conhecimento; - Pensamento crítico, encontrar soluções e alternativas, tirar conclusões e ter novas abordagens acerca de problemas, por meio do uso da lógica e raciocínio.
 
Outras habilidades incluem: - Gerenciamento de informações, discernir informações relevantes e maximizar funções cognitivas; - Inteligência emocional, gestão emocional para lidar com situações e desafios complexos; - Mentalidade solucionadora, desenvolver atividades e tarefas com o intuito de atender aos resultados esperados; - Colaboração virtual, trabalhar buscando a produtividade de forma independente com o uso de ferramentas de colaboração virtual; - Gerenciamento de tempo, realizar a autogestão de suas tarefas mantendo a produtividade e prazos esperados; - Negociação, habilidades para negociar e conciliar conflitos e demais demandas.
 
Impacto da automação no mercado
A automação tem impactado diretamente as relações de emprego no mercado. Isso porque essa nova realidade tem sido apontada por alguns como uma vilã ao extinguir uma grande quantidade de postos de trabalho na indústria e em outras áreas. Isso é em parte verdade, uma vez que determinadas profissões tendem a desaparecer com a popularização da automação. No entanto, novos postos de trabalho estão surgindo todos os dias e serão capazes de absorver toda a força produtiva que se capacitar para tal.Fonte: Segs
 
Principal atividade econômica do país,
agricultura tem seguro pouco conhecido
 
As possibilidades do ramo de seguro agrícola são inúmeras, haja vista o imenso território rural do Brasil. O serviço, no entanto, ainda é pouco conhecido, como mostra a Carta de Conjuntura do Sincor-SP (Sindicato dos Empresários e Profissionais Autônomos da Corretagem e da Distribuição de Seguros do Estado de São Paulo).
 
Para profissionais da área, isto se deve à falta de apoio da sociedade e das entidades de classe no que tange à atuação junto aos governantes, que definem os incentivos, regulamentações e divulgação deste setor.
 
A importância da atividade pode ser demonstrada pelo PIB (Produto Interno Bruto). A economia teve alta de 0,4% no primeiro trimestre de 2018, na comparação com o último trimestre do ano passado, segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). O setor que mais avançou foi justamente a agropecuária, com uma alta de 1,4%.
 
Os prêmios do seguro agrícola totalizam cerca de R$ 2 bilhões por ano. Dez empresas do ramo possuem faturamento acima de R$ 5 milhões, mostrando um setor altamente concentrado. As cinco maiores seguradoras têm mais de 90% do faturamento total.
Para os especialistas, que compõem a Comissão Rural do Sincor-SP, a disseminação da cultura do seguro agrícola deveria ocorrer em todos os níveis, em especial para os produtores e para os canais de distribuição (corretores de seguro e entidades financeiras que utilizam o seguro vinculado a financiamentos agrícolas e pecuários). Segundo os profissionais, manter uma regularidade nos recursos governamentais – subvenções nas diversas esferas públicas – e aumentar as verbas para atender a demanda, também proporcionaria uma maior credibilidade ao ramo. Atualmente, as verbas atendem pouco mais de 10% da área plantada no País.
 
Ainda segundo o estudo do Sincor-SP, os números são positivos, mas a perspectiva para o resultado do ano já não é mais tão favorável. A variação de receita total do setor de seguros está atualmente em 7%, com o DPVAT, e 8% sem levar em conta esse ramo no cálculo. Especificamente em ramos elementares, no mesmo raciocínio, o valor passa de 5% para 6%, com e sem DPVAT. Já o segmento de pessoas cresceu 11%, um destaque, superando com folga a taxa de inflação.
 
Nos ramos típicos de seguros (por exemplo, automóvel, pessoas, residencial, empresarial etc.), mas ainda sem considerar as operações de saúde suplementar, a variação acumulada foi de mais 7%, em valores até maio de 2018, contra valores até maio de 2017. O valor é influenciado pela queda da receita do seguro DPVAT. Caso esse ramo fosse excluído nos dois períodos citados, a variação acumulada passaria de 7% para 8%.
 
Entretanto, as previsões para os próximos meses já não estão tão boas. Por exemplo, as expectativas para inflação e crescimento econômico em 2018 estavam bem melhor avaliadas há três ou quatro meses. Outro risco adicional é a instabilidade política. Os candidatos ainda não detalharam seus planos para a economia. A greve de caminhoneiros, no final de maio, foi outro fator para piora das expectativas.Fonte: Revista Cobertura via Seguro
 
Saúde
Diminua o estresse
Para diminuir o estresse nada melhor do que retirar um momento para você. Sente, respire e comece a relaxar. Respeite os sinais físicos e da mente, eles apontam a hora de parar. Não se submeta a uma sobrecarga de trabalho.
 
Entenda que o esforço concentrado de trabalho em um dia ou dois é completamente diferente de expor-se a um esforço de vários dias e até sem prazo para terminar. Isso irá te ajudar a diminuir o estresse. Trabalhe a ansiedade por meio da psicoterapia; exercícios físicos e alimentação saudável também podem ajudar. Lembre-se que é necessário reservar tempo para o lazer. Fonte: Vida e Saúde                           
 
Orientação segura
Comunicação é o que o outro entende
Pense num peixe. Eu também vou pensar. Então, vamos dizer um ao outro o que pensamos. Você me o descreve numa travessa assado com batatas. E eu conto os detalhes do meu, que está nadando num aquário. Mas, nós dois não pensamos na mesma coisa?!
 
Pare um pouco e reflita sobre as mensagens que a sua empresa está levando para dezenas, centenas ou milhares de pessoas. Será que todos os seus públicos de interesse estão imaginando o mesmo peixe? Quanto você está ganhando com isso? Quanto está perdendo? Quais as consequências para a imagem da empresa? E para sua reputação?
 
O fato é que em qualquer organização, o sucesso e a superação de metas dependem muito mais da qualidade da comunicação com empregados, fornecedores, parceiros de negócios e o consumidor final do que se pode imaginar.
 
No entanto, frente às atribulações do dia a dia, é comum os gestores subestimarem o real valor da comunicação empresarial, que muitas vezes sequer aparece na lista de prioridades e investimentos. Isso é um grande erro estratégico. O peixe que você vende pode ser muito diferente do percebido por quem o compra ou, pior, por quem o deixa de comprar. Os diferenciais dos produtos ou serviços que você vende, os valores institucionais que o acompanham e a experiência de compra proporcionada não são informações óbvias.
 
A falta de comunicação empresarial se reflete diariamente em todos os âmbitos: no clima organizacional, no desperdício de oportunidades para atrair parceiros estratégicos, na perda de negócios e, principalmente, na abertura de espaço para o concorrente que se comunicar melhor.
 
Independentemente do tamanho da organização, só um projeto de comunicação bem estruturado, desenvolvido por profissionais qualificados e alinhado a objetivos de negócio, pode garantir que a mensagem certa alcance cada público de interesse e seus universos de atuação, com abertura de oportunidades diretas ou indiretas de crescimento. Fonte: Segs
 
Ação positiva
"Dialogar é dizer o que pensamos e suportar o que os outros pensam." Carlos Drummond de Andrade
Certa Corretora de Seguros e Certificação Digital - Chapecó/SC A vida no piloto automático e as compulsões                   Falta muito para...

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